Monthly Archives: novembro 2015

Cuidado com a malandragem dos  lojistas, pois deturparam este movimento criado nos EUA, onde a promoção é uma grande ação de queima de estoques. Vale a pena pesquisar e não fazer compra por impulso e analisar se realmente está precisando deste produto, devido ao momento delicado da economia, é preciso gastar menos e guardar um pouco, pois 2016 vai ser de arrocho,desemprego,juros altos. Pense antes de comprar….é bom pra você.

Resultado de imagem para BLACK FRAUDEResultado de imagem para BLACK FRAUDEte 

Quem quiser aproveitar a Black Friday, dia no comércio dedicado à liquidações, marcado para 27 de novembro, deve tomar cuidados para não ser enganado. É o que orienta o Procon de São Paulo, que já está se preparando para a data.

A fiscalização tem o objetivo de inibir e detectar o fenômeno chamado de "Black Fraude", em que grandes descontos são dados em relação a preços recentemente majorados.

Fonte: catraca livre,internet

Fernando Cunha – 25/11/2015

ENERGIA

Renováveis podem destronar combustíveis fósseis em 2030

 

  A  A  +

Vanessa Barbosa – EXAME.com – 13/11/2015

 

No ano passado, as energias renováveis responderam por quase metade de todas as novas usinas construídas no mundo, segundo relatório recente da Agência Internacional de Energia (AIE).

De acordo com o World Energy Outlook 2015, a energia verde é o segundo maior gerador de eletricidade do mundo, com potencial de destronar os combustíveis fósseis até 2030. 

Segundo o diretor-executivo da AIE, Fatih Birol, o relatório é um indicativo da consolidação da indústria de energia renovável. "Ela não é mais um nicho, tornou-se um combustível mainstream", disse ele ao jornal The Guardian.

O estudo aponta que 60 por cento de todos os novos investimentos em energia está sendo canalizando em projetos de geração renovável, apesar dos US$ 490 bilhões em subsídios que os combustíveis fósseis receberam no ano passado.

A inclinação do mundo para fontes de energia mais limpas é um sinal promissor que chega a poucas semanas da cúpula do clima da ONU em Paris, onde diplomatas de quase 200 países vão elaborar um acordo para reduzir drasticamente as emissões de gases-estufa.

Apesar do crescimento, as energias renováveis continuam a representar apenas uma pequena fração do consumo de energia global. Muito mais deve ser feito para descarbonizar o fornecimento de energia global, advertem os analistas a Agência.

Seu ritmo de expansão precisa acelerar se quisermos evitar os piores efeitos das mudanças climáticas associados a um aumento superior a 2ºC na temperatura do Planeta.

Para se ter ideia, um estudo divulgado nesta quinta-feira (12) mostra que os governos dos principais países industrializados fornecem mais de US$ 450 bilhões por ano para apoiar a produção de combustíveis fósseis.

Isso é quase quatro vezes os subsídios mundiais para a expansão das energias renováveis, que totalizou US$ 121 bilhões em 2013, segundo dados da AIE.

 

Fonte:Planeta sustentável – blog

Fernando Cunha – 25/11/2015

 

 

 

 

 

O Governo e suas infinitas contradições….sei não….

Banco Central

BB e Bradesco criam banco voltado para a população de baixa renda

Publicado em 25/11/2015, às 08h19 | Atualizado em 25/11/2015, às 08h20

Do Estadão Conteúdo

 

Criação de um banco para a baixa renda é mais um passo na parceria do Bradesco e do Banco do Brasil / Foto: Fotos Públicas

Criação de um banco para a baixa renda é mais um passo na parceria do Bradesco e do Banco do BrasilFoto: Fotos Públicas

O Bradesco e o Banco do Brasil receberam aval do Banco Central para operar um novo banco com foco na população de menor renda, segundo apurou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. A instituição deve começar a funcionar no próximo ano e terá na largada R$ 1 bilhão em empréstimos e operações com cartões que virão da financeira Ibi Promotora, controlada pelos dois bancos.

