Monthly Archives: setembro 2015

PT já se opõe a atual governo Dilma e na TV só menciona 12 anos de gestão.

DILMA É DO PT, E VALE TUDO PELO PODER? ONDE ESTÁ A MORAL DESSE POVO?

 

PT questiona interesses da oposição, exalta 12 anos petistas e ignora atual gestão Dilma

O PT DEVERIA TER VERGONHA……E DILMA É DO PT

Veja programa do PSDB sobre Dilma: “Com tanta mentira, um dia a máscara cai”

É MUITA CARA DE PAU.

Amupe: municípios chegaram ao fundo do poço.

EM 2016 AS PREFEITURAS VÃO RECLAMAR….E A REELEIÇÃO TAMBÉM SERÁ DE PINDAÍBA? DUVIDO...

Luciana Santos em vídeo do PCdoB: “golpe nunca mais”

GOLPE COMUNISTA, É ESSE GOVERNO; INCLUSIVE OLINDA ESTÁ UM DESMANTELO SÓ

PMDB critica falta de rumos do País e diz que vai reunificar o Brasil. Temer fala da trajetória de homem público

OU O PMDB ACHA QUE SOMOS OTÁRIOS OU ISSO É UM CAVALO DE TRÓIA…

Prefeito de São José do Egito reduz o próprio salário, do vice,cargos comissionados e de secretários(Economia de 200 mil por mês).

RESOLVE O PROBLEMA? QUAL O DESTINO DESTA ECONOMIA? É APENAS PARA A PLATÉIA?

FONTE: NE10, BLOGS.

FERNANDO CUNHA

 

JOSÉ DIRCEU DIZIA QUE IMPEACHMENT NÃO É GOLPE

Hélio Schwartsman

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“Qualquer deputado pode pedir à Mesa da Câmara a abertura de processo [de impeachment] contra o presidente da República. Dizer que isso é golpe é falta de assunto.” A frase não é de um tucano em busca do 3º turno, mas de um petista insuspeito. Ela foi articulada por José Dirceu em 1999, quando o PT liderava um movimento para afastar o então recém-reeleito Fernando Henrique Cardoso, que, como Dilma, perpetrara um estelionato eleitoral ao manipular o câmbio em favor de sua candidatura.

Trago essas incômodas lembranças numa tentativa de flagrar o militante, petista ou tucano, no ato de aplicar pesos diferentes à mesma medida. Se deixarmos de lado a paixão política para tentar pensar os conceitos com rigor, teremos de concordar com Dirceu. O impeachment é o contrário de um golpe. Trata-se de um mecanismo constitucionalmente previsto que pode ser utilizado para sair de certas crises. Embora seja um processo traumático, é certamente preferível a tanques nas ruas.

Como toda relíquia institucional, o impeachment encerra ambiguidades. Ele surgiu na Inglaterra medieval como um procedimento penal. Para que seja aplicado, a autoridade precisa ser acusada de um “crime de responsabilidade”. Mas a definição do que seja esse tal de crime de responsabilidade é suficientemente aberta para comportar qualquer coisa, o que permite que o instituto seja utilizado como instrumento político.

REVOGAÇÃO DE MANDATO

Na prática, o impeachment é um mecanismo de revogação de mandato travestido de trâmite judicial. Seria legal trocá-lo pelo mais moderno recall de voto, que existe na Venezuela e em porções dos EUA, mas é improvável que legisladores transfiram à população um poder que hoje é seu.

Quanto a Dilma, não creio que ela será afastada nem o desejo. É sempre mais didático quando o governante conclui seu mandato. É nessas horas que o eleitor decide se vai ou não rejeitar as políticas por ele adotadas.

Fonte: Tribuna da Internet

NADA MELHOR QUE UM DIA ATRÁS DO OUTRO…..

Fernando Cunha

 

Recifense pode ser a nova vocalista ao lado de Chimbinha

Publicado por  em Notas às 08h28

gina1

Depois da polêmica separação entre Joelma e Chimbinha, a cantora afirmou que seguirá carreira solo a partir do próximo ano. O que acontecerá com a banda Calypso é um incógnita e muitos apostam que Chimbinha vai montar outra banda para continuar tocando. O guitarrista já estaria pensando nesta nova formação, tanto que já tem um nome para ser a “substituta” de Joelma. Uma das apostas do tecnobrega do Pará, a recifense Gina Lobrista, já tem seu nome cotado para se apresentar ao lado de Chimbinha.

