Monthly Archives: dezembro 2015

Se alguém tem causado tristeza, não o tem causado apenas a mim, mas também, em parte, para eu não ser demasiadamente severo a todos vocês. A punição que lhe foi imposta pela maioria é suficiente. Agora, pelo contrário, vocês devem perdoar-lhe e consolá-lo, para que ele não seja dominado por excessiva tristeza. Portanto, eu lhes recomendo que reafirmem o amor que têm por ele. (2 Coríntios: 2.5-8).

Guilherme de Pádua ironiza no Facebook e Glória Perez rebate

Publicado por  em Notas às 11h11

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Com informações de Julio Cirne
Especial para o Social1

O ator Guilherme de Páudua tem causado polêmica nas redes sociais. Uma foto mostrando o corte de cabelo incomodou a autora de novelas Glória Perez (@gloriafperez) , que o chamou de psicopata no Twitter.

A postagem é do dia 3 de dezembro. O ex-ator fez piada com o corte de cabelo no estilo “presidiário” “KKK acho que vou adotar… vai ser bom para visitar os presos na cadeia”, diz o ator, que esteve preso após ser condenado pelo assassinato da atriz Daniela Perez, filha de Glória Perez, em 1992.

Na época do assassinato, há exatos 20 anos e um dia, Guilherme de Pádua integrava o elenco da novela De corpo e alma, escrita por Glória Perez. Daniela também estava no elenco e era par romântico de Guilherme, que “justificou” o assassinato da jovem alegando se tratar de uma vingança à Glória, que não dava destaque a seu personagem na trama.

Em resposta á publicação no Facebook, Glória Perez publicou um twíte em que dizia “O psicopata fazendo piadinha”, mas apagou o post segundos depois de publicá-lo.

Não são raras as vezes em que a novelista global usa as redes sociais para criticar o assassino da filha. Cerca de 20 anos depois do assassinato de Daniela, Glória Perez entrou em atrito com o apresentador Ratinho, que entrevistou Guilherme de Pádua em seu programa no SBT. O ator tentou mostrar uma imagem de arrependimento e adoção de uma vivência mais religiosa.

Fonte: NE10 – 29/12/2015, Blog social 1

Fernando Cunha

 

 

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Mesmo com o grande apoio nas redes sociais na noite desta sexta-feira (25), não deu para o pernambucano Ayrton Montarroyos sair com o troféu de campeão da edição do The Voice Brasil 2015. Com atuações muito elogiadas durante toda a competição, o representante do time de Lulu Santos acabou sendo derrotado para Renato Vianna, do time de Michel Teló, campeão com 56% dos votos. Outros participantes da grande final foram Nikki, do time Cláudia Leitte, e Júnior Lord, de Carlinhos Brown.

Ayrton interpretou a canção “Fascinação”, de Elis Regina, na apresentação solo, e “Eu Só Quero um Xodó”, de Dominguinhos, ao lado de Lulu Santos. A primeira música que cantou, inclusive, lhe rendeu diversos elogios do seu técnico, classificando-o como um cantor único na disputa. O repertório também lhe rendeu muitos elogios, com diversos clássicos da MPB. “Sempre achei ele muito consistente. Nenhuma vez ele veio com menos do que uma noção muito clara do que ele é e do que representa. Acho sensacional a delicadeza e elegância que ele transmite”, disse Lulu na ocasião.

No twitter o cantor recifense foi destaque com a hashtag #OxentenaFinal, vários usuários da rede social elogiaram seu trabalho. A @kerolfbm, por exemplo, disse: "Ayrton Montarroyos também arrasou muito! Pernambucano arretado, muito orgulho! #TheVoiceBrasil". Já a @RebecaChips afirmou que o pernambucano foi o grande nome do reality: "Renato Viana ganhou, porém esse programa só valeu a pena pra mim por conta do Ayrton Montarroyos, que voz maravilhosa".

Apesar de não ter ficado com o título, Ayrton utilizou sua página no Facebook para agradecer toda a torcida que teve: “Vencer é importante, mas lutar e aprender é muito mais! Cada passo que dei me fez chegar onde estou. E assim sigo, trilhando o meu caminho, o caminho que escolhi. Estou apenas começando, o sonho e o trabalho não acabaram. A música é minha vida! Representar o Estado de Pernambuco é uma honra. Ter tocado a alma de cada um de vocês foi mágico, A MÚSICA POPULAR BRASILEIRA continua muito viva! Obrigado, gente, e sigam me acompanhando”, postou.

Outra pernambucana que esteve na final foi Bella Schneider. Integrante do time Cláudia Leitte até a segunda fase da disputa, a cantora ganhou o direito de cantar na final através de uma disputa realizada no “Caldeirão do Huck”. Ao lado de Alexandre Pires ela se apresentou com a música “Lança Perfume”.