 

A criação de um banco para a baixa renda é mais um passo na parceria do Bradesco e do Banco do Brasil. Nos últimos anos, as duas instituições estreitaram suas relações e lançaram várias empresas em sociedade. Já são sócias na Alelo, de cartões de benefícios e de cartões pré-pagos; na Movera, de microcrédito; na Stelo, de meios eletrônicos de pagamentos; na Livelo, de programa de fidelidade; e na financeira Ibi. 
 
O lançamento dessas companhias faz parte da estratégia definida pelo Bradesco e pelo Banco do Brasil na época de criação da Elo Participações, em 2011, holding estruturada para deter fatias em várias empresas das duas instituições. O Bradesco detém 50,01% da Elo Participações e o BB, os outros 49,99%.
 
BANCO POPULAR – Ao lançar o banco para a baixa renda, Bradesco e BB miram cerca de 160 milhões de brasileiros que recebem até três salários mínimos mensais (R$ 2.364) e que, em muitos casos, não têm conta em bancos. Números do Banco Central confirmam o potencial desse mercado: das 56 milhões de pessoas que tomaram crédito no ano passado, 34 milhões são de baixa renda.
 
Além de crédito ao consumidor, o novo banco, que ainda não foi batizado, mas pode se chamar Elo, vai distribuir cartões de crédito e cartões pré-pagos. Também vai conceder empréstimos por meio dos cartões. O banco ajudará a desenvolver a bandeira de cartão de crédito Elo, uma sociedade do Bradesco, com Banco do Brasil e com Caixa Econômica Federal. No futuro, o novo banco poderá oferecer outros produtos financeiros para as classes C, D e E, de acordo com fontes ligadas às empresas.
 
Apesar do potencial, o público de baixa renda é o que registra maior índice de inadimplência. Os tomadores de crédito com ganho mensal de até três salários mínimos, além de serem os mais endividados, segundo o BC, têm mais da metade da renda comprometida com o pagamento de juros de dívidas. Por isso, o novo banco terá um modelo de concessão de crédito diferente da estrutura de outras instituições financeiras. O banco concederá empréstimos de valores baixos. À medida que o cliente demonstre maior fôlego financeiro, ele poderá tomar empréstimos maiores.
 
AVAL DO BANCO CENTRAL – O novo banco aguardava a chancela do BC para atuar há cerca de três anos. Nesse período, BB e Bradesco colocaram a operação de pé. Agora, segundo fontes, está na fase final de estruturação. Como vai apoiar a financeira Ibi, o banco utilizará sua rede de correspondentes bancários, com 145 unidades, uma vez que boa parte da população de baixa renda não usa agências bancárias tradicionais.
 
Comandando a operação, ficará, conforme uma fonte, Carlos Giovane Neves. Recentemente, o executivo deixou a diretoria da Bradesco Cartões para chefiar a Ibi Promotora.
 
Procurados, Bradesco e BB confirmaram a autorização do BC para a constituição do novo banco com foco na baixa renda e os planos quando do anúncio do acordo. A Alelo informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que somente Bradesco e BB se pronunciam sobre o assunto.

Fonte: NE10 – 25/11/2015

Fernando Cunha

Resultado de imagem para os 300 de espartaResultado de imagem para os 300 de esparta

Sinopse

Graphic Novel descreve a Batalha das Termópilas, ocorrida em 480 a.C., quando 300 guerreiros espartanos comandados peloRei Leónidas lutaram até à morte para refrear o avanço do exército persa do Xerxes I no território grego. O combate atingiu o status de lenda, face à enorme desproporção entre as forças espartanas e persas.

O filme é apenas figurativo,o número é simbólico, pois é o mesmo número de  300 trabalhadores que perderam seus empregos recentemente na Cidade de São José do Egito, e aqui vou apenas mostrar os impactos na economia da Cidade, não vou entrar em mérito político, trata-se de uma pequena contribuição para compreender, e só. vejamos alguns dados:

Vamos multiplicar os 300 demitidos vezes o salário mínimo e vamos  ter o valor que a Cidade deixa de circular em sua economia, arrecadação, os impactos no comércio em geral e nos bancos; ocasionando inadimplência e consequente perda de negócios.

Segundo a Serasa Consumidor http://www.serasaconsumidor.com.br/ dados de setembro/2015, em seu site,temos alguns dados alarmantes:

73% de inadimplência, onde 31,87% devido a perda de emprego, 32,18% é devido ao custo de vida e 12,56% descontrole nos gastos.

