Monthly Archives: outubro 2014

O candidato honesto

GÊNERO: Comédia | DURAÇÃO: 110min | CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

Sinopse João Ernesto Praxedes é um político corrupto, candidato à presidência da República. Ele está no segundo turno das eleições, à frente nas pesquisas, quando recebe uma mandinga da avó, fazendo com que ele não possa mais mentir.

Direção: Roberto Santucci

Elenco: Leandro Hassum, Luiza Valdetaro, Victor Leal

 

QUEM ASSISTIU OS FILMES "DE VOLTA PARA O FUTURO" E O DESENHO ANIMADO "OS JETSON" A REALIDADE AGORA É REAL….VEJA ABAIXO:

Modelo

Carro voador é apresentado em festival de tecnologia na Europa

Publicado em 30/10/2014, às 08h10 | Atualizado em 30/10/2014, às 11h59

Da Agência Brasil

 

Modelo tem 2,2 metros de largura, por 6 metros de comprimento, e pode ser estacionado em qualquer vaga padrão / Foto: Divulgação/AeroMobil

Modelo tem 2,2 metros de largura, por 6 metros de comprimento, e pode ser estacionado em qualquer vaga padrãoFoto: Divulgação/AeroMobil

O sonho do carro voador, que povoou o imaginário de entusiastas como Santos Dumont, pioneiro da aviação, parece cada vez mais próximo da realidade. Um protótipo avançado de carro com asas, o AeroMobil 3.0, foi apresentado nessa quarta-feira (29) em Viena, na Áustria, durante o Pioneers Festival, um dos maiores festivais de tecnologia da Europa.

 

O modelo, desenhado e produzido pelos engenheiros Stefan Klein e Juraj Vaculik, da companhia eslovaca AeroMobil, tem design futurista e asas retráteis localizadas atrás da cabine, que abriga duas pessoas. Com estrutura em aço e fibra de carbono, é capaz de voar 875 quilômetros (km) de distância com um tanque cheio de gasolina regular, e chega a atingir 160 km/h como carro, e 200 km/h como avião.

 

Para os engenheiros, o AeroMobil mudará o conceito de transporte pessoal no futuro e pode se tornar uma opção para pequenas viagens e deslocamentos regulares, principalmente em países onde a infraestrutura das estradas não é tão boa.

Como um carro, o modelo tem 2,2 metros de largura, por 6 metros de comprimento, e pode ser estacionado em qualquer vaga padrão. Como avião, pode decolar e aterrissar em solo pavimentado ou gramado, a uma velocidade de 130 km/h, sendo necessários 200 metros de pista para a decolagem e 50 metros para a aterrissagem.

Em desenvolvimento desde 1989, o protótipo fez seu voo inaugural e está prestes a ser homologado. A empresa não fala em uma data de lançamento do modelo no mercado, e nem em preços, mas diz que está próximo de ser comercializado.

Este não é o primeiro modelo de carro voador a ser lançado no mundo. Nos Estados Unidos, a companhia Terrafugia, baseada em Massachusetts, se prepara para colocar no mercado americano o aerocarro Transition. O modelo foi autorizado a trafegar pelas autoridades americanas e deve ser vendido por US$ 300 mil.

Na Holanda, um carro-helicóptero, o PAL-V, com hélices retráteis, foi apresentado ao mercado, e deve ser comercializado a partir de 2016. O modelo tem preço estimado em US$ 395 mil.

Fonte: NE10 – 30.10.2014

Fernando Cunha

A política é uma arte para quem sabe esperar o momento certo!

 apenas para reflexão dos cabeças de melancia:

Então é verdade que  vão repetir a vitória  de 2014, em 2016?

Que vitória cara páilida? Segundo o TRE, perderam o Governador,Senador… deputado federal, e o estadual pertence ao Sr. das terras do cipó;e Dilma no segundo turno ganhou devido a vários fatores, inclusive a sorte! colocaram até bike pra votarem!

Aviso ao navegantes deste Reino Encantado que leia o excelente livro de Lewis Carrol – Alice no País das Maravilhas,  especialmente quando Alice pergunta ao Gato: Qual o caminho que eu vou?

Afinal, são tão bons que armaram um coisa de doido, para conquistar um grupo.

Fernando Cunha, SJE – Fé e Confiança

Por Jamildo Melo, editor do Blog

A campanha eleitoral deste ano foi pródiga em falsas questões. Uma das principais girou em torno dos benefícios dos programas sociais e o suposto fim do Bolsa Família, usado como terrorismo eleitoral até não poder mais.

Pouca gente vai lembrar, mas a tentativa de jogar parte da população menos assistida contra os adversários vem de longe. No mesmo fim de semana em que Aécio Neves (PSDB) fazia um dos primeiros atos de sua pré-campanha, eclodiu a correria às agências da Caixa Econômica Federal com o boato do fim do Bolsa Família. Era uma espécie de aviso aos navegantes? Uma espécie de pré-teste da tese a ser esgrimida no ano eleitoral propriamente dito?