 

1 – Melhor filme : House of Cunha

2- Melhor Ator – Eduardo Cunha

3 – Melhor Atriz – Dilma

4 – Michel Temer – melhor ator coadjuvante-figurativo

5 – Cláudia Cruz leva o prêmio de  melhor atriz coadjuvante

6 – Sérgio Moro – melhor diretor de drama

7 – Aécio melhor diretor de comédia

8 – Nestor Cervero arrastou melhor estatueta de maquiagem

9 – Oscar de melhor animação – Senador Heráclito Fortes

10 – José Maria Marín leva melhor filme estrangeiro

11 – Serra leva melhor fotografia

12 – Lula leva melhor roteiro adaptado

13 – FHC fica a melhor direção de Arte

14 – Delcídio do Amaral ganha a melhor mixagem de áudio

15 – O Japonês da Federal foi a maior revelação

Fonte:NE10 – The Mangue Times – 26/12/2015

 

A difícil missão de criar os filhos em um mundo hostil

18 de dezembro de 2015 | postado por Malu Silveira

Imagem ilustrativa de pai e filho refletida em uma poça de água (Foto: Free Images)

Assassinato de menina de 7 anos durante festa em escola de Petrolina mexeu com a vulnerabilidade dos pais quando o assunto é criar os filhos para que eles enfrentem o mundo sozinhos (Foto: Free Images)

Uma semana após o assassinato de Beatriz Angélica Mota, de apenas 7 anos, durante uma festa em uma escola particular de Petrolina, no Sertão pernambucano, a cidade continua em choque com a brutalidade do crime. Isso porque a forma como tudo aconteceu, enquanto a criança acompanhava a família – o pai é professor de inglês da unidade – numa solenidade de formatura de alunos do 3º ano do ensino médio do colégio, deixa uma pergunta dolorosa para aqueles que convivem diariamente com a angústia de criar os filhos. Até onde vai o cuidado dos pais quando o assunto é criar os pequenos para que eles tenham a autonomia e liberdade de enfrentar o mundo sozinhos?

Imagem da criança Beatriz Angélica Mota

Menina foi encontrada com perfurações de faca (Foto: Reprodução)

A gerente de marketing Tais Farias, 35 anos, mãe de um aluno de 11 anos do Colégio Maria  Auxiliadora, onde o crime aconteceu, conta que a tragédia mudou até a forma como os pais  vivem com os filhos na cidade. “Tinham várias crianças soltas ao redor da quadra onde  aconteceu a festa. E aí a gente começa a parar e analisar, sabe? A gente não está seguro nem  dentro do colégio, um local tão particular e nosso. Minha família veio para Petrolina atrás de  uma qualidade de vida que não tinha no Recife e aqui sempre nos agradou a questão da  segurança. Não tínhamos esse tipo de preocupação que temos agora. Mudou e mudou para a  sociedade toda. Estamos até restringindo alguns locais muito abertos porque, infelizmente,  temos que ter esses cuidados. Onde você chega tem um monte de mães agarradas com os  filhos”, lamenta.

Ainda segundo Taís, o fato tomou uma proporção tão grande que chegou até a assustar as  crianças da cidade, que, muitas vezes, não têm dimensão do que de fato acontece no dia a dia. “As crianças entendem muito pouco, mas uma boa parte está assustada. Meu filho, por  exemplo, está com muita dificuldade para dormir. Ninguém consegue tirar essa história da  cabeça, até porque a cidade não fala de outra coisa. Foi um choque para todo mundo por ter sido dentro da escola. Está todo mundo paranoico, porque ninguém sabe o que pode acontecer”, conta.

O medo sobre o que pode vir a acontecer com os filhos martela na mente de muitos pais. Desde aquela preocupação que o pequeno possa bater com a cabeça no escorrego do parque e precise levar dez pontos até o pânico de que alguma situação extrema venha a causar a morte da criança, principalmente em idades que elas não têm como se defender sozinhas e em momentos que os responsáveis não têm como, digamos assim, salvá-las.

“Diante de uma situação extrema dessas, é normal que se gere uma desconfiança excessiva. Mas a gente tem que lembrar que lidar com crianças é prepará-las para o futuro. A maioria das pessoas não vão cometer atos violentos contra a gente. Se ensinamos o pequeno a desconfiar de todos, ele cresce acreditando que as pessoas não são confiáveis de uma forma geral. O medo excessivo dos outros pode ser tão problemático quanto a falta completa de medo. É importante lembrar que uma situação de violência como essa é uma exceção. Não é a regra”, comenta o psiquiatra Amaury Cantilino, doutor em neuropsiquiatria e ciências do comportamento.