Vamos fazer as contas, quanto a Cidade perde:

300 trabalhadores demitidos X 788,00(salário mínimo base)=R$ 236.400,00 mensal que deixa de circular nos mercados,farmácias,bares,restaurantes,hotel,festas.

Esses mesmos trabalhadores que supomos que tivessem conta bancária e os bancos ofertem crédito:

Os Bancos em geral tem análises de crédito muito parecidas entre eles e os mesmos trabalhadores deveriam ter conta corrente, pois a própria licitação deixou claro, vejam a conta:

Com um salário médio de R$ 788,00, hipoteticamente a média de crédito ofertado pelos Bancos, ficariam assim:

Média de crédito = 800,00(crédito pessoal)+300,00(cartão de crédito)+200,00(limite especial)= 1.300,00 de crédito por pessoa.

Crédito disponível para ser usado = 300 pessoas X R$ 1.300,00 de crédito disponível= R$ 390.000 mil reais a disposição do cliente.

Fazendo as Contas, temos um montante de aproximamente:

R$ 236.400,00 mil  de salários + R$ 390.000 mil= R$ 626.000 mensal em crédito que deixaram de circular na economia da Cidade.

A conta pode ser mais complexa, quando você estende para os benefícios sociais, fgts,pis,pasep,seguro desemprego,como absorver estes trabalhadores, a seca, política pública,saúde,educação,violência.

 

Fonte: Serasa consumidor,blogs.

 

Fernando Cunha – 18/11/2015

 

 

 

 

 

 

Tragédia em Mariana: quem recebe dinheiro da Vale

Publicado por Justificando – 3 dias atrás

Resultado de imagem para MARIANA TRAGÉDIAResultado de imagem para MARIANA TRAGÉDIAResultado de imagem para MARIANA TRAGÉDIAResultado de imagem para MARIANA TRAGÉDIAResultado de imagem para MARIANA TRAGÉDIAResultado de imagem para MARIANA TRAGÉDIA

0

O PMDB recebeu R$ 23,55 milhões dos R$ 48,85 milhões destinados por empresas da Vale a comitês financeiros e diretórios na campanha de 2014. O partido controla o setor de mineração no Brasil, indicando o ministro das Minas e Energia e a maioria dos chefes dos Departamentos Nacionais de Produção Mineral (DNPM). Essas cifras se referem às doações eleitorais de seis empresas ligadas à Vale: Vale Energia, Vale Manganês, Vale Mina do Azul, Minerações Brasileiras Reunidas, Mineração Corumbaense Reunida e Salobo Metais.

Matéria originalmente postada em Outras Palavras

Em 2010, a soma das doações da Vale alcançava R$ 29,96 milhões, para todas as siglas. Isso mostra um aumento exponencial do investimento do grupo Vale em campanhas políticas. Mas é mais que isso: naquele ano, a empresa só doava para os comitês e diretórios. Em 2014, doou também para candidaturas específicas, do Congresso à Presidência. Isso soma mais R$ 39,32 milhões drenados da Vale para políticos do governo e da oposição, perfazendo um total de R$ 88 milhões – três vezes mais que em 2010.

Entre os doadores para partidos (comitês, diretórios), o PMDB agora dispara em primeiro lugar com seus R$ 23,5 milhões. Em seguida vêm o PT, com R$ 8,25 milhões, o PSDB, com R$ 6,96 milhões, e o PSB, com R$ 3,5 milhões. PP e PCdoB aparecem empatados com R$ 1,5 milhão cada. DEM e PCdoB receberam R$ 990 mil e R$ 900 mil. A lista é completada com SD (R$ 920 mil), PPS (R$ 800 mil), PSD (R$ 250 mil), PROS (R& 150 mil), PRB e PDT (R$ 100 mil cada) e PEN (R$ 70 mil).

Os dados são da Justiça Eleitoral, compilados pelo Outras Palavras. O quadro abaixo se refere às doações para os partidos, e não para as candidaturas.

