Monthly Archives: abril 2016

 

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Festa do Avante! é uma festa cultural e musical com a duração de 3 dias, realizada pelo Partido Comunista Português. É o maior evento político-cultural realizado em Portugal.[1] É realizada na Quinta da Atalaia, freguesia da Amora, concelho do Seixal, perto da Baía do Seixal. É construída todos os anos com trabalho voluntário de cerca de 12 mil pessoas, entre militantes e amigos, e onde são contabilizadas cerca de 20 mil horas de trabalho a erguer, decorar e equipar cerca de 22 mil metros quadrados. É aberta ao público em geral.

Todos os anos, os visitantes podem assistir a peças de teatroranchos folclóricosgrupos coraisdança e concertos de váriosgéneros musicais (incluindo música clássica) nos vários palcos, por onde passam dezenas de grupos de artistas. Realizam-se variados debates políticos com a participação de vários dirigentes do PCP e a feira do livro, do disco, do artesanato entre vários outros programas desportivos e culturais.

O ano de 2016 é político e inevitavemente o povo entra na briga, tanto oposição e situação.

Nestas pequenas linhas vou tentar fazer perguntas, que claro não tenho as respostas, pois se trata de um campo teórico, que suscita paixões,dúvidas,debates fervorosos, cada um fazendo a sua defesa.

1- Avante foi usado também por Hitler quando invadia os países e destruía!

2- O trevo usado tem quatro partes, conforme a figura mostra:Fé, Amor, Esperança,Sorte!

3 – O  psb40 tem como tema de campanha a Esperança, e a Fé, sabia? Eduardo foi eleito desse jeito.

4 – Fazer reuniões separadas entre aliados como estratégia é Amor? outro ponto do trevo.

5- Realmente vão precisar de sorte, pois eleição igual não ocorre.

6-  Eu não acredito que vão marchar separados, sabe porquê? é corda de carangueijo, um depende do outro!

7- Um tem voto,que só, não se elege, o outro é prefeito que está no poder, que ainda está no reino da fantasia, que sabe pode acontecer.

8 – A falta de humildade pode levar a queda! lembra muito Dilma do pt. Mas tem blogueiro que acredita.

10 – Parece que falar na rádio todo sábado cria um ação inversa. Não cria empatia.

11 – Temos alguma obra estruturadora?

12 – Quando você se torna a melhor propaganda do outro.

 

Qualquer semelhança é mera coincidência

Fernando Cunha – Um sábado de boa leitura

 

As razões de Meirelles para voltar

O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, após reunião com o vice-presidente Michel Temer

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A escolha de Henrique Meirelles como ministro da Fazenda de um eventual governo Michel Temer é dada como certa. Meirelles era o nome preferido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para substituir Guido Mantega no segundo governo Dilma Rousseff. Mesmo antes disso, sempre foi cotado, mas jamais aceitou voltar ao governo. O que o levaria a aceitar agora?

Há duas explicações. A primeira diz respeito ao cenário econômico. Quando presidente do Banco Central, no governo Lula, ele exigiu o status de ministro para o cargo e sempre usufruiu autonomia absoluta para tomar decisões. Mantinha os juros onde fosse necessário. Mas sempre se queixava do impacto da trajetória da dívida pública nas taxas. Fazia questão de atribuir a responsabilidade por isso à Fazenda e dizer que, de outro modo, os juros poderiam ser mais baixos.

Meirelles nunca foi um operador de mercado, como outros presidentes do BC. Mas sempre teve tino político e uma fenomenal capacidade de montar equipes. Deve-se a ele o único período contínuo, desde o Plano Real, em que o governo cumpriu à risca o centro da meta inflacionária. Antes, a inflação sempre ficava pouco acima e, depois que a presidência passou para Alexandre Tombini, a praxe se tornou beirar o limite superior, até que a inflação saiu do controle no atual mandato de Dilma.

A primeira explicação para a possível volta de Meirelles está justamente na atual tendência de queda na inflação. Ao longo dos próximos dois anos, há uma perspectiva concreta de que ela retorne ao centro da meta. Por isso mesmo, uma das exigências de Meirelles a Temer para aceitar o cargo foi nomear o presidente do BC. Será na certa alguém com autonomia para manter os juros onde for necessário para que a inflação caia ainda mais rápido.

