Monthly Archives: fevereiro 2014

20/02/2014 10h28 – Atualizado em 20/02/2014 12h30

 

Bem Estar desta quinta-feira (20) falou sobre a saúde íntima da mulher.
Programa explicou ainda riscos para a saúde de fazer xixi na rua; entenda.

Em relação à dor na relação sexual, o ginecologista José Bento explica que ela pode acontecer na entrada ou no fundo da vagina.

Se for na entrada, por ser que seja uma inflamação do músculo do períneo, a contração inconsciente do períneo durante a relação, infecção genital ou a bartolinite, inflamação em glândulas na região vaginal. Já se a dor for no fundo da vagina, pode ser sintoma de endometriose, mioma, cisto no ovário ou ferida no colo do útero.

No início da vida sexual, inclusive, quando a frequência das relações geralmente é maior, pode ser que essas infecções sejam ainda mais comuns. Seja como for, é fundamental procurar um médico para investigar já que a relação sexual deve ser um momento de prazer e não de dor, como alertou o ginecologista.

 

 
sta (confira no vídeo acima mais informações sobre o assunto).

Poucas mulheres gostam de falar sobre o assunto, mas a grande maioria delas sente ou já sentiu ardência ou dor na região genital. Entre as principais causas desse desconforto, está a infecção urinária, mais comum nelas por causa do tamanho da uretra feminina, menor que o da uretra masculina, o que facilita a chegada da bactérias na bexiga, como explicaram o ginecologista José Bento e o urologista Leonardo Lima Borges no Bem Estar desta quinta-feira (20).

Uma das maneiras de diminuir o risco de infecção é fazer xixi logo após a relação sexual, para "lavar" a uretra e eliminar as bactérias que possam ter entrado. Segundo os médicos, segurar o xixi por muito tempo é um fator de risco para infecção, assim como a baixa imunidade, o atrito na relação sexual e a gravidez.

 

Fora esses fatores, a infecção urinária pode ser provocada ainda por outras infecções, como a candidíase, por exemplo.

Causada por fungos, ela acontece quando a mulher está fraca ou usa biquíni ou roupas molhadas por muito tempo, como explicou a infectologista Rosana Richtmann na reportagem da Daiana Garbin (confira no vídeo).

Assim como a infecção urinária, ela também pode causar ardência na região genital e, por isso, em qualquer caso de incômodo, é fundamental procurar um médico.

 

Em relação à dor na relação sexual, o ginecologista José Bento explica que ela pode acontecer na entrada ou no fundo da vagina.

Se for na entrada, por ser que seja uma inflamação do músculo do períneo, a contração inconsciente do períneo durante a relação, infecção genital ou a bartolinite, inflamação em glândulas na região vaginal. Já se a dor for no fundo da vagina, pode ser sintoma de endometriose, mioma, cisto no ovário ou ferida no colo do útero.

No início da vida sexual, inclusive, quando a frequência das relações geralmente é maior, pode ser que essas infecções sejam ainda mais comuns. Seja como for, é fundamental procurar um médico para investigar já que a relação sexual deve ser um momento de prazer e não de dor, como alertou o ginecologista (confira no vídeo acima mais informações sobre o assunto).

Arte Infecção Urinária (Foto: Arte/G1)

Incontinência urinária
Os médicos falaram também sobre esse problema, que ocorre por causa da fraqueza do músculo perineal, no assoalho pélvico. Fora a flacidez do períneo, a incontinência pode acontecer também após múltiplos partos, após cirurgia de próstata nos homens e menopausa nas mulheres.

Por isso, as mulheres com mais de 40 anos devem fazer exercícios perineais de fortalecimento para evitar essa perda de urina. Se mesmo assim não resolver, pode ser que precise ser feita uma cirurgia para colocar uma rede pequena para levantar a uretra.

iNCONTINENCIA URINARIA (Foto: Arte/G1)

 

 

 

 

sistema urinário (Foto: Arte/G1)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: G1

Fernando Cunha, SJE – 06/03/2014

DESPERDÍCIO

Metade da comida do mundo vai parar no lixo, diz relatório

Estudo divulgado pelo Reino Unido aponta que até 50% dos alimentos que são produzidos, todos os anos, nunca são ingeridos e tem a lata do lixo como destino. O desperdício de comida acaba provocando, também, o uso exagerado de outros recursos em escassez, como a água.Débora Spitzcovsky

A fome é, hoje, um dos principais problemas mundiais:cerca de três bilhões de pessoas – que representam quase metade da população do planeta – sofrem com a insegurança alimentar, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que ainda garante que esse número, infelizmente, não para de crescer. E o pior é que a comida que poderia alimentar grande parte dessas pessoas existe e está sendo jogada, todos os dias, na lata do lixo. 

