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Lendo e analisando estas informações em blogs, que nesta época se proliferam mais rápido que a dengue,visto que são verdadeiros balões de ensaio, até a definição em Abril, vamos entrar nesta vibe.

1 – Qual é a oposição em São José do Egito? Existe?

2 – Zé só decide eleição no segundo tempo da prorrogação! lembrando que o atual depende 90% dele(isto não é intriga, é pesquisa mesmo).

2 – A função em 2016 está invertida: em 2012 o maior cabo eleitoral era o ex-prefeito, agora o melhor cabo eleitoral é o atual

3 – Zé e Kaio são aliados do Governador, será que o atual prefeito não estaria fazendo uma transição para sobrevivência política? tudo pode em política.

4 – Depois da Festa de Reis, onde não faltou recursos,mesmo a Cultura sendo relegada, imagina na eleição! 

 

Petista animado em São José – Em São José do Egito já se fala que o prefeito Romério Guimarães (PT) só não emplacará a reeleição se a oposição se unir. No cenário atual, o adversário mais forte do petista é o ex-prefeito Evandro Valadares (PSB), que não teria chances de abrir um entendimento com o ex-deputado e pré-candidato pelo PR, José Marcos. Nas eleições passadas, Marcos se aliou ao PT para derrotar o candidato apoiado por Valadares, mas logo em seguida rompeu com Guimarães. Fonte: Blog do Magno

 

Mesmo com desgaste político, PT pode ter bom desempenho em municípios do interior

PUBLICADO EM 18/01/2016 ÀS 11:10 POR  EM NOTÍCIAS

 

Analistas políticos apontam que candidatos do partido podem ter bom desempenho, mas será necessário desvincular campanha ao nome do partido
Foto: Divulgação

Por Marcela Balbino, do Jornal do Commercio

Apesar do desgaste político que o Partido dos Trabalhadores vem enfrentando na esfera nacional, pesquisas de opinião pontuam que, paradoxalmente, o partido pode sair-se bem nas eleições municipais em cidades de pequeno porte. A condição, no entanto, é que os candidatos coloquem debaixo do tapete uma das principais marcas do partido: a estrela. A análise é simples. Os candidatos terão que se cacifar por méritos próprios sem precisar da muleta partidária, que outrora era o combustível para alçar novos nomes.

O desgaste da sigla com os desdobramentos das investigações da Operação Lava Jato e a fragmentação da base aliada da presidente Dilma dão a tônica que estender a bandeira vermelha pode não ser o melhor caminho. “Isso em cidades de 40 ou 60 mil eleitores, se for vincular o nome ao PT, o negócio não fica bom”, observa o analista político Maurício Romão.

Outro ponto a ser levado em consideração nas projeções é o principal legado do partido, as ações de transferência de renda, que estão sendo rapidamente corroídas pela situação econômica e pelo aumento dos índices de desemprego. “Então, os candidatos do PT que forem às ruas propagando o legado vão ter dificuldade de justificar”, diz. Nas capitais, no entanto, o peso das siglas deve predominar.

REFLEXO

Segundo o especialista em marketing político Carlos Manhanelli, esta é a segunda vez na história recente da política brasileira que o desgate de um partido no âmbito nacional reverbera nas eleições locais. Ele relembra que, nas eleições majoritárias de 1974, o MDB (atual PMDB) passou a crescer eleitoralmente diante da crise econômica que corroía a base social de apoio aos militares. “O MDB mostrou as mazelas da ditadura e elegeu 23 governadores”, diz.

Em 2016, no entanto, a rejeição à sigla petista é crescente. Segundo ele, as pesquisas vêm apontando que a vinculação ao partido dos trabalhadores pode tirar ponto dos candidatos. – Blog do Jamildo jc/ne10

Dilma faz mais uma vítima – A crise nacional, herança dos governos Lula e Dilma, fez, ontem, mais uma vítima do PT: o governador de Minas, Fernando Pimentel. Em tom choroso e de profundo abatimento comunicou que, a partir do mês que vez, o salário dos servidores não será mais depositado integralmente, mas parcelado em três parcelas, como já ocorre hoje no Rio e no Rio Grande do Sul. (Blog do Magno)

Fernando Cunha – 18/01/2016

 

 

 

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