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Em algum momento, disseram: Jarbas está no caminho da perdição…

Quando indicou Mendonça para ser candidato a governador e perdeu, o mesmo falou: vamos ter um período invernoso.

Quando disputou com Eduardo, perdeu…….com uma grande diferença…..

Mas nunca perdeu a compostura, a serenidade, a competência, e sempre fiel ao seu estilo franco, direto e foi e é o maior opositor de Lula, Dilma, e não querendo as facilidades que essa turma ofereceu…..inclusive o próprio Lula ofereceu a ele ser vice-presidente…..e não aceitou…como o mundo dá voltas e a política é dinâmica… o inverno está acabando e o sol está  brilhando e os ventos estão no seu caminho e se o cavalo passar selado….ele monta…veja o que disse o publicitário Marcelo Teixeira no Blog do Magno…

assino embaixo:

Do publicitário Marcelo Teixeira, da Makplan, que acompanha de perto o cenário político com lupa de águia, recebi a avaliação abaixo sobre o quadro que enxerga, hoje, sobre as eleições no Recife ano que vem. Suas impressões saem depois do almoço na casa de Jarbas Vasconcelos (PMDB), sábado passado, no qual o prefeito Geraldo Júlio não foi convidado, mas apenas o governador Paulo Câmara.

“Caro Magno, Jarbas deixou claro o jogo local com o cozido que promoveu em sua casa, no Janga, por ocasião do seu aniversário. Convidou apenas três políticos: Raul Henry, que é da casa; Paulo Câmara, o governador; Tony Gel e Ricardo Costa, ambos do seu partido, o PMDB. Deixou o prefeito Geraldo Júlio fora e prestigiou, como é de seu feitio, os dois aliados na Assembleia, um de Caruaru e outro de Olinda.

Sem precisar dizer um só palavra mostrou que o jogo é para quem é do ramo e competente. No plano nacional, a estrela e o destino o colocam como um ou o principal personagem do momento. Nenhum outro parlamentar tem a história, a experiência, a competência e a autoridade moral dele para no Congresso dar o exemplo ao País que o Moro está dando no Judiciário.

Estou na torcida dos que acreditam que o Brasil tem jeito. Jarbas, na verdade, tem tudo para presidir a Câmara dos Deputados, e tendo novas eleições, o que não está descartado em função da fenomenal crise, vir a ser o presidente da República por três meses, podendo ainda a concorrer na eleição a vice-presidente numa chapa tucana, encabeçada pelo senador José Serra. 

Quanto a Aécio, minha visão é a de que só será presidente sem eleição, ou seja, anulada a votação de Dilma, ele, como o segundo mais votado, assumiria. Serra ganharia a preferência tucana para o governador Geraldo Alckmin, seu aparente concorrente, porque este está se preparando para 2018. Para sair agora teria, portanto, que renunciar. A bola da vez é Serra.

Em 1985, o gênio Chico Buarque, na letra do samba que fez para a campanha vitoriosa de Jarbas prefeito, com sentimento e sensibilidade, disse: “Jarbas é a cara do povo, sente o que eu sinto, o que eu quero ele quer, é meu canto, é meu grito, é a voz do infinito, é palavra de fé”.

E Jarbas, como sempre – e isso ouvi de grandes nomes da política pernambucana e brasileira – nunca transigiu no seu estilo, sendo fiel aos princípios que norteiam até hoje suas ações na vida pública com o respeito dos aliados, ex-aliados, adversários e adversários que se tornaram aliados ou aliados que se tornaram adversários.

E aqui lembro Pelópidas, Egídio Ferreira Lima, Fernando Lyra, Eduardo, Roberto Magalhães, Joaquim Francisco, Marco Maciel, Roberto Freire, Maurílio Ferreira Lima e tantos outros, como o grande Paulo Cavalcanti, Byron, Marcos André, Cristina, Ulisses Guimarães, Pedro Simon, José Serra, Geraldo Alckmin, Aécio Neves, Armando Monteiro e Silvio Costa.

Tenho convicção de que Jarbas hoje representa todos esses, assim como tenho a certeza de que os vivos estarão juntos com ele. Quanto aos mortos, honrará suas memórias”.

Fernando Cunha – 27/08/2015

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