Por isso, ter em mente que precisamos racionalizar as situações é a forma mais eficiente para bloquear a preocupação excessiva com os filhos. “Esses fatos atípicos podem gerar um sentimento de hipersensibilidade. A ansiedade surge e imaginamos que algo ruim também pode acontecer com alguém próximo e arrumamos artifícios para evitar a situação. Mas gastar energia com problemas que não têm chances grandes de acontecer é gastar energia sem necessidade. Racionalizar o medo, sem superestimar os riscos, é o primeiro passo”, alerta Cantilino.

O segundo passo é se fazer presente no convívio do pequeno para tentar, ao menos, ter a noção exata de quem são as pessoas que convivem e possam vir a fazer parte do cotidiano da criança. “Conhecer e ter a curiosidade de saber quem são as pessoas com as quais a criança se relaciona na comunidade é muito importante, porque os pequenos têm uma capacidade pequena de identificar quem são elas na essência. A melhor forma de proteção em relação às pessoas é ter informação sobre elas. Uma vez convivendo com aqueles que estão no entorno do seu filho, é possível identificar as companhias não recomendáveis para a criança. O grande cuidado é, no entanto, não generalizar e sempre ter o cuidado de orientar o pequeno”, explica o psiquiatra.

O receio, o medo e a preocupação com os filhos após uma situação catastrófica envolvendo crianças demora a passar. Mas passa e deixa um aprendizado. “Quanto mais catastrófica a situação, mais tempo demora para que as pessoas voltem ao seu estado corriqueiro. É natural que a comunidade tenha uma reação ansiosa, porque uma situação dessas se aproximou da população em geral. Mas o medo tende a ir se dissipando com o passar dos dias. Agora fica uma cicatriz que vai existir na história da comunidade, como uma lembrança desagradável do passado. Mas toda situação adversa traz algum tipo de aprendizado”, pontua Cantilino.

Entenda o caso

Beatriz foi assassinada durante uma solenidade de formatura no Colégio Maria Auxiliadora, uma das instituições de ensino mais antigas e tradicionais de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, na noite do dia 10 de dezembro. Segundo relatos de testemunhas, a criança foi encontrada em um antigo depósito de material esportivo da escola. Ela estava com várias perfurações e uma faca do tipo peixeira cravada na clavícula. De acordo com a polícia, os pais da menina perceberam que Beatriz havia se afastado e pediram ajuda aos convidados para encontrá-la. As pessoas se dividiram em duplas e acabaram encontrando o corpo.

Leia mais:
» Polícia segue com investigação do caso Beatriz em Petrolina

Segundo a delegada à frente das investigações, Sara Machado, o Instituto de Criminalística (IC) fez um levantamento e já se sabe que a garota foi morta no mesmo local em que foi encontrada. A polícia também confirmou que Beatriz não foi vítima de abuso sexual. Imagens de câmeras de segurança do colégio e de estabelecimentos na vizinhança estão sendo analisadas.

Um ex-presidiário e morador de rua, que não teve o nome divulgado, visto por testemunhas no local onde Beatriz foi assassinado, chegou a ser ouvido pela polícia. O morador de rua foi submetido à perícia para verificar se existem vestígios do DNA da criança e liberado após a realização dos exames. O caso segue em investigação.

Fonte:NE10 – blog casa saudável 

Fernando Cunha – 19/12/2015 

 

 

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Remexendo em gavetas e caixas para dá um balanço no final do ano, encontrei um bilhete que um amigo escreveu assim:

"Que neste natal, a nossa amizade fica cada vez mais forte e não esquecer de dá um abraço e depois ir andar na rua"  24 de Dezembro de 1981" f.

Esse bilhete, em forma de cartão de natal, foi um dos últimos, pois aquela data marcaria um início de vida diferentes para ambos os Fernandos, onde cada um seguiu o  seu caminho e o destino reservou, talvez, em algum momento e o Universo conspirou contra nós . Deus o nosso supremo mestre mostra como seguir, os nossos pais sempre desejam acertar o passo, orientando para esta longa caminhada, às vezes imcompreendido. O que nossos pais ensinan é porque os próprios já passaram por esta fase, e nós jovens não sabemos de nada, e achamos que estamos certos; uma coisa eu aprendi: temos que caminhar com nossas próprias pernas, cair, levantar, apanhar,reaprender,discordar, bater a cabeça, e a velha frase: se conselho fosse bom, era vendido; Quando jovens, nós somos egoístas,auto suficientes,arrogantes,sabe tudo, não enxerga um palmo adiante,  não temos tempo para refletir, apenas fazer e experimentar, e nesse turbilhão em nossa cabeça, misturados com tudo é que vamos amadurecer para a vida……mesmo na porrada.

