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O Franchising Começou um Longo Declínio

Modelo genial de negócios, o franchising (franquia) foi a principal alavanca da atividade econômica mundial na segunda metade do século XX e nos primórdios do terceiro milênio.

O sistema é a versão mercantil da sociedade industrial. Adota, no comércio, a visão e os valores da produção em série, padronizada e massificada. Possibilitou a rápida e segura expansão de produtos, serviços e marcas a nível planetário, com notável índice de uniformização. Para citar, entre milhares disponíveis, dois exemplos consagrados, um internacional, outro legitimamente brasileiro: quem entra em uma loja da McDonald no mundo inteiro, sabe o que vai encontrar. O mesmo ocorre no Brasil com uma loja de O Boticário.

A grande sacada do franchising é entregar produtos de qualidade, a preços padronizados, através de milhares de parceiros. São pequenos ou médios empreendedores que se incorporam à rede como franqueados, aportando seu capital e sua capacidade de gestão para expandir um negócio alheio, de forma rápida e segura. Ganhando a sua parte, evidentemente.

O declínio do modelo fabril da produção em massa, o advento da era digital, a tendência para a customização e o espírito de liberdade cada vez mais arraigado, começam a colocar em xeque o sistema de franchising. Ressalte-se: é apenas o começo. A franquia ainda não está na berlinda. Porém o que ocorre é o suficiente para que ouse afirmar: o modelo franquia iniciou sua longa fase de decadência. Numa comparação com um dia de sol, passou das 12 horas. Ainda tem muito tempo pela frente, mas o declínio é inexorável.

Começa pelo mercado. A sociedade de produtos massificados está com as décadas contadas. Na era cibernética, as pessoas buscam cada vez mais a sua própria identidade. O atendimento personalizado das suas necessidades. A resposta sob medida. É isso que a franquia não permite. Sua força transforma-se no seu calcanhar de Aquiles.

Outra questão essencial: na avaliação dos custos/benefícios do modelo, os franqueados estão cada vez mais incomodados com a falta de liberdade para tocar os seus negócios. Estão descobrindo lentamente que viraram escravos de luxo. Ao invés de verdadeiros empreendedores são meros operadores do sistema. Financiados com os seus próprios recursos. Esses incômodos não representaram grande embaraço enquanto a opção disponível era o empreendimento por conta própria, com um risco altíssimo de fracasso.

Entretanto, começa a se formatar um novo modelo, que incorpora as vantagens e elimina os gargalos da franquia, por enquanto chamado de Free Commerce (não confundir com Free Ecommerce, o comércio livre pela internet).

Duas palavras são chave para compreender este novo modelo de expansão de negócios, que corresponde ao Sol nascente: customização e liberdade. O Free Commerce é uma resposta ao mercado que cada vez mais exige produtos personalizados, feitos sob medida. As atuais tendências da moda apontam cada vez mais para a customização. O princípio vale para os produtos em geral.

Por outro lado, o novo formato corresponde às aspirações dos empreendedores que cada vez mais querem ser Livres para tocar seus negócios. Sem depender das amarras de exemplos distantes e despersonalizados. Adaptando os modelos consagrados à sua própria realidade.

Como funciona o Free Commerce? É simples.

Os novos empreendimentos dos filiados são estabelecidos conforme um padrão e uma expertise. Os empreendedores pagam pela tecnologia e assistência, mas tocam seus negócios sem depender de ordens e humores do franqueador. Com liberdade para adaptar e customizar.

O modelo Free Commerce tem todas as vantagens da franquia e ao mesmo tempo uma flexibilidade que corresponde às tendências dos novos tempos.

É o futuro que está nascendo.

José Nivaldo Junior Publicitário.

Membro da Academia Pernambucana de Letras.

Fernando Cunha – 09/08/2017.

Fonte: Revista Moda & Negócios.

 

 

A TERRA DOS POETAS É NO MÍNIMO INUSITADA, TEMOS DISPUTAS POLÍTICAS QUE DURAM OS 04 ANOS, E A RUA DA BAIXA É O CALDEIRÃO QUE FERVE, ONDE A BANCA DE CHICO REÚNE A NATA E O PIB DOS CIENTISTAS POLÍTICOS POPULARES,REGADA COM CERVEJA GELADA, PETISCOS E MUITO TROLÓ LÓ.

SÃO JOSÉ DO EGITO É A TERRA DOS POETAS, ISTO JÁ É A SUA IDENTIFICAÇÃO, NINGUÉM TIRA MAIS, CONQUISTADA PELOS FARAÓS DA POESIA E LOURO É O EXPOENTE DESSE MARKETING.

AGORA O QUE EU VOU DIZER AQUI, É FRUTO DE DIVERSAS CONVERSAS COM O FÁBIO DA MATTA, HOMEM DE VISÃO DO PRONTOLAB, E OBSERVAÇÕES AO LONGO DO TEMPO QUE MOREI POR AÍ.

COM A INAUGURAÇÃO DO FUTURO EMPREENDIMENTO DO PRONTOLAB, QUE SERÁ SUA SEDE, E COM DIVERSOS SERVIÇOS, ESTÁ CONFIGURADO UM PÓLO MÉDICO NESTA REGIÃO, VEJAMOS ALGUNS PONTOS:

AS CIDADES CIRCUNVIZINHAS OBSERVAM EM SÃO JOSÉ DO EGITO, QUE A MESMA REUNE ESTAS CARACTERÍSTICAS.

A RUA  PAULO SOARES E JOÃO PESSOA, ESTÃO REPLETOS DE CLÍNICAS,CONSULTÓRIOS, COMO A DO AMIGO DR. SOARES, UMA DAS MAIS ANTIGAS.

 O HOSPITAL MARIA RAFAEL, QUE PODERÁ SER A TÃO SONHADA UPA; O LABORATÓRIO DE DR. ADILSON,ENTRE OUTROS.

AQUELA ÁREA E OS EMPREENDIMENTOS PRECISAM DE UM INCENTIVO MAIS ADEQUADO PARA SE DESENVOLVEREM MAIS;COMO A REDUÇÃO DE ISS EM TROCA DE EMPREGOS; MELHOR ILUMINAÇÃO; INCENTIVO PARA RESTAURAÇÃO DE CASAS ANTIGAS.

CADÊ OS VEREADORES? E OS PROJETOS? 

E AINDA TEMOS POETAS MÉDICOS QUE SÃO MUITOS, COMO RICARDO MOURA,EDINALDO,LAMARTINE PASSOS E QUE DEVERIAM FUNDAR UMA ASSOCIAÇÃO DE MÉDICOS POETAS.

E AS FACULDADES QUE VIRÃO, NECESSARIAMENTE TERÃO QUE INCLUIR OS CURSOS NA ÁREA DE SAÚDE.

O IMPACTO ACONTECE EM TODAS AS ÁREAS:CULTURA,COMÉRCIO,TURISMO.

FERNANDO CUNHA, 31/07/2017, ÀS 22:27HS