Já na eleição para valer, em ônibus e metrôs e até em ações de telemarketing, alardeava-se que Aécio Neves iria não só acabar com o programa como faria pior: congelaria os salários dos pobres e trabalhadores. Um “exterminador do futuro”, tal como Marina Silva foi apresentada no primeiro turno. Mesmo sendo o próprio Aécio autor de um projeto de lei que transforma o Bolsa Família em uma política de Estado e não de governo. Com a iniciativa, o seu objetivo seria transferir o programa do campo minado da disputa partidária para o das políticas públicas nacionais, um passo adiante, do ponto de vista da disputa eleitoral democrática, afinal os recursos públicos não pertencem a um partido. Sentindo o golpe, os tucanos antes giraram em círculos à procura de uma resposta e chegaram a repetir Lula e chamar o programa de bolsa esmola.

Um dos principais aliados do presidenciável Aécio Neves (PSDB) na região Nordeste, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), chegou a criticar a estratégia petista de disseminar no eleitorado nordestino o “medo” de uma possível vitória do tucano. O neto do senador e governador baiano Antônio Carlos Magalhães (1927-2007) disse que o PT “quer tomar para si a condição de proprietário” do Nordeste. “Não vamos aceitar”, afirmou o prefeito, ao criticar o governador baiano Jaques Wagner (PT) por relativizar a importância do tema “corrupção” na disputa presidencial.

Se depender exclusivamente do PT, esse tema não sai da agenda política. A presidente Dilma teve mais que o dobro de votos de Aécio no Nordeste no 1º turno. Só perdeu para Marina Silva em Pernambuco. A candidata do PSB somou 48,05% enquanto Rousseff teve 44,22%. Com esse jogo, o poder de plantão não se deu ao trabalho de discutir outros temas, como o serviço público. Determinados extratos da sociedade, mais esclarecidos, perceberam que a capacidade de avançar estancou ou não é suficiente para suprir suas ambições. Isso ficou evidente nas manifestações de junho do ano passado, mas na campanha tocada pelo marketing não houve espaço para essa discussão.

No entanto, o que esteve por trás desta campanha do medo e do terror e por que é tão importante superar isto, para o bem do país? A resposta foi dada por Eduardo Campos e por isso o socialista incomodava tanto os antigos aliados. “Vemos as filhas do Bolsa Família transformarem-se nas mães do Bolsa Família”, alertou o socialista meses antes de sua morte trágica. Ele indagava: “Queremos vê-las transformando-se em avós do Bolsa Família?”. Dito de modo mais claro: o círculo da pobreza e da dependência não poderia atravessar gerações, sob pena de darmos razão ao Lula que clamava contra o “bolsa esmola” na época de FHC. O partido que prometera acabar com os votos de cabrestos nos grotões usa justamente o programa como cabresto dos eleitores mais pobres.

Muita gente boa não sabe, mas o Bolsa Família não nasceu com Lula, nem com FHC, mas por sugestão do Banco Mundial. FHC acatou a sugestão para dar uma resposta às esquerdas da época, mesmo sabendo que as coisas só se resolvem com iniciativas fortes do Estado nas esferas da educação e da saúde. Naquele momento, essa gente boa tinha fortes resistências ao que chamava de estratégia conservadora de combate à pobreza. O coro dos contentes somente emergiu depois, quando Lula ‘refundou o Brasil’, enterrou o Fome Zero em 2004, depois de um ano de fracasso, deu ‘um salto solto’ aplaudido pelos Chicos Buarques da vida e promoveu a unificação dos programas de transferência de renda de FHC (a “bolsa esmola”) no Bolsa Família. No esquema do Fome Zero, sob o amparo estatal, pequenos produtores locais forneceriam os alimentos para a mesa dos pobres. Virou escombros, sem nem mesmo servir de alicerce para o Bolsa Família. Antes, Lula fulminava o Bolsa Escola com o epíteto de “bolsa esmola”.

Astuto, Lula teve o mérito de converter com sucesso o tema do combate à pobreza em monopólio de um partido, no caso, o seu. Não é à toa que nas eleições, em qualquer época, a suposta supressão dos benefícios monetários passou a figurar como linha de ataque permanente do PT contra qualquer adversário. A expansão das transferências diretas de renda trouxe ainda para Lula uma outra virtude político-eleitoral. Com o impulso do consumo popular, de material de construção, eletrodomésticos e celulares, o ex-presidente teve a chance concreta de congelar a agenda de reformas na educação e na saúde públicas. Era esta fraude, até por ter convivido ao lado de Lula, que Eduardo Campos denunciava e tanto incomodava.

“O denominador comum de todas essas histórias é o cinismo, o deboche com que se mente e se engana o povo pobre e desinformado”, já descreveu o médico psicanalista carioca Francisco Daudt, com propriedade. Funcionou até aqui.