A outra condição caberá ao próprio Meirelles, ao comandar aquele ministério que sempre foi objeto de suas críticas veladas, desde a subsituição no cargo de Antônio Palocci por Mantega, no governo Lula. Se aceitar o cargo, é porque acredita ser possível equilibrar as contas do governo, fora do controle pelo menos desde as fraudes fiscais, implementadas pelo então secretário do Tesouro de Mantega, Arno Augustin, que levaram ao atual processo de impeachment de Dilma.

Não se sabe ainda o plano de Meirelles para reduzir o déficit público. Se com cortes de gastos, aumentos localizados de impostos, maior eficiência na gestão, a ajuda de reformas no Congresso ou uma mistura de tudo isso. Mas, se conseguir derrubar a dívida pública, isso abrirá espaço para queda maior nos juros sem pressões inflacionárias. O efeito na economia será imediato. Meirelles terá, então, sido o responsável por aquilo que Dilma gostaria de ter feito ao longo de seus governos: deixar num patamar mais baixo os juros reais mais altos do mundo.

Chegamos então à segunda explicação para a provável volta de Meirelles. Se tiver sucesso e conseguir mesmo recuperar uma economia que vive sua maior recessão pelo menos desde os anos 1930, o que vem depois? Ele nunca escondeu suas ambições políticas. O PMDB já declarou que pretende lançar candidato próprio em 2018. Mas Temer tem feito questão de dizer que não concorrerá, caso fique no poder até o final do mandato de Dilma – afirmou até que encaminhará uma emenda constitucional para acabar com a reeleição.

Bem, a conclusão é inescapável: Meirelles seria candidatíssimo à sucessão de Temer. Em 2018, enfrentaria provavelmente seu ex-chefe Lula nas urnas, se a Lava Jato deixar. Ou o PSDB constrói consenso em torno de um de seus nomes – Aécio Neves, Geraldo Alckmin ou José Serra –, ou então corre o risco de ficar a reboque não apenas do governo Temer, mas também da futura candidatura Meirelles.

 
Fonte: G1 – Hélio Gurovitz – 28/04/2016
Fernando Cunha
 

23/04/2016 11h23 – Atualizado em 23/04/2016 14h53

'Sou livro sem letra', diz poetisa de 86 anos ao entrar pela 1ª vez em escola

Ela aprendeu a ler e escrever escondido e via aulas do lado de fora da sala.
Após morte de marido, idosa criou 5 filhos trabalhando em roça e carvoaria.

Kamylla LimaDo G1 Caruaru

A poetisa Regilda Pereira Simões da Silva tem 86 anos de idade e nunca tinha entrado em uma escola. A contradição existe porque quando criança ela era proibida de estudar – aprendeu a ler e escrever escondido com a ajuda de dois irmãos. "Quem nunca estudou é um livro sem letra", diz a idosa, em referência aos próprios versos: Eu sou um livro sem letra / Eu sou um jardim sem flor / Sou remédio sem receita / Um colorido sem cor.

Ela entrou em uma sala de aula pela primeira vez esta semana. Em uma escola de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, a idosa leu poesias para alunos do ensino fundamental, foi aplaudida e ficou emocionada. "Estou vivendo na velhice o que não vivi na minha infância".

Quando era criança ia para a escola onde os irmãos mais velhos estudavam e, do lado de fora do prédio, ouvia atenta às lições da professora. Antes do final da aula, corria do local para não ser vista.

 
 
 

Regilda conta que nunca entrou em uma sala de aula porque "não era permitido" para as meninas. "Eu nunca tive o direito de estudar", relembra. Aos seis anos de idade, quando saía correndo para não ser vista pelos estudantes, ela diz que cantarolava as vogais.

Eu nunca tive o direito de estudar"
Regilda Pereira Simões da Silva, 87 anos

O interesse em aprender foi notado pelos imãos – que a ajudaram. Regilda contou que eles ensinavam para ela o que aprendiam na escola. "Mulher não tinha direito de estudar. 'Para que mulher aprender a ler?' Era o que diziam para mim e para todas", relembra.

Além da ajuda dos irmãos, contou também com a própria força de vontade. "Eu pegava um lápis, naquela época era uma pena, molhava na tinta e todo o papel que via, eu ia cobrir as letrinhas".