O CLUBE DOS SEIS

PMDB – R$ 23.550.000
PT – R$ 8.250.000
PSDB – R$ 6.960.000
PSB – R$ 3.500.000
PP – R$ 1.500.000
PCdoB – R$ 1.500.000

Fonte: TSE/Outras Palavras

Os números da Vale em 2014 são maiores que os divulgados pelo documento Quem é Quem nas Discussões do Novo Código da Mineração, pois três dessas empresas não estavam na lista feita pelo Ibase. A soma consolida a Vale como uma das maiores doadoras de campanha em 2014. A empresa é, ao lado da anglo-australiana BHP Billinton, sócia da Samarco, a responsável pelo rompimento de barragens em Mariana (MG), em um dos maiores crimes socioambientais da história brasileira. Oito pessoas já foram encontradas mortas e dezenas estão desaparecidas.

Esses R$ 49 milhões em doações para comitês e diretórios ainda não dão conta de todas as doações feitas na campanha de 2014. Isso porque é possível doar para os partidos – pelos comitês e diretórios – ou para candidaturas específicas. Sejam estas para o Congresso, sejam para o Executivo. Na prática, algumas doações para diretórios estaduais foram remanejadas pelo PMDB e beneficiaram candidaturas específicas, em particular a de parlamentares que atuam no Congresso em defesa dos interesses das corporações.

CAMPANHAS MAJORITÁRIAS

A candidatura da presidente Dilma Rousseff (PT) recebeu R$ 12 milhões da Vale Energia (R$ 2,5 milhões), Salobo Metais (R$ 3,5 milhões), Mineração Corumbaense Reunida, a MCR (R$ 4 milhões) e Minerações Brasileiras Reunidas, a MBR (R$ 2 milhões). Bem mais do que a verba injetada pelas empresas nos demais candidatos do partido. O governo federal acena com multas à Samarco pelo vazamento de resíduos em Mariana (MG), que já chegam ao Oceano Atlântico, matando animais, plantas e poluindo rios numa escala pouco vista no mundo.

Esses números representam uma grande inflexão em relação às doações feitas por empresas ligadas à Vale na eleição de 2010. Naquele ano, segundo o Ibase, as doações para o PMDB (R$ 5,76 milhões) apareciam apenas em terceiro lugar, atrás do PT, com R$ 10,38 milhões, e do PSDB, com R$ 6,95 milhões. Ao contrário de 2014, quando as duas siglas também disputaram o segundo turno, a Vale só doava para os comitês nacionais de campanha, ou diretórios nacionais, e não para candidatos individuais.

A campanha do candidato Aécio Neves (PSDB), derrotado no segundo turno, recebeu no ano passado R$ 2,7 milhões da Vale Energia, criada ainda nos tempos da Vale do Rio Doce. Não constam no DCE doações de outras empresas da Vale. A candidata Marina Silva (PSB, hoje na Rede) recebeu R$ 488 mil da Mineração Corumbaense Reunida, a MCR, adquirida pela Vale há alguns anos de uma de suas principais concorrentes mundiais, a Rio Tinto.

O governador mineiro, Fernando Pimentel (PT), também teve campanha financiada por mineradoras. Entre elas, Vale Energia, Vale Manganês, MBR e MCR. Vale Manganês e Vale Minas do Azul (todas essas são da Vale) contribuíram com R$ 1 milhão para a campanha de seu concorrente, o tucano Pimenta da Veiga. Eleito senador, o ex-governador Antonio Anastasia (PSDB) igualmente foi financiado pela CBMM (R$ 500 mil) e empresas da Vale, como Vale Energia (R$ 300 mil) e MBR (R$ 500 mil).

O HOMEM DAS EMENDAS

A MCR aparece como uma das principais doadoras para a campanha eleitoral do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), com R$ 700 mil. A doação foi para o diretório do PMDB, que repassou a verba para o candidato. Ele também recebeu, igualmente por meio do diretório, R$ 1 milhão da CRBS, empresa especializada em prospecção mineral que investiu R$ 32,35 milhões na campanha de 2014, dos quais R$ 4 milhões para o Diretório Nacional do PMDB e R$ 600 mil para a direção fluminense do partido.

Cunha foi o líder em emendas para o novo Código: nada menos que 90. Muito à frente do segundo colocado, Bernardo Vasconcellos (PMDB-MG), que apresentou 24 emendas. Um terço das emendas foram apresentadas por deputados do PMDB.