“A Índia Apaixonada do Pará”, como gosta de ser conhecida, vende seus CDs no Mercadão de Belém e já tem chamado atenção pela região. Ela também ganhou um videoclipe, feito por universitário, de uma das suas músicas. Confira:

https://youtu.be/7lvW-a85uLw

Fonte: g1, social 1

Fernando Cunha – 25/09

A alta do dólar é um dos principais motivos da instabilidade econômica pela qual passa o Brasil. Com cotação acima dos R$ 4 as empresas brasileiras já sentem o impacto por conta da dependência de importação de matéria-prima, componentes e produtos manufaturados. Na prática, o principal afetado é o consumidor comum, sobretudo os mais pobres, aqueles que, certamente, nunca pegaram numa cédula da moeda americana.

O pão produzido no Brasil é dependente das exportações de trigo, cuja tabela é baseada em dólar. "A produção nacional não consegue suprir nem 20% da demanda dos donos de padaria", diz Paulo Pereira, presidente do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Estado de Pernambuco. "Já tivemos um aumento este ano de cerca de 10% por conta também do aumento da energia elétrica e outras variantes." 
 

 

No setor de eletroeletrônicos, o dólar já está afetando os negócios de empresas brasileiras. É que produtos como televisores possuem cerca de 80% de componentes importados. "O mercado já percebe uma queda de até 37% nas vendas de TV. Trabalhamos com a perspectiva de um ano mais difícil que o ano passado", diz Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros). 
QUEM GANHA – O dólar em alta é muito ruim para o bolso do consumidor, mas também tem suas vantagens. Ganham os exportadores que passam a lucrar mais ao vender para outros países. O chamado produtor altamente nacional, aquele que usa matéria-prima e mão de obra nacional e vende para o mercado interno, também irá se beneficiar. "O produto poderá ficar mais competitivo em relação aos importados, que estão mais caros", diz Monteiro. 
 
O turismo nacional é outro beneficiado. Como ficou mais caro viajar para o exterior, muitas pessoas estão optando por conhecer o Brasil, o que gera estímulos econômicos no mercado local. "Além disso aumenta a procura do Brasil como destino de estrangeiros. O turista de fora tem muitos incentivos para vir para cá", diz Tiago Monteiro. 
 
QUEM PERDE – Segundo Tiago Monteiro, na nossa atual situação, a moeda brasileira vai perder em poder de compra. "O consumidor vai perder seu poder aquisitivo e o Brasil deixará de ser interessante para o investidor, que em geral é muito sensível às incertezas da economia." 
 
E os mais afetados serão os mais pobres, uma vez que a renda ficará ainda menor por conta da alta dos preços. A alta do dólar também interfere na inflação e faz com que o consumo diminua e, com isso, a produção. "A alta do dólar não é uma causa, mas uma consequência. Com a recessão, queda das avaliações por parte das agências de risco e instabilidade política, o Brasil deixa de ser interessante para os investimentos", ressalta o economista. 
 
Assim como a alta do dólar não é bom para a economia, a cotação em baixa também não. O economista faz uma previsão do que seria o ideal. "Acredito que o dólar na casa dos R$ 3 seria o ideal tanto para o consumo quanto para a lucratividade da indústria". E vai subir mais? "Sim. A expectativa é que a cotação tenha uma subida nos próximos meses, passando dos R$ 4,50". Tudo vai depender de uma conjunção de fatores, que no caso do Brasil, ainda é incerto. "A situação só irá se reverter caso o Brasil mostre mais segurança para o investidor." 
Fonte: G1
Fernando Cunha

 

 

Quinta-feira, 24/09/2015, às 00:33, 

Os tesouros

O mestre sufi Abu Muhammad al-Jurayry costumava dizer: “a religião possui dez tesouros, que nos enriquecem. São cinco interiores e cinco exteriores; todos aqueles que seguem o caminho espiritual devem estar conscientes disto”.

“Eis os tesouros interiores: capacidade de ser verdadeiro, despreocupação com os nossos bens, humildade na aparência, equilíbrio para evitar dificuldades com os outros, e força para reagir”.

“Eis os tesouros exteriores: descobrir um amor supremo, despertar o desejo de estar junto a este amor, ter inteligência para ver as próprias faltas, estar consciente de tudo que acontece na vida, e ser grato pelas bênçãos recebidas”.

Fonte: G1 – Paulo Coelho

Fernando Cunha 24/09/2015

Na zona do rebaixamento: o Brasil perdeu o grau de investimento de uma das principais agências.