Quando adolescente, ela diz que recebia cartas de uma amiga do Rio de Janeiro. "Ela mandava para mim e eu cobria por cima da letra dela, foi assim que fui aprendendo ao longo dos anos". A caligrafia também a ajudou a aprender a escrever. "Tinha um livro bem grande de caligrafia. Era uma coisa muito boa, com letras bem feitas. Eu ia tentando, tentando até conseguir".

 
 
 

Mãe de cinco filhos, o primeiro marido morreu e ela se viu sozinha para cuidar das crianças. Precisou trabalhar na roça e fazer carvão. Durante a entrevista, explicou que "era uma vida muito sacrificada" e pediu para falar pouco sobre o assunto.

"Era tão difícil porque a pessoa fazia, botava fogo, às vezes incendiava. Quando ia ver, só tinham as cinzas. O trabalho ia todo embora". Ela só casou novamente quando os filhos já estavam adultos e diz que só aceitou o pedido do pretendente porque "sentia muita solidão".

A vida de dificuldades fez com que ela escrevesse um diário. Nele escrevia sobre tudo, as angústias do passado. "Falei no diário que queria não ter nem nascido, que queria ter nascido morta, que queria ter sido um aborto. Como pode a pessoa nascer e ter uma vida sacrificada como a que eu tive?". Ela conta que os filhos encontraram o diário e esconderam.

Poetisa Regilda Pereira de Caruaru (Foto: Kamylla Lima/G1)Poetisa entrou em sala de aula pela primeira vez e declamou para estudantes (Foto: Kamylla Lima/G1)

Cordel despertou interesse
Proibida de estudar, Regilda absorvia o que podia apenas ouvindo. Enquanto escutava os cordeis lidos por um tio no sítio onde moravam, em Quipapá, no Agreste, ela decorava as histórias contadas em rimas.

Como pode a pessoa nascer e ter uma vida sacrificada como a que eu tive?"
Regilda Pereira

"Tinha um tio, da parte do pai, que lia muito bem. Todo domingo eles se reuniam e iam ler folheto de cordel. Eu ficava ali admirando. E eu decorava só de ouvir. Ainda hoje me lembro de alguns cordeis", relembra a idosa.

Apesar da facilidade com as letras, os números não eram bem-vindos para a poetisa. "A família via que eu tinha aprendido. Eles mesmos se admiravam pela minha facilidade. Só tinha uma coisa que eu não decorava: era conta. Não entrava na minha cabeça. Ainda hoje não entra", relembra.

De analfabeta a poetisa
Surgiu. Assim ela descreve como iniciou a escrever poesias e poemas. "Um dia cheguei em casa, sentei e comecei a escrever. Desse negócio de poesia, já comecei adulta". Ela contou que no começo escrevia sempre à noite. Os textos são sobre o filho – que está paralítico há 17 anos – ou sobre "qualquer coisa que me toque o coração".

Regilda disse que começa a escrever, mas nem sempre termina as poesias. Todas as obras são guardadas em uma caixa, em folhas soltas. "Começo e deixo para lá. Não sei por que, só sei que algumas eu não quero terminar. Mas, muitas que tenho feito, falam das coisas da vida ao meu redor. Eu aprendi a ler mais nos olhos das pessoas, vendo o caráter, do que nos livros. O meu colégio é o mundo, a natureza".

Trechos de obras
"Deus fez o homem de barro
Com coração de criança
Com a saliva dos seus lábios
Deu voz, sabedoria e confiança
Com o sopro deu-lhe a vida
Deus transformou em seguida
À sua imagem e semelhança".

"Eu não sei se vou pra lua
Lá é um cárcere privado
Só são dois que chegaram lá
E ficaram encarcerados".

"Dizem que tem sete luas
Só quatro se fazem presentes
Lua cheia, Lua Nova,
Lua Minguante e Lua Crescente
Escolhe pra ir à Lua
Pessoa eficiente
Quando a Lua se esconde
Onde fica tanta gente?".

"Eu sou um livro sem letra
Eu sou um jardim sem flor
Sou remédio sem receita
Um colorido sem cor

Nado num rio sem água
No peito não tem mágoa
Sou a fonte do amor

Eu sou um dia sem sol
Sou a noite de luar
Sem ter ninguém ao redor
tenho uma estrela a brilhar".

