3-banner 2021 1900x400

RADAR E OBSERVATÓRIO FEBRABAN- PESQUISA REVELA UM MISTO MEDO E ESPERANÇA

Na hipótese da situação financeira melhorar e as pessoas terem reserva para investir, a preferência é
utilizar os recursos que sobrarem sobretudo em investimentos bancários, realização de cursos e viagens.

EXPECTATIVA DE USO DAS SOBRAS DO ORÇAMENTO (%)
• 31%, investir na poupança; principalmente as
mulheres (35%) e os mais jovens entre 18 e 24
anos (39%).
• 27%, investir em outros investimentos
bancários; a maior parte entre homens (32%),
os maior escolaridade e renda (ambos com
42%).
• 25%, fazer cursos e melhorar a educação sua e
da família; com prevalência entre os que têm
entre 18 e 24 anos (37%).
• 25%, viajar; sobretudo os que têm nível
superior (33%) e renda acima de 5SM (34%).
• 23%, comprar imóvel; com destaque para
quem tem nível superior (26%), idade entre 25
e 44 anos (26%), renda acima de 5 SM (25%).
• 21%, reformar a casa; principalmente mulheres
(23%) e pessoas entre 45 e 59 anos (23%).
• 17%, fazer ou melhorar o plano de saúde; a
maior parte quem tem entre 18 e 24 anos
(22%). Comprar carro: 11%, especialmente nos
mais escolarizados (14%) e de renda mais alta
(16%).
• 11%, comprar carro; especialmente o público
de instrução (14%) e renda mais altas (16%).
• 10%, comprar eletrodomésticos/eletrônicos;
sendo 13% entre os jovens entre 18 e 24 anos.
• 6%, fazer seguro de carro, casa, vida ou outros;
com maiores percentuais entre quem tem nível
superior e renda acima de 5 SM (9% em
ambos).
• 3%, comprar moto; com predomínio entre os
homens (5%) e na faixa etária de 18 e 24 anos
(5%).

Televisão e redes sociais são as principais fontes de informação.
A televisão é a principal fonte de informação (TV aberta 57% e fechada 25%) para a
maioria dos entrevistados no RADAR FEBRABAN (em questão estimulada de múltiplas
respostas); as redes sociais comparecem com 52%, seguidas de blogs e sites (37%).
Outros meios citados são: rádio (17%), jornal impresso (10%) e revista (5%). Das redes
sociais (questão estimulada), a mais acessada é o WhatsApp (68%), seguida do Facebook
(48%), Instagram (47%), Google (42%), Twitter (14%) e Linkedin (8%)

Reconhecendo a gravidade do momento e ao mesmo tempo
mantendo a confiança em dias melhores, os sentimentos dos
brasileiros na primeira semana de março se dividem.
Sentimentos positivos – 50%
35% esperança
13% alegria
2% orgulho

Sentimentos negativos – 46%
21% medo
20% tristeza
5% raiva
Os homens aparecem no estudo um pouco mais esperançosos
(38%) que as mulheres (32%); e estas se sentem com mais medo
(25%) que eles (17%). A esperança é mais forte nas pessoas entre 25 e
44 anos e com renda acima de 5 salários mínimos (ambos 37%).
Quanto à escolaridade, esse sentimento prevalece igualmente em
quem tem o ensino fundamental e o superior (36%).

O mês de março inicia com um cenário difícil visto que o estágio da
pandemia do coronavírus no País alcançou seu ápice, com aumento
do número de contaminações, mortes e superlotação nos leitos.
74% Piora no quadro atual
9% Melhora
16% Situação está na mesma
A situação da pandemia do coronavírus no Brasil está melhorando, está na mesma ou está piorando?
Entre os que mais percebem uma piora no
quadro estão as mulheres e os idosos acima
de 60 anos (ambos 78%), os que têm nível
superior (76%) e quem tem renda entre 2 e 5
salários mínimos (75%).
A percepção sobre o agravamento advém, além da exposição ao
noticiário, da experiência pessoal com a Covid-19:
55% dos entrevistados têm familiares que já se contaminaram
52% deles perderam pessoas próximas para a doença

De proporção continental e com quantidade de vacinas insuficiente
para aplicação em massa, o Brasil está distante da “imunidade de
rebanho” e de evitar o surgimento de novas variantes.
Expressiva maioria dos brasileiros reclama do ritmo da vacinação:
Já se vacinou
68% Ainda não se vacinou, mas conhece alguém que já o fez
27% Não se vacinou, nem conhece ninguém que o tenha
Passado mais de um mês do início da vacinação, a imunizaçã

O tratamento dado pela mídia à divulgação da vacinação contra o
coronavírus é visto como positivo:
Mais
positivo
Mais
negativo 47% 26% 24%
63% Televisão 20% Redes sociais
7% Jornais e revistas 3% Parentes e amigos
2% Igrejas e templos 2% Rádios
Entre os que percebem as notícias como mais negativas e aqueles que não
confiam nas vacinas cresce a menção às redes sociais como o principal meio
de informação.
Apenas 19% dos entrevistados não confiam na segurança e na
eficácia da vacina. Porém, 77% avaliam a vacinação como única
forma segura e eficaz de se proteger da doença.

Fonte: Veja a íntegra da pesquisa –  https://cmsportal.febraban.org.br/Arquivos/documentos/PDF/ID-RELATO%CC%81RIO%20OBSERVATO%CC%81RIO%20FEBRABAN%20-%20MARC%CC%A7O%202021_%20FINAL%205-compressed.pdf

FERNANDO CUNHA

PAULISTA – 05/04/2021