Monthly Archives: dezembro 2016

Queira ou não queiram os juízes, o matuto deu um show!

A campanha foi realmente bonita, bem cuidada, e teve muita energia, errou muito pouco ou quase nada.

Evandro em seus dois mandatos como Prefeito, deu uma alavancada em obras por toda a cidade.

O curioso nesta campanha, foi que Evandro ganhou usando o mote da Reconstrução de Romério do PT.

Romério do PT ganhou em 2012 com o slogan ” Reconstruir São José”, mas no decorrer do mandato, a cidade ficou abandonada;não teve a capacidade para ser diferente,terminando o mandato de forma melancólica, sem avanços.

Já o matuto acertou em tudo, e agora tem um grande desafio pela frente, onde terá que Reconstruir, literalmente São José!

O cenário de 2017 já é um grande desafio, mas conhecendo 10% do matuto, o homem é um trator.

Vejamos alguns desafios/sugestões,que ele tem pela frente:

Gerar empregos temporários, permanente,urgente para dinamizar a combalida economia do município.

Botar a equipe para pensar em soluções e alternativas.

Colocar a cultura pra moer, pois perdemos para outras cidades a pajunça, e com opções multiculturais

O turismo pode ser uma alternativa, mas precisa cuidar mais do patrimônio e os equipamentos culturais.

A caprinocultura, avicultura é outra alternativa.

Melhorar a infraestrutura das casinhas,pois é isolada da cidade, incentivando o empreendedorismo.

Ter mais atenção a Cidade-distrito de Riacho do Meio, criando condições de crescimento, melhoria da água,saneamento,lixo.

A saúde com a UPA vai melhorar e a futura faculdade também criará outro mercado.

Voltar a exposição de animais, Feap,incentivar a vaqueijada, cavalgada, e sua cadeia de valor e  produtos.

Incentivar o artesanato

A questão ambiental precisa ser repensada, a reciclagem, é um caminho a ser trilhado.

A criação de eixos rodoviários para tirar as cargas e caminhões da cidade, e criando novos espaços.

Utilizar o conceito de “smart cities”, cidades inteligentes; 

A bike egito é uma alternativa de qualidade de vida, vamos voltar com força galera, menos elite, mais povão.

 

Fernando Cunha; Cidadão Egipiciense, com formação em Matemática, Pós-graduado em Marketing Estratégico, MBA em Gestão e Planejamento Ambiental, Curso de Qualidade, pelo Disney Institute.

Carlos Chagas

De tempos imemoriais vem a observação de que muitas vezes o dia seguinte consegue ficar pior do que a véspera. Com todo o respeito, é o caso dos procuradores da operação lava-jato, que ameaçam suspender as investigações contra a corrupção e os corruptos, abandonando o trabalho a que se dedicam faz tempo.

Entende-se a exasperação dos doutores, até agora responsáveis pela mais importante ação de combate à roubalheira desenfreada. A Câmara dos Deputados demoliu projeto de inspiração dos procuradores, dez postulados que dariam mais eficiência à caça aos bandidos de colarinho branco. Em nota oficial, eles classificaram a votação da madrugada de quarta-feira, pelos deputados, de “golpe mais forte desferido contra a lava-jato em toda a sua História”. Caso o Senado também se manifeste assim, e se o presidente Michel Temer sancionar a aberração, os procuradores renunciariam coletivamente à missão desempenhada.

Quer dizer, os envolvidos nos crimes contra o patrimônio público celebrariam. Ficariam felizes por evitar as punições. Demonstrariam que roubar vale à pena. Que o crime compensa.

Trata-se de um erro fundamental, capaz de implodir o Ministério Público. De desmoralizar a nobre função de defesa da sociedade.

Os procuradores certamente deixaram-se influenciar pela emoção. Viram seu esforço fracassado por conta da ação de deputados empenhados em escapar da cassação de seus mandatos. Mais uma página de vergonha escrita pela quadrilha dos que já deveriam estar na cadeia.

Caso o Senado e, depois, o presidente da República, pratiquem o mesmo escândalo, a única saída para os procuradores seria redobrar seus esforços nas investigações e nas denúncias, aguardando as iniciativas da Justiça. O objetivo final é a punição dos meliantes, afastados e se possível, presos. Não há fator que justifique a omissão. Renunciar, nunca.

Fernando Cunha – 03/12/2016.