G1 – 24/04/2016

Fernando Cunha

Saiba como enfrentar a crise econômica com dez ações dentro de casa

 

2013-12-19-contas

Educador financeiro dá dicas para auxiliar as famílias a enfrentarem a situação com disciplina

Colocar em prática ações de economia em casa podem auxiliar a família se a crise decidir bater na porta. Para tanto, será necessário fazer um diagnóstico financeiro detalhado dos gastos, descobrindo para onde está indo cada centavo do dinheiro.

O educador financeiro e presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, dá orientações para enfrentar a situação com consciência e disciplina.

CONFIRA AS DICAS DO ECONOMISTA

1) Os gastos de energia elétrica são um dos que mais apresentam excessos. Basta pensar em quanto tempo usa o chuveiro e quantas vezes deixa as luzes ligadas ou a geladeira aberta. Sem contar no uso de televisão e de computador. Por isso, vale a pena agir com mais cautela, pois reduzir essa despesa representará uma economia substancial no final do mês.

2) O uso de telefone também deve ser repensado, fazendo uma análise entre os valores do fixo e do celular. É preciso comparar o valor das tarifas sempre que possível. A opção deve ser pela menos custosa e não pela mais prática.

3) A reciclagem de produtos também deve ser priorizada. O desperdício é recorrente, portanto, é possível reciclar desde alimentos até roupas e materiais escolares, sem perder a qualidade.

4) Reflita melhor sobre as compras de roupas, eletrônicos, etc… Muitas dessas são feitas por impulso, sem que se tenha uma real necessidade. Sempre falo que é interessante deixar a compra para o dia seguinte, e só efetivar se realmente for relevante.

5) Antes de ir ao supermercado, faça uma lista de compras. Tenha também cuidado com as "promoções". Quantas vezes compramos o famoso "pague dois e leve três" e acabamos perdendo produto por causa de validade e, consequentemente, perdendo dinheiro.

6) Compare os preços quando for às compras. Seja em lojas, supermercados ou até restaurantes; é fundamental que se faça essa comparação, pois as variações são, muitas vezes, consideráveis. Evite produtos de "grife", uma vez que nem sempre representam um produto de qualidade superior, mas apenas status.

7) Busque soluções de lazer mais econômicas. É possível se divertir sem gastar muito. Reserve para ir em locais mais caros em ocasiões especiais.

8) Economize ao utilizar o veículo. Não é necessário fazer tudo de carro; andar pode ser saudável e econômico. Além disso, é importante manter o carro revisado para que imprevistos não estourem as finanças.

9) Valorize o que possui. Se preocupe com a organização e cuidado com os bens materiais. Muitos gastos extras são ocasionados por descuido ou desleixo que ocasionam quebras e perdas, criando necessidade de reposição.

10) Na utilização de gás e água também é possível economizar. Evite deixar o fogo, o chuveiro e as torneiras ligadas sem necessidade e busque reutilizar a água sempre que possível.

Fonte: http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/dia-a-dia/noticia/2016/04/saiba-como-enfrentar-a-crise-economica-com-dez-acoes-dentro-de-casa-5766523.html

FONTE: REINALDO DOMINGOS

FERNANDO CUNHA

VALE A LEITURA PARA ENTENDER E FAZER PRESSÃO POPULAR! – FERNANDO CUNHA

uarta-feira, 20/04/2016, às 13:04, 

Internet com franquia de dados faz segurança digital ser custo extra

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras.

 

Switch de RedeAlgumas das prestadoras de serviços de internet do Brasil – Oi, Net/Claro e Vivo/GVT -, estão consolidando a oferta de planos de internet fixa com franquias de dados. É o mesmo tipo de limite que já é conhecido na internet móvel. Nesses planos, programas e recursos de segurança, como antivírus e atualizações, também estão entre as funcionalidades que competem pela preferência do usuário no uso do pacote mensal de dados.

 

A quantidade de dados da franquia varia conforme o plano e com o provedor, mas, como o limite obriga o consumidor a calcular e considerar o que acessa, as empresas têm recebido críticas de internautas, que iniciaram um Movimento Internet Sem Limites. Além disso, o Ministério Público do Distrito Federal está investigando a prática e o Ministério da Justiçapediu explicações.