A queda da nota dada pelas agências de classificação de risco no Brasil tem tudo a ver com a sua carreira e o seu dinheiro.

Na noite desta quarta-feira (9), a Standard & Poor's, uma das principais agências de classificação de risco do mundo, tirou o nosso grau de investimento, uma espécie de nota dada pelas agências para a capacidade de um país de pagar suas dívidas externa e interna e honrar seus compromissos com os investidores. 
 
Ou seja, antes, até terça-feira, o Brasil era considerado um "bom pagador". Agora já não é mais. 
A notícia fez o dólar subir e a esperança diminuir mas não foi nenhuma novidade, já que, ultimamente, os noticiários vinham repetindo que “há um grande risco de o Brasil perder o grau de investimento”. 
 
Para calcular a tal nota, agências como Moody’s e Standard & Poor’s analisam uma série de indicadores – de estabilidade política até quantidade de reservas internacionais. Desde 2008, o Brasil ostentava com orgulho o selo de bom pagador. 
 
Mas, diante da crise econômica e política, acabamos saindo desse seleto grupo dos países considerados seguros para o investimento. Entramos no temível “nível especulativo”, que sinaliza uma maior probabilidade de calote nos investidores. 
 
“Assim como num campeonato de futebol, estávamos na zona de rebaixamento”, diz Olivia Paganini, da Guide Investimentos, de São Paulo. 
 
Diante da nota negativa, muita coisa vai mudar. Mas não será de uma hora para a outra. Isso porque a mera possibilidade de piora na nota de um país já estava prejudicando a atração de capital estrangeiro. 
 
“As empresas americanas não estavam esperando o Brasil ser rebaixado para vender seus títulos ou parar de mandar dinheiro”, diz Patrick Behr, da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas, FGV/EBAPE, no Rio de Janeiro. 
 
Esse quadro tem efeitos sobre o mercado de trabalho e as finanças pessoais, comprometendo, por exemplo, a geração de empregos e o custo dos empréstimos. Por isso, assim como no futebol, vale a pena entender esse adversário, para evitar que sua renda e sua carreira sofram as consequências do rebaixamento. 
 
Isso porque se já está ruim, pode ficar pior: a S&P não apenas retirou o nosso selo de bom pagador e nos mandou para a série B dos investimentos internacionais, ela disse ainda que o viés é negativo, ou seja, a nota pode piorar ainda mais. 
 
ESQUEMA TÁTICO
Entenda como a perda, pelo Brasil, do grau de investimento pode afetar o seu bolso e os seus planos profissionais nos próximos meses – e como lidar com isso. 
 
Aumentos e promoções 
Quando um país é rebaixado, ele leva consigo a confiança dos investidores nas empresas que operam nele. Com isso, mesmo companhias que vão bem podem ver seus investimentos minguarem – um efeito que já é percebido. Segundo a agência de classificação de risco Austin Rating, só no primeiro semestre, as empresas brasileiras tiveram uma queda média de 2,2% em sua receita e de 50% em seu lucro líquido – o que tende a dificultar aumentos e promoções para quem trabalha nelas.

Quem será afetado
funcionários que tinham promoções e aumentos prometidos podem ter essas movimentações congeladas. startups que aguardavam aportes terão de se contentar com valores menores. Com menos dinheiro dos investidores, deve-se intensificar sobre os profissionais a pressão por metas cada vez mais altas. 

Como contra-atacar
Será preciso ter mais paciência para progredir na carreira e se preparar para o aumento da cobrança por produtividade. Também será necessário enfrentar a suspensão de projetos e cortes de custos 

 
 
Emprego 
Os investimentos que jorraram no país em anos anteriores e aqueceram as indústrias de óleo e gás e construção civil já vêm chegando a conta-gotas. Em 2012, o Brasil ocupava o quarto lugar no ranking mundial de captação de investimento estrangeiro. Em 2014, caiu para a sexta posição. E o quadro pode piorar, já que muitas empresas americanas e europeias seguem normas que restringem aportes a países classificados com o grau especulativo, Um cenário que deve afetar ainda mais a geração de empregos.

Quem será afetado
Todos os trabalhadores são afetados, em maior ou menor grau, pela redução dos investimentos, que inibe a criação de novas vagas e as contratações.
Como contra-atacar
A competição pelas vagas disponíveis vai aumentar. “Para aproveitá-las, o profissional deverá buscar qualificação em áreas complementares à sua”, diz Luiz Alberto Machado, vice-diretor da faculdade de economia da FAAP, de São Paulo. Também será preciso se preparar financeiramente. “O ideal seria poupar o valor de um ano de salário”, diz. 

