17 curiosidades sobre camisinhas que você provavelmente não conhece

17 curiosidades sobre camisinhas que você provavelmente não conhece

Aqui no Mega Curioso já trouxemos para vocês, nossos caros leitores, artigos divertidos e repletos de fatos interessantes relacionados com o sexo, a anatomia feminina, a masculina, com lendas urbanas que circulam por aí e muito mais. No entanto, apesar de também termos publicado inúmeras matérias sobre camisinhas, ainda não tínhamos postado nada dedicado exclusivamente às suas curiosidades. Então, que tal conferir 17 que você provavelmente não conhece?

 

1 –Estima-se que aproximadamente 5 bilhões de camisinhas sejam usadas todos os anos no mundo;

2 – Durante a Segunda Guerra Mundial, os soldados encontraram uma utilidade inusitada para as camisinhas: eles usavam os preservativos para cobrir os canos dos rifles para evitar a entrada de água salgada no interior da arma;

 

3 – Aproximadamente 40% de todas as camisinhas vendidas no mundo são compradas por mulheres;

4 – A evidência mais antiga sobre o uso de preservativos — ou alguma forma deles — na Europa foi descoberta por arqueólogos em uma caverna em Combarelles, na França, na forma de pinturas rupestres datadas de 11 a 13 mil anos atrás;

5 – De acordo com registros históricos, os antigos egípcios já usavam camisinha em 1.350 a.C. e, além disso, usavam cocô seco de crocodilo como “reforço” graças à sua ação espermicida;

6 – No passado, os preservativos eram feitos com as bexigas e os intestinos de ovelhas, cabras e carneiros, e muitos deles eram reutilizáveis;

7 – Embora hoje em dia a maioria seja feita de látex, no passado as camisinhas também costumavam ser feitas de linho, couro, seda, pele de peixe e até metal;

8 – Os japoneses dispunham de dois tipos de preservativos: um era feito de pele de animal e o outro, provavelmente bem incômodo, de chifres ou casco de tartaruga;

9 – As camisinhas de “borracha” só foram inventadas mesmo no século 19 por Charles Goodyear, o famoso fabricante de pneus;

10 – Para produzi-las, os fabricantes mergulham moldes de vidro — com os mais variados formatos e tamanhos — no látex, esperam que o material seja curado. Depois, as camisinhas são retiradas das formas, lavadas e levemente empoadas para que não fiquem grudentas. Então, elas são testadas eletronicamente para comprovar que não tenham furos, enroladas, lubrificadas e, por último, embaladas.

11 – A preferência mundial varia um pouquinho: nos EUA parece que houve um aumento pela procura de modelos contendo materiais orgânicos e lubrificantes; já os europeus são chegados em texturas e designs diferentes, enquanto os brasileiros gostam de versões com sabores de menta e hortelã;

12 – Uma camisinha comum pode acomodar mais de 3 litros de líquido em seu interior;

13 – Na Nigéria, a palavra okpuamu significa preservativo, mas, literalmente, a tradução do termo seria algo como “chapéu para o pênis”;

14 – Reza a lenda que o ilustre italiano Casanova usava camisinhas com bastante regularidade — ainda bem! —, as quais ele aparentemente chamava carinhosamente de “redingote anglaise”, ou seja, capa inglesa para cavalgadas;

15 – Um total de 100 mil preservativos foram distribuídos aos atletas que participaram dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, o que significa que cada um recebeu em média 35 unidades;

16 – As camisinhas femininas surgiram na década de 90, mas não fizeram o sucesso esperado devido ao desconforto e dificuldade de uso;

17 – Desafio: tente repetir a palavra dinamarquesa para preservativo sem gaguejar: svangerskabsforebyggendemiddel. E aí, leitor, conseguiu?

 

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