 

O contrato das operadoras prevê bloqueio ou redução de velocidade após a franquia ser excedida. Ainda assim, a franquia, embora prevista, não está valendo para todos.

 

Embora existam provedores comercializando planos sem franquia, a falta de disponibilidade técnica pode obrigar o consumidor a escolher entre os serviços das operadoras com franquia. Como um dos pilares da segurança é a "disponibilidade", ficar sem internet por causa da franquia também é um "risco", especialmente se o consumo dos dados pode ocorrer acidentalmente. Mas a segurança pode ainda ter impacto no consumo dos dados.

 

Sensor de dados do Windows 10 mostrando consumo mensal de 332,1 GB em um único computador. Consumo, obtido em uma conexão de 50 Mbps, é maior do que a franquia oferecida em conexões mais velozes e aproximadamente o dobro da oferecida para a velocidade. (Foto: Reprodução)

 

O consumo de dados da segurança
O impacto na segurança pode ser bem direto. Quase todos os protocolos de rede ficam mais "pesados" (consomem mais dados) quando se coloca uma camada de segurança e medidas para reduzir o consumo de rede podem deixar o acesso mais inseguro.

 

Os sites seguros da web – os que utilizam o "cadeado" – já tiveram duas brechas diferentes ligadas ao uso da compressão de dados. Os ataques, conhecidos como "Crime" e "Breach", se aproveitam da previsibilidade da compressão de dados para quebrar a proteção do "cadeado" e conseguir espionar o tráfego. Um site pode optar por não utilizar a compressão de dados para aumentar a segurança. Isso, numa internet limitada, vai "custar mais" para o internauta visitante.

 

De acordo com dados do Google, sites com "cadeado" usam 2% mais dados para transferir a mesma informação se as condições forem iguais. Se a compressão de dados for desativada em nome da segurança, o consumo tende a aumentar mais: dependendo da página, o consumo pode triplicar.

 

Outra atividade comum ligada à segurança são as atualizações de software, como o sistema operacional, navegadores e antivírus, além de todos os aplicativos do celular. Tudo isso consome recursos da franquia de dados. Em uma residência com três ou quatro celulares e dois computadores, por exemplo, essas importantes atualizações de segurança podem rapidamente consumir uma quantia significativa da franquia, suficiente para poder assistir um episódio ou dois (dependendo da qualidade) no Netflix.

 

Evitar as atualizações não é uma boa opção nem mesmo para preservar a própria franquia. Ficar sem as atualizações deixa o computador vulnerável a infecções por vírus. A instalação de um vírus, por sua vez, pode ocasionar uso de dados, especialmente se o sistema for integrado a uma "rede zumbi" da praga digital. Isso vai acelerar o consumo da franquia.

 

Em outras palavras, parte da franquia contratada já está "morta" porque terá de ser usada para as manutenções periódicas dos programas.

 

Consumo de difícil controle
Com franquia de dados e potencial bloqueio do acesso, internautas brasileiros podem ainda ser vítimas de uma nova classe de "ataques de negação de serviço" em que o objetivo seja esgotar a franquia de dados para prejudicar o acesso à internet.

 

O objetivo usual de um ataque de negação de serviço é esgotar a capacidade da conexão e a rede volta ao normal assim que o ataque para. O fato de serem ataques com impacto momentâneo desencoraja esse tipo de atividade. Mas, com franquia de dados, o objetivo pode ser o consumo da franquia, com um efeito duradouro.

 

É difícil de imaginar um criminoso com motivação para realizar esses ataques hoje, mas também não é possível descartar a possibilidade.

 

Usuários vão ainda "pagar" pelos downloads de vírus ou códigos maliciosos embutidos em sites infectados e por recursos de segurança como a proteção em "nuvem" incluída no Windows 10 e outros produtos, bem como pelo envio de dados de telemetria (análise de uso) e diagnóstico (para conserto de erros). Embora esses dados não representem um consumo significativo, eles ilustram bem a dificuldade de se controlar o vai-e-vem de dados da rede.

 

Internet despreparada
A internet de hoje, para computadores, não foi pensada para um acesso com franquia. Os programas também não e não vai ser possível simplesmente adaptar tudo sem algum sacrifício.

 

A franquia universalizada pode ter um impacto no conteúdo da internet brasileira, mas isso é outra discussão.