O relatório Global Food: waste not, want not ("Comida Global: não desperdice, não queira", em tradução livre), divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Instituto de Engenheiros Mecânicos (Imeche), do Reino Unido, apontou que entre 30 e 50% dos alimentos produzidos anualmente no mundo nunca são ingeridos. A porcentagem representa de 1,2 a 2 bilhões de toneladas de comida, que têm o lixo como destino. 

Classificado como "assombroso" pela instituição, esse desperdício de alimentos é consequência de uma série de problemas. Entre eles: 
– técnicas insatisfatórias de engenharia e agricultura; 
– infraestrutura inadequada de transporte e armazenamento; 
– exigência dos supermercados de que os produtos sejam visualmente perfeitos nas prateleiras; 
– promoções "compre um, leve dois", que incentivam as pessoas a levar para casa mais do que precisam e 
– claro, falta de consciência dos consumidores

O desperdício de alimentos ainda provoca o uso exagerado de outros recursos que já estão em escassez, como água e energia. De acordo com o relatório britânico, atualmente, cerca de 550 bilhões de metros cúbicos de água são desperdiçados, todos os anos, na produção da comida que vai para o lixo. E a situação pode ficar ainda pior, se não repensarmos a forma como estamos consumindo os alimentos: segundo o estudo, até 2050, o uso de água no mundo chegará a 13 trilhões m³/ano, sobretudo por conta da demanda para produção alimentícia

Em 2009, campanha lançada pelo Instituto Akatu alertou a população de que um terço dos alimentos comprados pelos brasileiros vai direto para a lata do lixo.

Planeta Sustentável

Fernando Cunha, SJE -24/02/2014

BIKES x CARROS – UMA GRANDE IDEIA

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Um premiado cineasta sueco chamado Fredrik Gertten está rodando um ambicioso documentário onde pretende mostrar como é a “guerra” travada entre ciclistas e motoristas nas ruas das grandes cidades, mundo afora, e quem “ganha” com ela. O filme chama-se Bike x Cars – com produção já em andamento – e terá como locações as cidades de Toronto, Copenhague, Bogotá, Los Angeles, Shangai e também São Paulo.

Para conseguir finalizar seu documentário Gertten pede a colaboração de pessoas do mundo inteiro, por meio de crowdfunding (financiamento coletivo), e está dispensando qualquer tipo de patrocínio de empresas. Isto porque o cineasta não quer ter “rabo preso” com nenhuma delas, seja do setor automobilístico ou não.

Nascido em Malmö, uma cidade sueca onde a bike impera como principal meio de transporte da população, Gertten é mesmo um ativista ferrenho do pedal. Em seu site afirma: “Bike x Cars não é apenas um filme, somos parte de um movimento global. Este documentário de longa-metragem, um trabalho em andamento com o objetivo de lançamento para 2014, se destina a ser utilizado como um motor para todos nós que pensam que a mudança é necessária e possível”.

A intenção do filme é também colocar em xeque toda a cadeia produtiva automobilística mundial que, segundo Gertten, inclui muitos interesses econômicos e políticos para faturar em cima do falso sonho de realização e liberdade que é possuir um carro. Quem mora nas grandes capitais brasileiras sabe que na vida real não é bem assim.

Até agora a página de crowdfunding do cineasta na internet acusa o recebimento da metade dos US$ 50 mil de que precisa para concluir a pós-produção e divulgação do filme. Quem tiver interesse em colaborar, basta acessar Kickstarter e clicar no botão“Back this project”, localizado no alto à direita da página. No site é possível também entender as ideias ativistas do cineasta sueco e assistir ao trailler de um trecho já produzido do filme.