Fonte: Alceu Luís Castilho/Outras Palavras

FERNANDO CUNHA – 16/11/2015

Resultado de imagem para secaResultado de imagem para seca

Essa questão da seca que se prolonga por muito tempo, onde governos sempre se deleitam com suas consequências, ainda permancem como um curral eleitoral de exploração dos mais necessitados, onde a moeda é o carro pipa, surge uma pergunta: porquê com esta seca, temos carros pipas com água potável? Esta água vem de onde? quem ganha com isso? se tem água, porque não chega para todos? segundo a ONU, todos tem direito a água!

O Pajeú está em colapso, as barragens secaram, e qual é a próxima promessa?

Resultado de imagem para seca no pajeú

As entidades civis,governamentais,ongs se reunem para dizer que fazem algo?

Resultado de imagem para seca no pajeúResultado de imagem para seca no pajeú

Em 2016 vai aparecer dinheiro? Vamos ter promessa eleitoral dos candidatos sobre o tema?

Resultado de imagem para seca no pajeúResultado de imagem para seca no pajeú

Onde está a rebeldia jovem que adormece nesta anestesia atual?

 

Onde está os amigos dos poderes? que adoram se vangloriar?

Resultado de imagem para seca no pajeú

"O que mais preocupa não é o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." Martins Luther king

Fernando Cunha – 15/11/2015

 

 

TAMANHO DO TEXTO

09/11/2015 – 08h39 – POR REDAÇÃO GQ

Kurt Cobain tem vida e carreira explorada em graphic novel

'Kurt Cobain – Quando Eu era um Alien' é parte da série Clube dos 27, livros sobre o grupo de músicos que morreram aos 27 anos

Kurt Cobain: membro do Clube dos 27 (Foto: Reprodução/ YouTube)

Jimi HendrixAmy Winehouse e Brian Jones partilham uma mesma história: todos fazem parte do chamado Clube dos 27, nome dado o grupo de músicos que morreu aos 27 anos. O título também dá nome a uma coleção de livros da Conrad, que conta agora a história do falecido líder do NirvanaKurt Cobain, na graphic novel Kurt Cobain – Quando Eu era um Alien.

O músico, que se suicidou em 1994 aos 27 anos, tem a vida traçada a partir do trabalho dos italianos Danilo Deninotti e Toni Bruno, responsáveis pelo roteiro e arte da obra. Da infância ao sucesso comercial com o influente álbum Nevermind, diversas fases da vida e da carreira de Cobain são abordados ao longo de 96 páginas. O trabalho apresenta também uma galeria com as personagens, referências musicais, audiovisuais e literárias do músico.

O líder do Nirvana é a segunda aposta da editora na série Clube dos 27 e custará R$ 39,90. A cantora britânica Amy Winehouse teve a vida contada em 2013 através de graphic novel.

O próximo título chega ao mercado em 2016 e será destinado à obra de Robert Johnson, lendário ícone do blues do início do século 20 que, reza a lenda, vendeu a alma ao diabo e faleceu aos 27 anos.

FONTE:GQ BRASIL

FERNANDO CUNHA -10/11/2015

 

 

Quem garante que não pode acontecer conosco? essa flexibilização coloca em risco pessoas e lugares, pois dará poderes a órgãos que podem apoiar empreendimentos sem um estudo detalhado retirando o EIA-RIMA-Estudo de Impacto Ambiental-Relatório de Impacto Ambiental, alegando custos altos! e o custos de vidas,animais,florestas,faunas,pessoas,rios? fica o recado.

 

 

5/11/2015 17h14 – Atualizado em 06/11/2015 01h25

Barragens se rompem e enxurrada de lama destrói distrito de Mariana

 

 

Acidente foi em Bento Rodrigues e bombeiros confirmam uma morte.
Localidade está sendo esvaziada; MP vai investigar causa do acidente.

 

 

O rompimento de duas barragens de rejeitos da mineradora Samarco causou uma enxurrada de lama que inundou várias casas no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais, na tarde desta quinta-feira (5).

O Corpo de Bombeiros de Ouro Preto, que tem equipes no local, confirmou uma morte e 15 desaparecidos até o momento. A vítima seria um homem que teve um mal súbito quando houve o rompimento. A identidade dele ainda não foi divulgada. 

