Juntando alguns rabiscos daqui e acolá, vamos construindo algo:

Nas eleições de outubro último, mais de 50 milhões de brasileiros repudiaram a escalada comunobolivariana do  lulopetismo  no comando do País em largo curso desde a assunção ao poder do demiurgo de Caetés.

É o dado mais importante na estratégia de enfrentamento ao desastre governista a ser agravado com  a reeleição da Sra. Rousseff para "presidenta" do Brasil.

Andrew Lobaczwsk, psicólogo polonês, ensina:"Quando um grupo de psicopatas cínicos e descarados assume o poder na sociedade, a histeria em proporções epidêmicas se espalha pela população". 

Passado as eleições de 2014, a vida volta ao normal e, além da luta  diária pela sobrevivência, continua a luta para superarmos  os problemas que afligem a vida dos mais pobres, especialmente daqueles  que residem na periferia da cidade e no campo.

Os indicadores sócio-econômicos de nossa cidade, não são nada animadores: poucas indústrias, desemprego, falta de perspectiva para a juventude, lojas fechadas, insegurança, violência, trânsito caótico, escassez de política pública, sem cultura,saúde precária, remessa de lucros para outros centros de negócio, municipalização da educação, ausência de lazer, aluguéis altos e valores exorbitantes dos imóveis à venda, além da problemática nacional com a alta dos preços, e a inflação, que corrói os salários dos trabalhadores.

Some-se a tudo isso, a ausência de política para a enorme população das casinhas, as agressões ao meio-ambiente(cadê a árvore do BB?) e de termos que ouvir as bravatas do prefeito, e de assistirmos a ousadia da legião do quarteto dos gênios da Nasa procurando cooptar os anjinhos para eleger um presidente da Câmara atrelado ao Governo, incluindo no pacote de bondades cargos com prazo de validade,numa sórdida armação e mostrou que o gordinho manda muito deseja  intervir na escolha do Presidente da Câmara dos Vereadores de SJE.

As mudanças que precisamos, ora exigidas pelos nossos conterrâneos, não acontecerão pela via de disputa interna na Câmara dos Vereadores, e nem tão pouco pelo governo das elites e da Legião Estrangeira, sob o comando do prefeito , ou de alguns políticos e parlamentares oriundos de outras correntes, mas pela ação direta dos nossos conterrâneos, os quais devem, em primeiro lugar, vestir a camisa da nossa cidade, culminado com o incremento da autoestima do nosso povo que aqui reside. Evidentemente que é apenas o primeiro passo rumo a nossa libertação, uma vez que a organização política dos nossos conterrâneos é essencial na luta pelas mudanças ora necessárias.

Fernando Cunha – Fé e Confiança em SJE.

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