Fernando Cunha, Sje 

 

A Eleição do dia 26/10/2014 vai marcar nossas vidas:vamos escolher um projeto que acha que descobriu o Brasil, e pode fazer qualquer desmando e não será parado e outro que está olhando pro futuro.  Infelizmente, nós eleitores estamos vendo um festival de bizarrices..Tudo em nome do poder,da cobiça,ganância, inclusive matar…lembra de Celso Daniel? até hoje não explicado. Não podemos negar as contribuições, que após a redemocratização do País, tivemos bons presidentes…

 

 

Tudo começou com Collor,que abriu as portas da internacionalização da nossa economia, que chamou nossos carros de carroça…hoje você compra seu carro do seu jeito….Depois Itamar Franco, com sua preocupação na economia, onde colocou o Fernando Henrique, que começou a melhorar nossas vidas:o plano Real,que estabilizou a nossa economia, combateu a inflação,criou o vale gás,que seria o embrião de outros projetos sociais, onde Dona Ruth Cardoso concebeu o bolsa-família,onde até hoje devemos agradecer…fala-se muito em privatização! caro amigo, se não fosse FHC, hoje você não poderia se comunicar tão bem;os celulares de hoje virou ferramenta de trabalho,educação, e devemos isso a ele… a livre concorrência cria seus mecanismos, e temos Agências que regulam, um grande avanço;com a estabilidade da moeda,podemos planejar o futuro:podemos poupar,comprar um carro,uma casa,se divertir, com responsabilidade. Entra Lula, que reconheceu tanto o trabalho na economia,que indicou o Henrique Meirelles,um banqueiro para Presidente do Banco Central..Criou o Bolsa-família,unificando os programas sociais e batizou de bolsa família;que melhorou uma grande parcela da população, mas com o tempo o mesmo ficou deteriorado,sua principal função deu lugar a um ambicioso curral eleitoral, principalmente no Nordeste. Temos ações na áea de educação,que também foi copiado como o crédito educativo..aqui em Recife….batizaram a Linha Verde do Governo de Roberto Magalhães, de Via Mangue…só pra dizer que é seu…

A campanha que estamos vivendo é sórdida,deselegante,mesquinha,com ares de nazista, confude a população…após 12 anos de governo, agora diz que novas ideias,governo novo? Claro que o PT tem seus méritos,suas conquistas, mas não precisava deste tipo de expediente….quem for contra é o inimigo da nação….

Agora precisamos de maturidade e visão de futuro, com desenvolvimento sustentável , economia sólida,moeda forte para ter educação,saúde,renda e emprego decente e com isso fazer uma maior inclusão social.

O  meu voto será para Aécio 45, respeitando todos.

Fernando Cunha – São José do Egito, 25/10/2014

Pilako: o candidato sem voto

PUBLICADO EM 09/10/2014 ÀS 16:42 POR  EM ELEIÇÕESNOTÍCIAS

Foto: reprodução do Facebook

Foto: reprodução do Facebook

Cristiano de Melo Vasconcelos Barros nasceu no dia 26 de dezembro de 1967. Aos 47 anos, decidiu disputar uma eleição para deputado federal com o nome de Pilako, pseudônimo pelo qual é conhecido em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata pernambucana. Registrou sua candidatura pelo PTB, partido do senador Armando Monteiro Neto. Fechada a apuração, teve zero voto.

Pilako é um dos três candidatos a deputado federal em Pernambuco que não receberam nenhum voto nas urnas. Ao contrário dele, os outros dois – Beto Gadelha (PTC) e Gilson Muniz (PTB) – não tiveram votos registrados porque suas candidaturas foram indeferidas pela Justiça Eleitoral. Muniz chegou a apresentar recurso.

Pilako tem história política. Em 2008, foi candidato a prefeito de Vitória. Ficou em último lugar, com 448 votos; menos de 1% do total.

O candidato é casado com Soraya e tem um filho, Gabriel. Ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), declarou pouco mais de R$ 88 mil em bens. A lista inclui terrenos em Itamaracá e em Pitibu, na Paraíba; além de um Fiat Uno 2010.

Pilako se descreve como comerciante e compositor. Foi presidente da Associação Empresarial, Industrial e Agropecuária da Vitória (ACIAV) e da Associação dos Blocos de Trios Elétricos da Vitória (ABTV).

Imagem: reprodução da Internet

Imagem: reprodução da Internet

Em 25 de junho de 2011, Cristiano criou o Blog do Pilako, em que promete “ensinar aos que têm mais futuro de que passado, não deixando, evidentemente, de aprender com aqueles que têm mais passado que futuro”.

Dois dias depois na eleição, o blog divulgou uma campanha que pedia: “Queremos PILAKO no Globo Rural”. A postagem trazia uma montagem com o rosto de Cristiano na bancada do programa.

Blog de Jamildo tentou entrar em contato com Pilako, mas ele afirmou que preferia não falar de política. Mesmo assim, disse que não se surpreendeu por não ter tido nenhum voto, mas sim pelo seu nome ter aparecido na urna. O comerciante/compositor havia renunciado à candidatura 30 dias antes do pleito.

“Eu mesmo desisti. Da mesma forma que pensei em ser candidato, eu pensei em não ser mais”, justificou apenas. O PTB elegeu quatro deputados federais: Adalberto Cavalcanti, Zeca Cavalcanti, Ricardo Teobaldo e Jorge Côrte Real.

Fonte: blog do Jamildo
 

 
 

 

Fernando Cunha, 09.10.2014