Moravámos na mesma rua, eu estudava em escola pública e ele em escola particular, ele tinha pai, eu não, pois meu pais se separou quando eu tinha 05 anos. Eu não tinha bicicleta, ele tinha; um dia fui mim aventurar em aprender, peguei a magrela emprestada e ele foi na garupa, uma caloi barraforte; e fui, só que de ladeira abaixo, não sabia frear,sem sandália,vimos apenas os carros passando na avenida, e fomos, e a velocidade aumentando, e para nossa sorte, os carros passaram em  zig zag e como uma comédia, atravessamos uma praça, descemos uma escada de vinte degraus e só paramos no campo de areia….ufa, bunda dolorida, canela arranhada, e o susto grande e depois boas risadas de nossa própria besteira…

Todo lugar lá estava os dois magrelos…..sempre juntos…..não tinha lugar e muito menos hora para descobrir,correr,parar, brincar,azarar as meninas que passavam na rua, tirar onda com o pessoal, comer cachorro quente,tomar caldo de cana, ir pro cinema, ir ver monga no circo(até hoje eu não sei como eu conseguir sair da caverna de monga,pense num susto), roda gigante, ficar esperando o circo terminar e saber quem era a mulher que fazia a monga.

dividiamos o lanche, um ajudava o outro.

Começaram a chegar uma rapaziada nova de outro bairro, e querendo fazer amizade conosco,sair, curtir…..

Amizade já não era a mesma, ele sempre dava uma desculpa,os pais preocupados com o comportamento; fui percebendo que tinha algo errado, o seu gesto estava grosseiro, não sorria, estava chato, de repente tudo mudou…

Naquele dia na praia, fomos juntos, e chegando lá estava uma turma diferente, que não conhecia, e fui percebendo um movimento estranho; ele estava embriagado, fumava; e muita gente, foi quando chamei ele e disse:

Cara, você está em um  caminho sem volta! Isso aqui é droga e esse pessoal são malas, eu tô fora; vamos preservar a nossa amizade.

Ele responde – Essa é minha turma agora, minha família, qual o problema? cai fora….tô curtindo…

Vim embora a pé, quase 05 km da Vila da cohab a praia….chorando, por ter perdido um amigo para as drogas.

Não sei o motivo que o levou a escolher este caminho, mas aquele dia foi um divisor de águas…eu disse NÃO e ele SIM.

Já se passaram 35 anos e vejo uma foto dele numa rede social, e penso, que a vida é um livro em branco que você vai escrevendo aos poucos, e a a diferença do livro dele e o meu é que o meu tenhe muitos escritos e o dele está em branco, onde as drogas não permitiu viver…..mas o respeito por ele e amizade ainda continua viva, e quem sabe eu possa dá um abraço fraternal, apertado.

Fernando Cunha – 18/12/2015

Esta coluna assinada pela competente delegada Gleide Ângelo, vale a leitura/ação.

Os caminhos de combate à violência contra a mulher

Publicado em 23/11/2015, às 11h00

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Iniciamos uma jornada de informações/orientações, com o objetivo de debater temas relacionados à Segurança Pública. Porém nosso tema principal será a violência contra a mulher (violência doméstica e familiar). A nossa coluna será semanal e nossa proposta é de informar às mulheres vítimas da violência doméstica e familiar quais os caminhos a buscar. 

A Lei Maria da Penha está em vigor desde o ano de 2006 e representa uma grande conquista no enfrentamento à violência de gênero, trazendo mecanismos de combate à violência. Apesar de bastante divulgada, a lei tem muitas particularidades que precisam ter maior conhecimento do público. 

Quando se fala em violência contra a mulher, muita gente pensa que é apenas a violência física, a que deixa lesões no corpo. Mas não é apenas isso; a Lei protege a mulher vítima de violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Nas publicações, iremos explicar o que significa e como se caracteriza cada uma dessas violências. Com isso, as mulheres poderão identificar que tipo de violência doméstica está sofrendo.

Depois de identificada a violência, teremos os próximos passos: o que fazer, a quem procurar, como buscar ajuda, como denunciar. O passo inicial é o mais importante, pois, a partir da decisão de não permitir ser agredida, a mulher terá a sua disposição toda a rede de enfrentamento a violência contra a mulher. 

Iniciaremos informando quais as delegacias que a mulher pode denunciar e os telefones que poderão ligar em caso de urgência. Explicaremos sobre os trâmites legais que ocorrem na delegacia, o que significa as medidas protetivas de urgência, quais as funções das casas abrigos. 

Terminada a fase policial, o inquérito será encaminhado ao poder judiciário. Já conversamos com juízes das Varas da Violência contra a Mulher e faremos entrevistas para que eles expliquem aos leitores como são realizados os procedimentos após o recebimento do inquérito policial pelo judiciário e quais providências são tomadas. 