GALERIA:  Veja imagens da cidade soterrada

O diretor do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Extração de Ferro e Metais Básicos deMariana (Metabase), Valério Vieira dos Santos, afirma que entre 15 e 16 pessoas teriam morrido e 45 estão desaparecidas, mas ainda não há números oficiais de vítimas.

Um dos sobreviventes da tragédia, Andrew Oliveira, que trabalha como sinaleiro na empresa Integral, uma terceirizada da Samarco, disse que, na hora do almoço, houve “um abalo”, mas os empregados continuaram trabalhando normalmente.

Rompimento da barragem de Fundão, em Bento Rodrigues, distrito de Mariana (Foto: Luis Eduardo Franco/TV Globo)

LEI AMBIENTAL

Alepe aprova projeto do governo que flexibiliza legislação ambiental

Reforma retira obrigatoriedade de estudo e relatório de impacto ambiental para projetos de baixo impacto em áreas vegetação de preservação permanente

Publicado em 05/11/2015, às 07h30

Projeto do governo que flexibiliza legislação ambiental acabou gerando discussão polêmica no plenário, mas a maioria governista  aprovou a matéria / Foto: Roberto Soares/Alepe

Projeto do governo que flexibiliza legislação ambiental acabou gerando discussão polêmica no plenário, mas a maioria governista aprovou a matéria

Foto: Roberto Soares/Alepe

Em votação simbólica, depois de prolongada e polêmica discussão no plenário, a Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou, nesta quarta-feira (04), projeto do governo Paulo Câmara (PSB) que altera o Código Florestal do Estado, datado de 1995, flexibilizando a legislação para autorizar a supressão de vegetação em áreas de  preservação permanente – visando à implantação de  empreendimentos –, desde que as obras sejam de baixo impacto ambiental,  de utilidade pública e de  interesse social. 

A mudança retira a obrigatoriedade de apresentação do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), considerados pelo governo como de “alta complexidade e elevado custo”, para  projetos de baixo impacto. Com a  reforma, a política de meio ambiente do Estado passa a estabelecer que,  nas intervenções em Áreas de Preservação Permanente (APPs) que sejam de baixo impacto, estudos e análises   de viabilidade ou preliminares, menos rigorosos e mais rápidos,  podem ser realizados por órgãos especializados. 

O texto reformado transfere para  a “autoridade ambiental competente” a atribuição de  determinar qual  o tipo de estudo prévio será necessário para autorizar a intervenção em APP. A mudança prevê, também, que  a compensação das intervenções ocorra, “preferencialmente”, segundo o texto, em áreas que sejam de proteção especial. Porém, não havendo área com ecossistema semelhante, o órgão ambiental pode aprovar  a compensação  em área diversa.

O projeto do Executivo (nº 407), que muda a lei nº 11.206/1995, passou por unanimidade na Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) –  substitutivo do  deputado de oposição Edilson Silva (PSOL) foi  rejeitado por inconstitucionalidade – e por maioria na Comissão de Meio Ambiente (voto contrário do psolista).

Ao chegar ao plenário,  opositores tentaram adiar a votação do projeto do governo, para abrir nova discussão. “É uma flexibilização generalizada. O Estado não terá mais área de preservação protegida. Mão tem gente para fiscaliza”, denunciou Edilson Silva. “É preocupante. Diante do risco ambiental, recorro ao princípio da cautela”, alertou a independente Priscila Krause (DEM). 

“Apelo pela retirada de pauta”, sugeriu o líder da oposição, Sílvio Costa Filho (PTB), que em seguida propôs a retirada de pauta. “Peço verificação de quórum”, pediu.  “A matéria foi muito discutida, inclusive por entidades da área. Desburocratizar não é descuidar da legislação”, contesto o líder do governo, Waldemar Borges (PSB). Com 28 deputados presentes (três a mais do necessário), a matéria foi a votação e aprovada por maioria.

Fonte: G1 e NE10

FERNANDO CUNHA – 10/11/2015

 

Crianças conscientes, economia para o bolso dos pais

Resultado de imagem para educação financeiraResultado de imagem para educação financeira

Diante da crise econômica pela qual o Brasil atravessa, as famílias também sentem a subida dos preços e o pouco dinheiro para manter o padrão de vida que tinham. Junto a isso, fica cada dia mais necessário dizer ‘não’ ao pedido dos filhos e complicado fazê-los entender o porquê da negação.