As doações podem ser feitas até o final de outubro e, dependendo do valor doado, muitos brindes são oferecidos a quem ajudar nessa empreitada: de pôsteres a uma oportunidade de tornar-se guia em passeios de bicicleta que serão realizados em diversas cidades do mundo para promover a campanha e o filme. No Brasil essas “bicicletadas” devem acontecer em São PauloRio Janeiro e Brasília. Para candidatar-se ao cargo de guia, depois de contribuir com a doação, é só entrar no site Bikes x Cars e responder a um questionário, em inglês.

Só acho que o cineasta-ativista sueco deveria incluir também Calcutá em seu roteiro de filmagens. Essa semana uma notícia apontou que as autoridades da cidade indiana vão na contramão do bom senso. Acabam de proibir a circulação de bicicletas. Motivo alegado: elas estão atrapalhando o tráfego de carros. A medida absurda vaiprejudicar milhares de pessoas que fazem diariamente mais de 2,5 milhões de viagens. Esse número significa 11% dos deslocamentos, mais que os 8% dos automóveis. Coisas de país em suposto desenvolvimento.

Imagem – Divulgação/Creative Commons

Planeta Sustentável – Afonso Capelas Jr.

Fernando Cunha, SJE – 24/02/2014

SERÁ QUE ESTAMOS FAZENDO A COISA CERTA!

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Você lava as embalagens dos produtos consumidos em casa antes de jogá-las na lata de lixo com a boa intenção de viabilizar a reciclagem?

Se respondeu afirmativamente saiba que esta pode não ser uma atitude tão sustentável quanto se imagina. Você certamente está desperdiçando muita águapotável e, de quebra, aumentando a quantidade de esgotos despejados nos sistemas de coletas da sua cidade.

Por outro lado, a prática da lavagem desses recipientes – de plástico, alumínio, aço, papelão ou vidro – evita, sim, a infestação por formigas, baratas, moscas e ratos. O que fazer?

“Não existe resposta pronta, nem fácil”, afirma Sandro Mancini, especialista em reciclagem de resíduos sólidos e professor do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Mancini deixa claro que lavar as embalagens não facilita em nada a reciclagemdesses materiais, porque eles serão derretidos a altíssimas temperaturas. “Esses materiais vão cair em fornos com temperaturas altíssimas. Ou seja, um pouco de refrigerante, leite condensado ou vinho que estiver dentro de suas embalagens de alumínio, aço e vidro não fará diferença alguma. Vai virar fumaça que será neutralizada pelo sistema de tratamento de efluentes gasosos da empresa recicladora”, informa o especialista da Unesp.

De acordo com Mancini, o alumínio é derretido a 700 graus, em média, o aço a quase 2 000 graus e o vidro a 1 000 graus. Já o material plástico é derretido a temperaturas em torno de 200 a 300 graus. “Por terem temperaturas de fusão bem mais baixas os plásticos, ao contrário dos outros materiais, somente são derretidos depois de uma lavagem para retirar impurezas”.

Mesmo no caso dos plásticos, contudo, lavá-los em casa também pode ser considerado desperdício de água potável, de esforço e de tempo, de acordo com Mancini.

Ele toma como exemplo um frasco de maionese feito de PET, todo lambuzado. “Na indústria de reciclagem esse frasco vai ser moído, antes de tudo. Os flocos vão cair numa banheira com água de reuso, não potável. Por estar moído, essa lavagem será bem mais eficiente e a água será mais uma vez reutilizada até ficar nojenta. Depois ela será tratada e, provavelmente, voltará ao processo novamente, sem desperdícios”.

Mas e os problemas com os perigos da contaminação e com os bichos atraídos pelos restos de alimentos nas embalagens? “Por enquanto não há solução mágica para esse impasse”, reconhece o professor da Unesp. Em casa, tampar adequadamente ocesto de lixo pode resolver a questão. Em um depósito ou em uma cooperativa a situação se complica.

“Imagine uma cooperativa com milhares de latas de leite condensado com potencial de contaminação. É possível refletir, com razão, que uma lavagem feita em casa antes do descarte ajudaria. Mas também se pode pensar – e novamente com razão – que para o processo de reciclagem em si essa lavagem é desnecessária, pois essa lata vai ser derretida a 2 000 graus”.

Então, na dúvida, a recomendação é que se evite lavar as embalagens usadas paraeconomizar água. Melhor ainda é perguntar ao catador que passa na sua rua que nível de limpeza é suficiente para a manipulação posterior. Ele saberá responder com precisão.