 
Viagens e compras no exterior 
A saída de dólares do país, pelo corte de investimentos, tem impacto na variação cambial. Num ano em que já se projeta que o dólar chegue a 4 reais, esse efeito deve prejudicar ainda mais os planos de quem pretende fazer viagens internacionais ou compras no exterior. “Não acho que o câmbio vá explodir do dia para a noite, mas ele pode subir quando e se o Brasil perder o grau de investimento”, diz Claudio Felisoni, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado, de São Paulo.
Quem será afetado
Qualquer brasileiro que precise comprar a moeda estrangeira ou pretenda gastar nela ao longo do ano.
Como contra-atacar
Se vai viajar para fora do país e não pode mudar os planos, o ideal é comprar dólar aos poucos, aproveitando as baixas ocasionais na cotação da moeda.
 
 
Empréstimos e investimentos 
Quando um país perde o grau de investimento, perde também o acesso a empréstimos internacionais com taxas de juros menores e prazos generosos. Para continuar a atrair os investidores, a autoridade monetária precisa aumentar os juros pagos a quem aplica no país. O problema é que o juro alto também encarece o custo do crédito para quem precisa tomar dinheiro emprestado. Em julho, a taxa média dos empréstimos no Brasil subiu pelo décimo mês seguido. Nos financiamentos para pessoa física, os juros chegaram a 143,55% ao ano. 
Quem será afetado
Quem toma dinheiro emprestado será afetado negativamente, porque sua dívida fica mais cara. Mas quem investir em aplicações atreladas aos juros pode tirar vantagem desse cenário. 
Como contra-atacar
Em geral, deve-se evitar os empréstimos. Se não for possível, a orientação é pesquisar opções de crédito com as menores taxas, como o crédito consignado. Para quem tem economias e pode aplicar, algumas boas pedidas são o CDB, os fundos DI, LFTs, LCIs e LCAs. Todos esses investimentos têm em comum o fato de terem sua remuneração atrelada à variação dos juros da economia.
Fonte: Revista Você S/A http://vocesa.uol.com.br/
Fernando Cunha
 

 

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Presidente Dilma Rousseff, no limite, pode perder o cargo por causa das pedaladas fiscais. Foto: Marcelo Castro/ Agência Brasil
Presidente Dilma Rousseff, no limite, pode perder o cargo por causa das pedaladas fiscais. Foto: Marcelo Castro/ Agência Brasil

 

Você já parou para imaginar como será lembrado o País de hoje daqui a algumas décadas? Como alguém contará a jovens, digamos, do ano 2048, o que era viver a instabilidade de 2015?

Imagine olhar três décadas para trás e contar de uma forma atraente a história para os jovens. Seria preciso pegar leve nos detalhes, lógico. Quem tem hoje tempo e interesse de ouvir os nomes dos presidentes da Câmara ou do Senado em 1975?

Por isso é sempre bom contar uma historinha. Todos adoram heróis e bandidos. É que de arquétipos todo mundo entende: o bom é bom, o mal é o mal. E pronto.

Assim, poderíamos adaptar da antiga Grécia o Mito de Sísifo, tão bem explorado por Albert Camus. Sem esquecer de salpicar aqui e ali questões políticas de 2015. Seria mais ou menos assim.

Forjada no suor do marqueteiro político João Santana, surgiu em 2014 a heroína do Brasil, a presidente Dilma Rousseff (PT). Batizada de Coração Valente, ela dizia desafiar os deuses pelo bem do Brasil, embora seu partido, o PT, já estivesse no poder há 12 anos e a própria Dilma ocupasse o Planalto havia quatro anos, em busca da reeleição.

Com esse curioso discurso de revolucionária governista, ela venceu. Mas esgotou o caixa do País e começou a desfazer sua “revolução”. Seus seguidores, que acusavam tudo e todos de sabotagem, começaram a pensar duas vezes porque os seus próprios líderes, o principal o ex-presidente Lula, começaram a se queixar daquela que eles diziam ser uma heroína.

Impopular e fraca, Dilma, voltava atrás e desfazia tudo o que anunciava. Como Sísifo, parecia condenada a empurrar o pacote de ajuste fiscal Congresso acima, só para depois ver as medidas, como a CPMF, rolarem montanha abaixo. Toda semana era isso, fazer e desfazer tarefas. O tempo do Brasil perdido.