 

Imaginar, porém, que alguém pode acabar desativando ou ignorando as atualizações em algum momento para evitar consumir aquele pouco de franquia que ainda resta, ou deixar para o fim do mês quando a franquia foi excedida e o acesso está mais lento, é uma ideia bastante preocupante para a segurança dos brasileiros.

 

Foto: Mario Alberto Magallanes/Freeimages

FONTE: g1

20/05/2015 11h23 – Atualizado em 20/05/2015 11h23

James Cameron, de 'Avatar', cria painéis solares em forma de girassol

Estruturas em forma de girassol têm 9 m de diâmetro e 5 m altura.
Painéis fornecerão 90% da energia de escola em que foi instalado.

O cineasta James Cameron criou uma estrutura de painéis solares com forma de girassol que foi apresentada nesta terça-feira (19) em uma escola na Califórnia. O projeto estará disponível na internet em código aberto para que qualquer pessoa possa construí-lo.

A estreia destes painéis aconteceu no colégio MUSE, no condado de Los Angeles, um centro educativo fundado por Suzy Amis Cameron, esposa do cineasta. O sistema forcecerá 90% da energia necessária para o funcionamento da escola.

Foram instaladas cinco estruturas em forma de girassol com nove metros de diâmetro cada uma e quase cinco metros de altura, equipadas com 14 "pétalas", ou placas solares, que giram automaticamente para acompanhar a trajetória do sol, com o objetivo de otimizar a geração de energia fotovoltáica.

O mais inovador da tecnologia é seu design, o mesmo que Cameron colocará à disposição dos interessados na internet de forma livre e gratuita. Os sistemas de giro em placas solares à imagem e semelhança de girassois já serem utilizados no setor.

A data e o endereço onde o projeto será disponibilizado ainda não foram divulgados. Cameron registrou a tecnologia para obter a patente e não permitir que terceiros reivindiquem a autoria e "restrinjam seu uso em código aberto".

"O design foi feito com a intenção de criar uma peça de arte funcional. A forma é uma celebração de vida. Ao combinar tecnologia funcional com uma estética prazerosa, os girassois serão bem-vindos em qualquer lugar, em shoppings, parques e escolas", disse Cameron.

O chamado MUSE Sun Flower Project foi um presente de aniversário do diretor de "Avatar" para sua mulher, e foi mostrado pela primeira vez no baile anual da escola, em 16 de maio.

O colégio está estudando possíveis colaborações para estender os benefícios da energia dessas placas solares além de seu próprio campus.

Painéis solares instalados por James Cameron, diretor de 'Avatar', em escola da Califórnia dirigida por sua esposa. (Foto: Divulgação/Muse School)Painéis solares instalados por James Cameron, diretor de 'Avatar', em escola da Califórnia dirigida por sua esposa. (Foto: Divulgação/Muse School)
FONTE: G1 – FERNANDO CUNHA – 14/04/2016

SE A MODA PEGA….IMAGINA DIA FEIRA NO SERTÃO….CUIDADO, CENAS FORTES

Mercado alemão atrai dezenas após oferecer produtos grátis a clientes nus

Promoção foi realizada por supermercado em Süderlügum.
Cada cliente podia levar produtos no valor de até 270 euros.

 

Um supermercado em Süderlügum, na fronteira entre Alemanha e Dinamarca, foi invadido por compradores nus no sábado depois que o estabelecimento fez uma promoção e ofereceu produtos grátis para os primeiros cem clientes (veja vídeo).

Supermercado alemão fez promoção para clientes que estivessem nus. (Foto: Reprodução)Supermercado alemão fez promoção para clientes que estivessem nus. (Foto: Reprodução)

Segundo o jornal alemão "The Local", os clientes chegaram a acampar ao lado do supermercado "Priss", na esperança de estar entre os cem primeiros que poderiam levar mantimentos no valor de até 270 euros (R$ 700).

Promoção foi realizada por supermercado em Süderlügum. (Foto: Sebastian Iwersen/AFP)Promoção foi realizada por supermercado em Süderlügum. (Foto: Sebastian Iwersen/AFP)

O gerente do supermercado, Nils Sterndorff, disse que ficou surpreso pela quantidade de pessoas que tentaram aproveitar a promoção de inauguração.