Segundo o economista e professor Benoni Cavalcanti, as crianças não podem estar alheias à situação econômica do país, consequentemente, à dos pais. “Elas precisam saber o que está acontecendo, não podem ficar alienadas. No entanto, isto não pode chegar como um peso para elas, mas de forma natural”, alerta.

O profissional explica que é recomendado conversar com os filhos para esclarecer como o dinheiro é fruto do dia-a-dia de trabalho. Desta forma, eles vão assimilando a importância do dinheiro como mecanismo para conseguir o que se deseja e entendem que, através do cumprimento de tarefas e da responsabilidade, vem a moeda para o pagamento da escola, do lazer, presentes e manutenção da casa. 

De acordo com Benoni, a educação financeira das crianças segue até o início da adolescência e é dividida em três partes. No primeiro momento, até os 12 anos, a criança está no sentido de entender para quê serve o dinheiro e a ligação da saída dos pais todos os dias para trabalhar e, por conta disso, há uma remuneração que proporciona a aquisição dos bens. 

A segunda fase consiste já no entendimento do sentido do dinheiro na vida da família e que este é um mecanismo de troca; por isso, para crianças que recebem mesada, essa remuneração exige responsabilidades, além dos "básicos" respeito aos pais e rendimento escolar. “Essas são condições básicas, mas eles precisam entender que é necessário cumprir algumas responsabilidades para receber aquele dinheiro, dadas as proporções, assim como seus pais precisam trabalhar para receber o salário”, esclarece o economista.

Já na terceira fase, quando as crianças já estão fazendo uso do dinheiro, os pais precisam acompanhar os gastos. É necessário saber o que as crianças compram com a quantia recebida. “Os pais precisam deixar claro a necessidade de economizar, fazer restrições, adiar presentes, diminuir lazer. É preciso que os pequenos percebam que há um momento diferente, onde as coisas estão mais caras e isso é possível permitindo que eles comprem, com a mesada, o próprio lanche e paguem algum tipo de lazer que desejam”, detalha. 

Psicóloga dá dicas sobre comportamento financeiro com os pequenos

A psicóloga Valesca Victor se mostra preocupada quanto ao desentendimento das crianças em relação ao custo dos produtos. “Os filhos já encontram tudo pronto, não tomam conhecimento de nada e isso inclui saber o preço das coisas”, alerta. Ela explica ser importante as idas ao supermercados junto aos pais, pois isso mostra aos filhos que os produtos não caem do céu e tudo exige pagamento.

A profissional discorda da tradicional conta feita para estabelecer o valor da mesada: pais costumam multiplicar por dez a idade dos filhos para medir quanto cada um deve receber. “O referencial para a mesada deve ser o salário mínimo e nunca ultrapassá-lo, nem as famílias mais abastadas. Esse valor deve ser medido também de acordo com a situação financeira da família. O pagamento da mesada pode iniciar a partir dos oito anos com um valor simbólico e com o passar do tempo esse valor vai subindo e as responsabilidades ampliando”, esclarece. 

É preciso dizer não

Para os pais, o papel de dizer ‘não’ aos filhos não é tarefa fácil, mas cada vez mais necessária devido às circunstâncias econômicas do país. Lidar com a crise dentro de casa e efetuar cortes de despesas tem sido o método adotado por muitas famílias. A gerente comercial Rosana Torres é mãe de dois meninos de oito e 15 anos, além de uma adolescente de 18. Diariamente, ela precisa lidar com necessidades e pedidos diferentes. “Meus filhos são bem conscientes da sua condição financeira, mas sei também que são bombardeados todos os dias pelo apelo comercial. É preciso pesquisar, ponderar. Inclusive o mais novo pediu um videogame de presente, mas só iremos comprar no seu aniversário e até lá vamos cotando os preços”, revela a mãe.