A Lei Maria da Penha também criou uma equipe de atendimento multidisciplinar (psicossocial, jurídica e saúde) para trabalhar integrada com o juiz, promotor e defensor público. O trabalho muito importante dessa equipe multidisciplinar também será explanado em nossa coluna, onde informaremos qual o papel de cada profissional. 

O Ministério Público de Pernambuco lançou em agosto do ano de 2014 o manual “Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Cidade do Recife”. No Manual, há nomes, endereços e várias informações sobre todas as instituições que trabalham com proteção às vítimas desse tipo de crime. Em nossas conversas, explicaremos o papel de cada instituição participante da rede, que é composta por órgãos governamentais e por entidades da sociedade civil, uma grande parceira no enfrentamento à violência.

Na coluna, também mostraremos casos que nos foram narrados por mulheres vítimas de agressão doméstica, e, baseados nesses casos, mostraremos quais os caminhos que as mulheres deverão trilhar para cessar a violência.

Enfim, quando se tem o pleno conhecimento do direito, fica mais fácil ter coragem de buscá-lo. O nosso maior objetivo é o de que a mulher vítima da violência doméstica tenha a coragem de denunciar o agressor. Por isso, é importante que ela tenha conhecimento de toda a rede de proteção que está à sua disposição. No próximo artigo, conversaremos sobre: O que fazer? A quem procurar? Como buscar ajuda? Como denunciar?

QUEM AMA CUIDA, QUEM AMA NÃO MATA !!!

Polícia: 
Disque 190
 (quando o crime está acontecendo)
Disque Denúncia: (81) 3421 9595 (para outras situações)

 

Fonte:Gleide Ângelo é delegada especial, lotada na Delegacia de Olinda. gleideangelo@gmail.com

Fernando Cunha – 14/11/2015

Excelente entrevista, lúcida,simples e atual…..

Empresário participou de debate na Rádio Jornal / Ashlley Melo/JC Imagem

CRISE

Eu nunca vi uma crise como essa e acho que poucas pessoas viram. Tenho uma longa experiência de crises no Brasil desde 1967, mas nada parecido. Eu vi inflação de 84% (ao mês) e agora de 10%, mas essa crise é uma tempestade perfeita, com todos os seus componentes. Temos inflação, desemprego e três trimestres de queda no PIB. E no campo político estamos totalmente desesperados. A falta de liderança e a corrupção estão dificultando a condução do País. Não é justo que a população brasileira pague um preço tão alto. Temos uma crise de competência, de entusiasmos exagerados e pessoas ocupando postos importantes sem a devida preparação. Não sei se vamos conseguir aguentar essa crise por mais dois anos.As pessoas perdem o emprego e têm dificuldade de se recolocar, porque há uma expectativa de continuidade da crise no próximo ano. 

BOLSA FAMÍLIA

Felizmente hoje temos programas de proteção social para a classe menos favorecida, mas isso não é tudo. Não pode ser um a ponte de salvação. Alguns programas sociais começaram desde o governo Fernando Henrique Cardoso e eu sou a favor de que se dê esse apoio às pessoas, mas momentaneamente. Depois tem que se dar oportunidade para que as pessoas se livrem desse programa. O Bolsa Família passou a ser uma indústria, deixando de ser um projeto social para ser um projeto político. 

MÁQUINA PÚBLICA

O governo pede aumento de imposto e quer cortar projetos sociais, mas não corta o custeio alucinadamente alto da máquina pública. Só vi discurso. O governo precisa cortar custos, reduzir o número de ministérios e acabar com essa mania de só cobrar imposto. Porque o imposto desmotiva as pessoas e os empresários. Quando um empresário não empreende e não investe ele está provocando desemprego e redução de receita.

EDUARDO CUNHA

É difícil pra mim opinar no campo político, porque esse não é o meu habitat. Mas a gente fica triste em ver um presidente da Câmara dos Deputados, que não tem condições. E a presidenta está passando por um momento de grande dificuldade, sem apoio do próprio partida, com uma briga interna de poder. É difícil governar assim. É preciso colocar ordem na casa, porque a presidenta foi eleita pelo povo para administrar o País. Muitos partidos estão atrapalhando a governabilidade e não estão demonstrando interesse de ajudar o Brasil. 

EMPRESARIADO

O empresariado está tonto e não sabe o que faz. Mesmo na época da Ditadura os empresários se reuniam e gritavam. Eu fui 3 anos da Associação Brasileira de Supermercados e a gente levantava discussões. Hoje é muito raro empresário contestar governo. Isso vem acontecendo há muitos anos. Existe um ou outro caso em especial. Ainda não se definiu a questão da liderança e do papel do empresariado. Nós estamos muito calados e acomodados. Eu acho que já cumpri o meu papel participando de entidades de classe nacionais e internacionais e hoje eu fico mais observando com muita tristeza. O brasileiro precisa de indignação. 