Fonte: NE10 – Blog Pinga Fogo – 20/09/2015

 

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A política é feita de escolhas? de ideias? de oportunidades? de traições? de momentos? tudo isso..é uma nuvem

O engrançado é que na campanha marchamos juntos para derrotar o atual prefeito contra o ex….. 

A terceira via talvez seja viável….mas o medo de lançar novos nomes, faz com que as pessoas que desejam uma renovação na cidade, exerçam o "é dando que se recebe"….e no frigir dos ovos, façam uma adesão ao lado de quem mais lhe convém, ou por amizade, ou por cargos futuros, ou por ser cumpadre…

Vejamos a luz do dia como está e como se comporta a política em São José do Egito….

O prefeito atual está sofrendo um desgaste precoce..ora pela maneira de gestão, ora pelo seu temperamento.. e o seu partido está em queda livre….a não ser que ele faça como fez o prrefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, que está indo para o psd e se aliando a Cássio para disputar em 2016…..mas segunda a imprensa, já está fechado com Armando, que é adversário em Pernambuco do psb….2016 pode mudar?

O ex-deputado Zé Marcos é uma raposa que comanda as coisas do seu bunker: Melancia e Cipó, ficando ao gosto do freguês onde deseja conversar. O mesmo tem voto, foi o principal cabo eleitoral do atual, mas parece que não vem sendo muito escutado…só em festas…..e dizem que será candidato…..aí amigo tem que ser são tomé…Zé é criado com leite de cabra e curtido nas hostes políticas e não dá ponto sem nó…sabe que a renovação é necessária, mas nunca cuidou…e os seus seguidores até o momento ainda não demonstrou que pode ter seu curral……só depois do funeral….quero que zé viva muito.

O ex-prefeito, perdeu a eleição por um descuido…lançou um candidato com um vice de nome valadares….como pode está desgastado e ainda dividiu o palanque, insistir nesta tese…e não fez sucessores…seu estilo é parecido com o atual prefeito..dois bicudos…não aceitam sugestões, desde que sejam deles…..e olhe que estamos em 2015…

Porque essa ladainha toda? temos vários blogs da região que poderia ter noticiado:nill júnior que agora só elogios ao prefeito, magno, finfa, está nota aí embaixo; e o principal personagem é Gilberto, o mesmo que saiu do grupo do ex, para apoiar o atual…está construindo o quê? com os mesmos personagens? ou deseja indicar os já manjados para a vice? qual a novidade? uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

O atual prefeito sozinho não ganha, zé sozinho também não, se colocar a mesma chapa não ganha. Onde está o erros? se tiver 03 candidatos….o zé leva….não duvide..

A condução do processo está sendo feito nas coxias, sem alarde, sem consulta,sem um projeto de cidade.

Fazer obras agora é por metro quadrado,toneladas de cimento,areia…..para ver se enche os olhos….

Gente acordem, a nossa cidade precisa de um novo projeto, renovar e mirar o futuro…… Fé  e  Confiança.

 

 

Unidade – No município de São José do Egito, situado no sertão do Pajeú, a oposição está construindo um entendimento em torno da candidatura de Dr. Ecleriston (PSB), que contará com o apoio do ex-prefeito Evandro Valadares e de Gilberto Rodrigues para enfrentar o atual prefeito Romério Guimarães (PT), que tentará a reeleição. – See more at: http://edmarlyra.com/coluna-do-blog-desta-quinta-feira-63/#sthash.8PZFRe6b.dpuf 

Fonte: Blog do Edmar Lyra

Fernando Cunha – 18/09/2015

Bangcoc inaugura um 'museu da corrupção' na Tailândia.

corrupção política é o uso das competências legisladas por funcionários do governo para fins privados ilegítimos. Desvio de poder do governo para outros fins, como a repressão de opositores políticos e violência policial em geral, não é considerado corrupção política. Nem são atos ilegais por pessoas ou empresas não envolvidas diretamente com o governo. Um ato ilegal por um funcionário público constitui corrupção política somente se o ato está diretamente relacionado às suas funções oficiais.

Ensina Calil Simão que a corrupção política corresponde:

“ao uso do poder público para proveito, promoção ou prestígio particular, ou em benefício de um grupo ou classe, de forma que constitua violação da lei ou de padrões de elevada conduta moral” [1]

As formas de corrupção variam, mas incluem o subornoextorsãofisiologismonepotismo,clientelismo, corrupção e peculato. Embora a corrupção possa facilitar negócios criminosos como otráfico de drogaslavagem de dinheiro e tráfico de seres humanos, ela não se restringe a essas atividades.