Cada cliente poderia levar mantimentos no valor de até 270 euros. (Foto: Reprodução)Cada cliente poderia levar mantimentos no valor de até 270 euros. (Foto: Reprodução)

De acordo com a polícia, a promoção atraiu cerca de 250 clientes, principalmente dinamarqueses, que geralmente aproveitam os preços mais baratos de bebidas alcóolicas de confeitaria do lado alemão da fronteira.

 

Promoção atraiu dezenas de pessoas. (Foto: Sebastian Iwersen/AFP)Promoção atraiu dezenas de pessoas. (Foto: Sebastian Iwersen/AFP)
Fonte: G1

Empresas médias

Sem crédito, médias empresas lutam para sobreviver

Publicado em 11/04/2016 , às 11 h33

Do Estadão Conteúdo

 

Grandes bancos hoje oferecem a negócios que faturam centenas de milhões de reais as mesmas condições de microempresas / Foto: Acervo

Grandes bancos hoje oferecem a negócios que faturam centenas de milhões de reais as mesmas condições de microempresasFoto: Acervo

 

A crise chegou para todos, mas um grupo de empresas que ganhou escala nos últimos anos, porém ainda não estão com gestão totalmente profissionalizada, mostra-se mais vulnerável neste momento de vendas em baixa e aperto do crédito. Consideradas até pouco tempo atrás a "mola propulsora" do crescimento econômico, as médias empresas – indústrias, varejistas e prestadoras de serviços que geralmente têm controle familiar e faturam de R$ 20 milhões e R$ 500 milhões por ano – agora se veem ameaçadas pela turbulência econômica que não parece ter data para terminar.
 
"Se as médias começarem a quebrar, como já está acontecendo, virá a tragédia do desemprego para o Brasil", diz Marcelo Gomes, sócio-diretor da consultoria Alvarez & Marsal, especialista em recuperação de negócios em crise. Segundo levantamento feito em 2015 pela área corporativa do HSBC, há 7,7 mil negócios do gênero no País, que respondem por 13,7% do total nacional de empregos.
 
Grandes bancos hoje oferecem a negócios que faturam centenas de milhões de reais as mesmas condições de microempresários – Itaú, Bradesco e Santander trabalham, por exemplo, com a categoria PME (que junta micro, pequenas e médias empresas sob um só "teto"). Os balanços desses bancos refletem a gravidade da situação atual dos pequenos e médios negócios. No Itaú, a inadimplência das PMEs é 277% maior do que a das grandes companhias; no Bradesco, a diferença é de 1.000% e os calotes chegam a superar os das pessoas físicas.
 
No Santander, diz o diretor de empresas e instituições Ede Viani, são consideradas empresas médias as com receita entre R$ 20 milhões e R$ 200 milhões. Ele explica que esses negócios são atendidos em espaços específicos, e não nas agências. No que se refere aos juros, contudo, fontes dizem que não há distinção entre pequenas e médias. "O custo (de financiamento) está maior, até mesmo para as empresas grandes", frisa Viani.
 
As taxas de juros para refinanciar empresas médias hoje encosta em 20% ao ano. É o que ocorreu com o empresário Vanoil Pereira, dono da empresa de calçados Passarela. Depois de investir para ampliar o e-commerce da marca, ele se viu sem caixa para enfrentar o período de vendas magras. Resultado: está em fase de renegociação com cinco instituições. Em um dos alongamentos, o juro anual ficou em 17%.
 
SAÍDA – O que Pereira e outros empresários em dificuldades tentam fazer é garantir que a renegociação de seus débitos seja feita por via extrajudicial. "As empresas querem evitar a todo custo a recuperação judicial", diz Gomes, da Alvarez & Marsal. Fontes dizem que essa saída hoje é vista como uma "sentença de morte" pelos credores. 
 
Apesar disso, nos últimos meses, varejistas como Barred’s (roupas femininas), BMart (brinquedos) e GEP (dona da Luigi Bertolli, da Cori e da representação da Gap no Brasil) tiveram de pedir recuperação judicial, que garante um período de seis meses para negociar com credores. 
 
"As empresas sempre acham que vão sobreviver à crise e só buscam ajuda quando a situação está insustentável", diz a advogada Juliana Bumachar, sócia do Bumachar Advogados Associados. Segundo a especialista, as médias só buscam ajuda quando a recuperação judicial já é praticamente inevitável. 
 