TRIBUTOS

O governo tem que esquecer esse negócio de aumento de impostos. A carga tributária já deu o que tinha de dar. Eu não entendo o ministro Levy porque a cada dez palavras ele diz dez são CPMF. Precisamos reduzir a máquina do Estado, o custeio, o desperdício e investir certo. Esse tem que ser o discurso de todos nós, do governo, dos políticos e dos empresários. A CPMF não deve ser nem temporária, porque o governo diz que é temporária, mas depois mantém. 

ARENA DA COPA

As obras para a Copa 2014 me surpreenderam para pior. Eu sou um otimista bem informado, porque eu avalio as coisas. Muito antes de começar a construção da Arena eu já dizia que não se precisava dela. Eu não sou tricolor, mas acreditava que com pequenas modificações no Arruda tinha resolvido o problema da Copa. Gastaram uma fortuna, fizeram um estádio gigante para receber jogos medíocres e não se tem mobilidade. Está lá um elefante branco que eu não sei pra onde vai. Não havia nenhuma necessidade, não rendeu nada, não trouxe nada para Pernambuco. Eu lamento e felizmente não fui pra nenhum jogo. Já as Olimpíadas no Rio vão ser boas para a cidade. Não sabemos se vai ficar alguma coisa para o País, esperamos que sim porque o Brasil precisa avançar na infraestrutura.

ESTÁDIO

Acho que não justifica bebida nos estádios. Existe uma pressão porque há companhias de bebida que patrocinam, mas não há lógica. Já há briga sem bebida. A razão é que o imposto é alto e o patrocínio das empresas de bebida também é alto. 

EDUCAÇÃO

Se investíssemos em educação estaríamos numa situação brilhante, porque é isso que poderá salvar o Brasil. Não adianta ter só projetos sociais sem criar estrutura para o desenvolvimento das pessoas nós não vamos para lugar nenhum. Se estivéssemos pensando realmente em educação estaríamos numa situação diferente. 

JOVENS

Nós temos o Instituto JCPM no Recife, em Salvador e no Ceará. Aqui no Recife há 7 anos, cuidando de jovens na faixa etária dos 16 aos 24 anos, principalmente das pessoas do entorno dos nossos empreendimentos. No Recife começamos com Brasília Teimosa e depois estendemos para o Pina. Isso tem sido uma alegria enorme, porque temos treinado muita gente e muitos jovens. Só no RioMar tem 1,2 mil jovens que saíram dessas comunidades e outros foram para outras empresas, alguns no polo de informática do Porto Digital. No geral, juntando os demais Estados já treinamos 9 mil pessoas, começando desde a construção até o varejo. Os empresários podem dar uma grande ajuda se investirem em treinamento para os jovens. 

PERSPECTIVAS

Não desistir, criar, trabalhar muito, ser austero nos gastos e intolerante com o desperdício, treinar sua equipe, ir pra guerra e pra luta, tratar bem o cliente, ter coragem e não pensar que tudo acontece de graça. Tem que trabalhar muito mesmo. Se fizer isso vai superar. Eu vou ter o privilégio de falar para um grupo de pequenos donos de supermercados que querem ouvir minha experiência. Eu vou contar a eles um pouco da nossa estratégia na época em que estava no setor, falando sobre tecnologia, pessoal e cliente. Tem que trabalhar. Não adianta pensar em ficar deitado em berço esplêndido como no hino nacional. Quem trabalhar vai vencer.

Fonte: NE10 – 13/12/2015

Fernando Cunha

Qual é a tua obra?

5 momentos marcantes em que Malala Yousafzai inspirou o mundo

A paquistanesa Malala Yousafzai, hoje com 18 anos, é uma das mais importantes ativistas na luta pela educação das crianças e pelos direitos das meninas no mundo.  Quando tinha 16 anos, Malala sobreviveu a um atentado dos talibãs simplesmente por querer estudar: ela levou um tiro na cabeça quando voltava de ônibus da escola, em outubro de 2012.

Neste mesmo ano, recebeu o Prêmio Internacional da Paz das Crianças, o Prêmio Sakharov de Liberdade de Expressão do Parlamento Europeu e criou o The Malala Fund, uma organização sem fins lucrativos para promover a educação feminina no Paquistão e em outras partes do planeta. Para comemorar seu 18ª aniversário, ela abriu uma escola para garotas refugiadas no Líbano.

Atualmente, Malala vive na cidade inglesa de Birmingham com sua família, estuda história, matemática, religião e, segundo o HuffPost Brasil, quer entrar na Universidade de Oxford ou Stanford (EUA). Para mostrar a trajetória de Malala, separamos cinco momentos marcantes em que “a menina que queria ir para a escola” inspirou o mundo com suas palavras:

1. Em 2008, com 11 anos, Malala já tinha começado sua luta pelos direitos da educação quando seu pai a levou à cidade de Peshawar para falar em um clube de imprensa local.