As atividades que constituem corrupção ilegal diferem por país ou jurisdição. Por exemplo, certas práticas de financiamento político que são legais em um lugar podem ser ilegais em outro. Em alguns casos, funcionários do governo ter poderes amplos ou mal definidos, o que torna difícil distinguir entre as ações legais e as ilegais. Em todo o mundo, calcula-se que a corrupção envolva mais de 1 trilhão de dólares estadunidenses por ano.[2] Um estado de corrupção política desenfreada é conhecido como umacleptocracia, o que literalmente significa "governado por ladrões".

O museu tem estátuas em tamanho real de funcionários condenados em casos recentes / Foto: Nicolas Asfouri / AFP

O museu tem estátuas em tamanho real de funcionários condenados em casos recentesFoto: Nicolas Asfouri / AFP

Bangcoc inaugurou um "Museu sobre a corrupção na Tailândia" com estátuas em tamanho real de funcionários condenados em casos recentes, esculturas de bolsas repletas de dinheiro e quadros de corruptos atrás das grades.

 

"A Tailândia é um país com uma cultura de clientelismo. Várias gerações já enfrentaram a corrupção e as pessoas estão acostumadas", explica à AFP Mana Nimitmongkol, da Organização de Luta contra a Corrupção, que concebeu a mostra.

Os tailandeses têm uma relação complexa com o problema que afeta a política, o sistema judiciário e o mundo dos negócios no reino, que ocupa a posição 85 na lista de 175 países elaborada pela Transparência Internacional sobre a percepção da corrupção. 

"Queríamos criar este museu para contar aos trapaceiros que as coisas que fazem são ruins. Ficarão gravados na história da Tailândia e o povo tailandês nunca poderá esquecer nem perdoá-los", completa Nimitmongkol.

As esculturas e estátuas são referências as casos concretos da história tailandesa. No meio de um quarto, o busto de um homem tragando dezenas de pilares de construção tem o título "A deliciosa comida das delegacias de polícia". Há alguns anos a verba de 160 milhões de dólares foi destinada à construção de quase 400 delegacias que nunca saíram do papel. 

A investigação apontou para Suthep Thaugsuban, vice-primeiro-ministro no momento da licitação. 

Thaugsuban foi um dos protagonistas da revolta do ano passado contra o governo de Yingluck Shinawatra, que também está personificada no museu com um saco de arroz. Os oponentes políticos a acusam de corrupção ao adotar um sistema de subsídios para os produtores de arroz, o que rendeu um processo judicial à ex-primeira-ministra.

Os críticos afirmam que o sistema, que pagava aos agricultores o dobro do preço de mercado por suas colheitas, estava repleto de corrupção e custou à Fazenda tailandesa bilhões de dólares em perdas e subvenções infladas. 

O tema provocou a criação de um movimento cidadão que terminou com a destituição de Yingluck no ano passado pelo exército. Com a exposição, os organizadores pretendem impressionar o público. 

"Cada escultura ilustra um caso nacional de corrupção que me irrita, pois todos provocaram enormes danos", afirmou Tatpitcha Khanumsee, uma visitante de 19 anos.

Ao assumir o poder em maio de 2014, a junta militar tailandesa prometeu lutar contra a corrupção e levar à justiça os corruptos. Outro visitante, Anon Adhan, de 30 anos, elogiou a mostra por usar a arte para organizar uma "campanha séria".

"Não queremos a corrupção. Por isto apoio esta campanha, com a visita, fazendo fotos e compartilhando nas redes sociais", disse. 

Fonte: Wikipedia, NE10 – 17/09/2015

Fernando Cunha

 

Votar em Jocimar 12, para o Conselho Tutelar é dá uma oportunidade a esperança de jovens em nossa Cidade, é fazer desta bandeira de Fé,  um futuro melhor.

Conheço Jocimar 12, e garanto que o mesmo tem respeito ao ECA, praticando enquanto pessoa, professor, cidadão e agora candidato, com atitude digna de pessoas que tem Fé em fazer o bem, respeitando seus direitos.

A renovação faz parte do processo e votar em Jocimar 12 é uma atitude do bem.

Para renovar, vote em Jocimar 12 e renove a Fé e a Confiança….

Peço aos amigos que peça ao amigos e vote Jocimar 12 no dia 04/10/2015.

Fernando Cunha –  Conte 12 e confirme.