É o caso da catarinense Indigo Jeans, que fatura R$ 70 milhões e sofre com o alto endividamento. A têxtil mudou a gestão e contratou Luis Paiva, da Corporate Consulting, para fazer reestruturação financeira e operacional. A nova direção chegou em janeiro, mas, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo, a avaliação é que as chances de sucesso seriam maiores se a troca de gestão tivesse sido feita seis meses antes. 
 
Com 500 funcionários, a têxtil, que tem marca própria e é fornecedora da Renner, tenta reativar as exportações para aproveitar o dólar alto. Como muitas empresas do mesmo porte, ela tem só uma saída: correr contra o relógio.
 
Fonte: JC – 11/04/2016  – Fernando Cunha

Inadimplência cresce 7,5% e Brasil tem 58 milhões de pessoas negativadas

Publicado em 11/04/2016 , às 12 h46

Da Agência Brasil

 

A pesquisa mostra que a inadimplência atinge 39,64% da população com idade entre 18 e 95 anos / Foto: Acervo

A pesquisa mostra que a inadimplência atinge 39,64% da população com idade entre 18 e 95 anosFoto: Acervo

 

Mais de um terço da população brasileira está com dívidas em atraso, segundo levantamento feito em conjunto pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. Em março, 700 mil pessoas entraram para a lista de inadimplentes, elevando o saldo de negativados para 58,7 milhões. Esse número é 1,2% maior do que no mês passado e 7,5% acima do registrado em março de 2015.
 
A pesquisa mostra que a inadimplência atinge 39,64% da população com idade entre 18 e 95 anos. Por região, o Nordeste aparece com o maior número absoluto (15,7 milhões). Nesta região, total de devedores em atraso vêm crescendo há oito meses consecutivos e está 8,09% superior ao mesmo mês do ano passado. Na região Centro-Oeste , houve aumento de 4,64%, no Norte (4,23%) e no Sul (3,10%).
 
IRREAL – Já na região Sudeste o levantamento foi prejudicado, segundo o economista Flávio Borges, gerente financeiro da SPC Brasil. Ele afirmou que os dados deixaram de representar a realidade diante da lei estadual de São Paulo (16.569/2015). Por essa lei, a negativação do nome só pode ser feita após o envio de carta registrada ao devedor e sua devolução com a assinatura de ciente do débito.
 
Na avaliação de Borges, o aumento da inadimplência se deve à crise econômica. É uma situação que “reflete o aumento do desemprego e da inflação em alta que corrói o poder de compra”, disse ele. O economista observou ainda que, “em tempos de bonança quando há maior oferta de crédito, há também um crescimento da inadimplência, mas acompanhado de mais crédito e de consumo, fato que agora ocorre inversamente com restrição ao crédito e menos consumo.”

 

Fonte: JC – 11/04/2016 – Fernando Cunha

Toinho da Transbraz e família são verdadeiros vencedores, tiveram sorte? Trabalharam dia, noite, madrugada….quanto mais trabalham, mais sorte tem….Sucesso sempre TRANSBRAZ, o seu destino é cruzar o mundo!

EMPRESA PERNAMBUCANA TRANSBRAZ É AUTORIZADA A OPERAR LINHAS INTERESTADUAIS

Veículo DD da Transbraz. Foto: Edvan Bezerra Jr.Veículo DD da Transbraz. Foto: Edvan Bezerra Jr.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres divulgou na semana passada a terceira relação de empresas que estarão autorizadas a operar linhas interestaduais. Foram 16 novas empresas que receberam a permissão para operar linhas em várias regiões do país. Com isso, são 146 empresas autorizadas a circular regularmente, fazendo viagens rodoviárias.
 
Na nova relação, disposta na Resolução Nº 5.062, de 30 de março de 2016, e publicada ontem no Diário Oficial da União, constam as empresas Emtram, Real Maia, Real Alagoas, Cattani Sul, Unesul, Pernambucana, Alfa Luz, Expresso Metrópolis, só para citar as mais conhecidas. A empresa pernambucana de São José do Egito, TransBraz, também está presente na nova lista.
Foto: Júlio César.

Foto: Júlio César.

Fernando Cunha – 08/04/2016