Na próxima semana publico novas dicas e esclarecimentos do professor Sandro Mancini, da Unesp.

Fonte: Planeta Sustentável – Afonso Capelas Jr.

Fernando Cunha, SJE 24/02/2014

FICO IMAGINANDO TODO MUNDO NÚ NO SERTÃO PARA PROTESTAR !VEJA AS FOTOS….VIXÊ, TUDO BRANCO…TÁ FALTANDO MAIS COR

23/02/2014 15h21 – Atualizado em 23/02/2014 16h30

 

Banhistas tiram a roupa na Austrália (Foto: William West/AFP)

Centenas de pessoas participaram de mergulho em Sydney.
'Sydney Skinny' chega a segunda edição no mar de Tasman.

 

Centenas de banhistas entraram pelados em uma praia da Austrália no evento anual 'Sydney Skinny'. O intuito do evento este ano é quebrar o recorde mAustralianos caem no mar sem roupa para prova de natação (Foto: William West/AFP)undial para o maior número de mergulhadores nus no oceano.

 

No último ano mais de 700 pessoas competiram na prova cujo percurso de 900 metros tem que ser feito totalmente sem roupa de banho.

Fonte: G1, planeta bizarro

Fernando Cunha, SJE – 23/02/2014

 

DIGA NÃO A VIOLÊNCIA!

Marta é uma moça muito bonita, de 30 anos, com os cabelos bem tratados e coloridos com esmero. Seu rosto, marcado por uma espécie de dor, sempre me impressionou.  Tem dois filhos. O mais velho nasceu quando Marta tinha 13 anos, no Nordeste. Seu marido, pai do menino, veio para o Rio quando ainda estava grávida. Alguns anos depois ela decidiu tentar a sorte no Rio e os dois se reencontraram. Marta ficou grávida do segundo filho e sempre  lutou muito para educar os dois filhos: o de 17 anos está cursando o ensino médio noturno e o de 13 anos está no ensino fundamental regular.

Marta é manicure, e mora numa favela, numa “comunidade”, como diz, numa das inúmeras favelas onde as Unidades de Polícia Pacificadora atuam. Sua casa foi construída pelo marido, com a sua ajuda. É uma casa com dois quartos, sala, cozinha e banheiro.

Semana passada agendei hora com Marta e fui recebida por seu sorriso largo de sempre. Notei, porém, o rosto mais crispado e aquela dor parecia ainda mais forte. Conversa vai, conversa vem, ela contou estar passando por um problema grave. Sem derramar uma só lágrima, mas com a voz muito triste, disse que tinha sido gravemente agredida pelo marido, na frente dos filhos e havia dado queixa do marido em uma delegacia da mulher. Ela está sendo amparada pela Lei Maria da Penha, tem ajuda de assistentes sociais e advogados além de outros recursos legais para protegê-la.

Segundo Marta, a dor maior vem das agressões verbais. Desde que começou a trabalhar, o marido a acusa de traição e a chama de puta, prostituta, vadia, entre outros xingamentos piores ainda. Marta pretende se mudar com os filhos com medo de que o marido cometa uma violência ainda maior, pois descobriu uma faca escondida por ele na cabeceira da cama do casal. Desde o evento que a levou à delegacia eles não compartilham mais o mesmo quarto. Os filhos estão do seu lado e querem que ela se separe. Marta diz que a violência acontece há muitos anos, mas agora ela resolveu dar um basta e procurou ajuda legal.

Fiquei imaginando o que teria sido de Marta se tudo isso tivesse ocorrido no passado quando não havia a lei Maria da Penha. Será que ela, cansada de ser agredida, teria  procurado o chefe do tráfico de drogas local para que ele a protegesse? Será que a proteção seria o julgamento sumário do marido e a sentença seria a morte?

Saí do salão impressionada com a luta dessa moça que sofre uma violência doméstica comum a tantos lares, não só nas camadas populares, mas também nas classes mais favorecidas. Pensei em Maria da Penha, agredida e queimada pelo marido, que empresta seu nome  a essa proteção social tão fundamental às mulheres vítimas de violência doméstica.

Pensei nas muitas Martas que foram amparadas por uma lei que só se constituiu porque houve luta e vontade de mudar uma situação inaceitável, injusta e  violenta.