 

“Como o Talibã se atreve a tirar o meu direito básico à educação?", disse ao grupo, de acordo com o jornal Toronto Star.

2. Em uma entrevista ao “The Daily Show”, com Jon Stewart, quando ela contou o que diria a um membro do Talibã se alguma vez o visse cara a cara.

 

"Eu diria a ele como a educação é importante e que eu iria mesmo querer educação para os seus filhos também. Isso é o que eu quero dizer. Agora faça o que quiser."

3. Em seu discurso arrebatador na Organização das Nações Unidas (ONU) em defesa da educação, em 2013.

"Vamos pegar nossos livros e canetas", disse ela. "Eles são nossas armas mais poderosas. Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo. Educação é a solução."

 

4. Quando foi a pessoa mais jovem a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, em 2014, e discursou durante a cerimônia em Oslo, na Noruega.

Este prêmio não é só meu. É das crianças esquecidas que querem educação. É das crianças assustadas que querem a paz. É das crianças sem direito à expressão que querem mudanças."

 

5 . Em uma entrevista com a atriz Emma Watson, embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres, em que se declarou feminista.

"Então, eu sou uma feminista e todos nós deveríamos ser feministas, porque feminismo é uma outra palavra para igualdade."

 

O documentário "He Named Me Malala" (Ele Me Nomeou Malala), que conta a inspiradora história da jovem vai estrear no Brasil em 19 de novembro.

Fonte: catraca livre

Fernando Cunha – 10/12/2015

 

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Conheça sete tecnologias de Star Wars que já existem na vida real

06/12/2015 15h23

(Crédito: Reprodução)

Ha muito tempo numa galáxia muito muito distante surgiu Star Wars, uma das franquias de maior sucesso da história do cinema. Tá bom… Você sabe que isso foi há quase 40 anos e foi aqui na Terra mesmo, mas viajar não custa nada quando estamos falando sobre Guerra nas Estrelas. Misturando traços de Space Opera com um pouco de ficção científica, a saga já está com 38 anos de sucesso e ainda respira sem problemas.

Em dezembro de 2015, mais um filme passará a fazer parte dessa história. Estamos falando de “Star Wars Ep VII: o Despertar da Força”, que começa a ser exibido em todo o mundo no dia 17 de dezembro. Para homenagear o lançamento do episódio sete, trouxemos sete tecnologias de Star Wars que já existem na vida real. Está curioso para conhecê-las? Então confira agora mesmo!

Canhões laser
Para começar, vamos falar sobre os canhões laser. Ainda não é possível ver raios de luz sendo disparados com todos os efeitos visuais, mas a Marinha dos Estados Unidos já inaugurou o Laser Weapon System, que é capaz de derrotar ameaças aéreas causando danos por calor.

Speeder Bikes
As Speeder Bikes pilotadas pelos troopers também estão mais próximas da realidade. Um projeto criado pela Aerofex já permite a locomoção em baixas altitudes graças a um sistema de dutos de ar. Ainda não são speeders, mas certamente é um grande avanço na tecnologia.

Implantes biônicos
Lutando contra o próprio pai, Luke Skywalker teve a mão cortada e precisou de um implante biônico para continuar batalhando pelo equilíbrio da Força. Ficção? Pode até ser que fosse em 1980, mas hoje já é possível vermos membros biomecânicos funcionando com muita qualidade.

Robôs de batalha
Em “O Ataque dos Clones”, vimos exércitos completos de droides de batalha enfrentando as tropas da República. Ainda não existem robôs autônomos capazes de enfrentar guerras por aqui, mas os drones controlados remotamente já são mesmo uma realidade.

Holografia
“Ajude-me, Obi-Wan Kenobi, você é minha única esperança”. Essa frase é conhecida de qualquer fã de Star Wars, que também sabe que ela está acompanhada de uma princesa holográfica. E você já deve estar cansado de saber que hologramas já fazem parte da vida real, não é mesmo?

Robôs domésticos
Em “A Ameaça Fantasma”, você viu o jovem Anakin construindo o robô auxiliar C3PO, que originalmente foi pensado para ajudar a mãe dele nas tarefas domésticas. Muito longe da realidade? Basta pensar no robô Roomba e você verá que não!

Levitação magnética
O Império foi visto várias vezes utilizando levitação magnética para transportar prisioneiros e cargas – algo inimaginável para a década de 80, mas já concreto nos trens de levitação magnética que estão em testes na Ásia.