Ela conta ainda que os filhos recebiam mesada, mas esta foi cortada e readaptada para que eles possam manter o cachorro de estimação. Além disso, eles vendem brownie para começarem a compreender as responsabilidades e o custo das coisas. “Com a venda dos bolinhos, eles também custeiam as saídas que querem fazer. Eles também deixaram de comprar lanche na escola e passaram a levar de casa. Eles hoje entendem que a economia com o lanche dá a oportunidade de termos um lazer no final de semana”. 

A psicóloga, assim como Benoni, conclui que os pequenos devem comprar coisas para que sintam que a crise existe, sintam a alteração nos preços e percebam que é preciso abrir mão de algumas coisas para adquirir outras. “Sinto que eles estão pouco à vontade com a relação dinheiro e compra. Por conta dessa mudança financeira, o entendimento quanto a economia tem que iniciar ainda mais cedo porque está afetando o estilo de vida da família. No entanto, deve ser mostrada como uma fase e não com angústia ou peso para a criança”, aconselha a psicóloga. 

Fernando Cunha – 05/11/2015, Formado em Matemática;Educador Financeiro;Certificação Ambima – CPA 10;Consultor Marketing,Gestão de Pessoas,Empreendedorismo, ;Pós-graduado em Marketing(fcap); MBA em Gestão e Planejamento Ambiental(fcap),Escritor,Blogueiro.

Ministrou palestra na UNIVERSO – SÃO JOSÉ DO EGITO;ONG PONTO CIDADÃO IGARASSU; ETE Célia Siqueira de São José do Egito;

Fonte:  por Naiane Nascimento qui, 05/11/2015 – 10:50
 
 

Lampião Verde, versão nordestina de herói da DC, é cangaceiro e enfrenta até o Galo da Madrugada para salvar Sertão

Narsvera Game Studio/Reprodução

Imagine jogar e ter os movimentos intensificados pelo frevo, xote ou baião, antes de enfrentar o Homem da Meia Noite ou o Galo da Madrugada, chefões de estágio do Sertão Profundo? Estas são algumas das possibilidades do game “Lampião Verde – A maldição da botija”, proposta de versão nordestina do herói da DC Comics, Lanterna Verde, da desenvolvedora de jogos de Campina Grande (PB), Narsvera Game Studio, que busca financiamento coletivo para disponibilizar o jogo de RPG, com plataforma 3D para PC e MAC.

MapadoJogoLampiaoVerdeA iniciativa se volta a uma ressignificação do folclore nordestino, apropriando-se muito menos do que seria um direito autorial de um herói norte-americano do que dos personagens, sons e visuais que imperam no imaginário popular do Nordeste. A narrativa se passa no Sertão Profundo, conjunto de ilhas flutuantes inspirado na cultura nordestina, que está sendo corrompido pelo “Bando das Visagens Malassombrosas”. O problema é tanto que Maria Bonita, o Homem da Meia-Noite, o Galo da Madrugada e uma série de bois-bumbá enfrentarão o Lampião Verde, ex-velho moribundo que obtém seus poderes após encontrar uma botija com o anel verde que lhe confere poderes sobrenaturais. Parece familiar?

A empresa paraibana lançou campanha no Kickante para desenvolver o projeto, orçado em R$ 30 mil, e em poucos dias já garantiu 10% do financiamento necessário, a quase dois meses do final da campanha. A oferta inclui trilha sonora original de orquestra, gravada em estúdio, artbook e o argumento que trata-se da animação de uma grande espécie de história em quadrinhos que se dedica à “rica, porém dispersa cultura nordestina”. O game será disponibilizado para download na plataforma Steam e terá também a trilha sonora lançada.

É possível contribuir de R$ 15 a R$ 10 mil, com recompensas que variam da possibilidade desde baixar a trilha sonora proposta até ter o poder de sugerir um personagem a ser incluído na narrativa do jogo (que pode ser à sua imagem e semelhança). Para contribuir e conhecer mais sobre a proposta, clique aqui.

Paródias envolvendo a cultura nordestina e heróis são recorrentes e a temática do cangaço é quase sempre associada à linguagem mais rudimentar de décadas passadas para compor o quadro, sempre com um ar mais cômico – o que apenas reforça a demanda reprimida por heróis que envolvam o universo sertanejo. Entre outros memes que circulam na internet, um deles chama a atenção por envolver diversos hits da infância da última geração:

Fonte: DP 

FERNANDO CUNHA – 04/11/2015