O movimento feminista mudou o mundo, pois transformou ideias, valores e comportamentos. Quem hoje ousaria dizer que uma mulher que é agredida pelo marido deve ter feito algo errado? Quem defenderia que mulheres e homens devem ter salários diferentes para as mesmas funções? O mundo não mudou tanto, pois ainda existem Martas sofrendo violências físicas e verbais, mas o arcabouço jurídico e as ideias mudaram bastante, e a vida de muitas mulheres também, sem que tenha havido necessidade de grandes lideranças, de derramamento de sangue e de violência.

Fonte: Yvonne Maggie

Professora titular do Departamento de Antropologia Cultural do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. Autora dos livros "Guerra de orixá", editado pela Zahar e "Medo do feitiço", publicado pelo Arquivo Nacional. Coautora dos livros "Raça como retórica" e "Divisões perigosas", ambos pela Civilização Brasileira. Agraciada em 2008 com a Comenda da Ordem Nacional do Mérito Científico do Governo do Brasil. Pesquisadora do CNPq e bolsista Cientista do Nosso Estado pela Faperj.

Fernando Cunha, SJE – 23/02/2014

 
 

 

 
 
Assunto:  ITAÚ RECOLHERÁ AGENDA QUE CITA 'REVOLUÇÃO' DE 64 Tipo de Clipping:  Jornais/Revistas
Veículo FOLHA DE S.PAULO Data Fonte 21/2/2014
Página:  a08 Seção:  PODER
 
 
 
   
 
 
 
 

 

 

Banco Santander, entidad presidida por Emilio Botín, ha logrado posicionarse entre las marcas más valiosas en el mundo, según la clasificación elaborada por la consultora Brand Finance.

En concreto, Banco Santander ocupa la posición 43 del ranking global, con un valor de marca de 20.021 millones de dólares (14.610 millones de euros al cambio actual).

Teniendo en cuenta la presencia de marcas españolas en el ranking, Santander aparecería en primer lugar, seguido por la compañía presidida por César Alierta, Telefónica, con un valor de marca de 12.877 millones de dólares (9.393 millones de euros).

Cierra el podio de marcas españolas BBVA, con un valor de marca de 8.533 millones de dólares (6.226 millones de euros).

A nivel mundial, el top 3 de marcas más valoradas lo encabeza Apple (104.680 millones de dólares, 76.390 millones de euros), seguido por Samsung (78.750 millones, 57.466 millones de euros), y que completa el gigante Google (68.620 millones de dólares, 50.073 millones de euros).

Recientemente, Banco Santander ha sido catalogado por primera vez como marca financiera más valorada en Latinoamérica, también por Brand Finance y en colaboración con la revista The Banker. Banco Santander, marca española más valorada según Brand Finance

Fonte: Web on line

Fernando Cunha, SJE – 20/02/2014

 

Baseado em estudo da ONG Instituto Mais Democracia e da Cooperativa EITA, a Forbes divulga ranking com as "empresas que dominam o Brasil". As vinte companhias listadas estão diretamente relacionadas a 10 dos bilionários apontados pela Forbes em março de 2013.

Confira abaixo:
1. Telefônica (Telecomunicações)
2. Previ (Fundo de pensão)
3. Telemar Participações (Telecomunicações)
4. BBD Participações (Finanças)
5. Stichting Gerdau Johannpeter (Aço)
6. Wilkes Participações (Varejo)
7. Blessed Holdings (Processamento alimentício)
8. Banco Santander S.A. (Finanças)
9. Jereissati Participações (Telecomunicações, shopping centers)
10. Ultra S.A. Participações (Distribuição de combustíveis)
11. Andrade Gutierrez S.A. (Serviços de construção, telecomunicações)
12. Rio Purus Participações (Têxtil, ferro)
13. Belga Empreendimentos e Participações S.A. (Açúcar e etanol)
14. Iupar – Itaú Unibanco Participações (Finanças)
15. Casino Guichard Perrachon (Varejo)
16. Península Participações (Varejo, processamento alimentício)
17. Kieppe Patrimonial (Serviços de construção, petróleo e gás)
18. Cia Brasileira de Energia (Energia)
19. Itaúsa Investimentos ItaúS.A. (Finanças, diversos)
20. Stichting InBev (Cerveja)

Fonte: Forbes Inc.

Fernando Cunha, SJE – 20/02/2014