Fonte: G1 – 06/12/2015

Fernando Cunha

Agora tudo ficará por conta do imponderável

Tudo começou em junho de 2013. As manifestações contra a presidente Dilma Rousseff durante a Copa das Confederações ganharam uma repercussão nunca antes vista na história do Brasil, e teve como consequência um desabamento da popularidade da presidente, que era uma popularidade fictícia porque Dilma governava o país numa espécie de piloto automático sem levar em consideração as constantes mutações que ocorrem na política.

As manifestações foram se agravando com o passar do tempo, a insatisfação foi tomando conta da população que foi rejeitando cada vez mais os políticos e o governo da presidente Dilma Rousseff. Essa situação se agravou mais ainda no processo eleitoral de 2014, onde houve uma clara divisão entre os que almejavam o fim do ciclo petista no governo federal e aqueles que não queriam a volta do PSDB.

Com uma comunicação mais eficiente, utilizando de argumentos pouco republicanos, a campanha de Dilma Rousseff conseguiu uma vantagem mínima de três milhões de votos sobre Aécio Neves, que disputou o segundo turno contra Dilma. Aquele processo naturalmente deixaria sequelas para o governo Dilma, que uma semana depois de reeleito aplicou um tarifaço, evidenciando alguns indícios de que o PT havia cometido um estelionato eleitoral.

Passado o fim do ano de 2014 e a reforma ministerial, a política brasileira voltou os olhos para a eleição da mesa diretora da Câmara dos Deputados, um processo onde se esperava uma hegemonia do Palácio do Planalto, porém o então líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Cunha, que já tinha criado alguns problemas para a presidente Dilma no seu primeiro mandato, se lançou candidato a presidente e impôs uma acachapante derrota ao Palácio do Planalto, mostrando que o segundo mandato de Dilma seria uma via crucis.

Os meses se passaram e a agenda negativa só fez aumentar. Primeiro a falta de condições do governo de implantar o ajuste fiscal na sua totalidade, depois a aprovação de algumas pautas-bomba por parte do Congresso que forçaram a presidente a vetá-las e consequentemente se desgastar ainda mais com a sociedade. A popularidade de Dilma que desde 2013 já não era das melhores, ficou praticamente insustentável. Num governo fraco todos perdem e Dilma foi colecionando derrotas, dentre elas a rejeição das suas de 2014 pelo TCU por unanimidade. Ali foi o ponto alto de que o governo já havia ido para as cucuias.

Dilma então resolveu fazer uma reforma ministerial que não surtiu o menor efeito. A única coisa consideravelmente positiva foi a saída de Aloizio Mercadante para dar lugar a Jacques Wagner na Casa Civil. Mesmo assim o estrago já estava tão grande que Wagner não conseguiu fazer muita coisa. Pra completar o país se afundou numa crise econômica nunca antes vista na sua história, com inflação alta, desemprego atingindo os maiores níveis dos últimos anos, os escândalos de corrupção cada vez mais recorrentes e Dilma incapaz de criar uma agenda positiva por mínima que fosse.

A queda de braço entre o Palácio do Planalto e o presidente da Câmara dos Deputados foi se agravando. Com ameaças de ambos os lados, já que os dois estão em situação periclitante perante a opinião pública, Eduardo Cunha colocou em prática ontem o maior petardo que poderia ter acontecido ao Planalto, que foi a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O processo de impeachment, que já ocorreu com Fernando Collor, é um processo meramente político, que a gente sabe como começa mas não sabe como termina. Ele tem enredo próprio e imponderável. Apenas alguns indícios podem apontar que o caminho do impeachment é praticamente irreversível porque a presidente precisaria de 171 votos para sepultá-lo, porém só pode contar efetivamente com 120 dos 513 deputados federais. Já a oposição oficial tem 100 votos, mas deve contar com apoios de partidos que estão com o governo mas não são necessariamente governistas. Pelos cálculos de um parlamentar da oposição, Dilma teria a seu favor cerca de 110 a 120 votos, enquanto os adeptos do impeachment podem chegar a pelo menos 250.

Seriam necessários 342 votos para afastar Dilma do cargo, então estariam em jogo os votos de 142 deputados federais que poderiam ir com o governo (seriam necessários mais 52 votos) ou os que iriam com a oposição (o que precisaria de 92 votos). O governo sem recursos e com a popularidade em baixa não teria muito o que oferecer. A oposição também não tinha o que oferecer a esses deputados, mas como a votação é aberta, a pressão da opinião pública pode ser fundamental para o afastamento de Dilma, já que de acordo com o Datafolha quase 70% da população é favorável ao impeachment.

Em Brasilia há uma máxima de que o político é solidário até na hora de pegar na alça do caixão, mas na hora de ir para o túmulo junto com o morto ele acaba pulando fora. Então se há alguma previsão nesta novela do impeachment de Dilma é que ele tem maiores chances de prosperar do que efetivamente ser arquivado.

Fonte: Blog Edmar Lyra – transcrito integralmente.

Fernando Cunha