Monthly Archives: novembro 2013

 
 

Foto: Divulgação

A partir do dia 28 de novembro, o público poderá conferir uma faceta pouco conhecida do pernambucano Paulo Bruscky. Ele vai expor 150 obras fotográficas, a maioria inédita, na Galeria Amparo 60. A pluralidade é uma das características do artista que está com uma exposição retrospectiva em cartaz no Museu do Bronx, em Nova York. A exposição Foto/Linguagem, que ficará em cartaz na galeria até janeiro, tem curadoria da professora da USP e curadora Dária Jaremtchuk.

Segundo ela, na década de 1970, o termo fotolinguagem tornou-se frequente no meio brasileiro para designar uma produção que se diferenciava da tradição da “fotografia de arte” e do “fotojornalismo”. Elaborada por artistas, os trabalhos eram destituídos de preocupações estéticas ou de sofisticação formal, levando o questionamento do conceito de obra de arte, de autor e de receptor e à inserção da fotografia no âmbito das artes visuais. “Paulo Bruscky pertence a este grupo. Porém, sua familiaridade com o universo da ‘imagem mecânica’ remonta aos tempos de sua infância, quando frequentava o estúdio do pai-fotógrafo. Assim, a presença do aparato e a ideia da reprodução acompanham-no desde então”, destaca a curadora.

Apesar dessa relação antiga, as suas imagens fotográficas não foram muito analisadas. Talvez isso tenha ocorrido devido às suas atividades múltiplas e ao seu interesse por suportes diversos que gerou um volume enorme de produção. “Como era de se esperar, tratando-se de Paulo Bruscky, não há nelas um tema uníssono por permanecer ele o “colecionador” que carrega para o seu arquivo imagens de suas incursões poético-urbanas que fundem fragmentos visuais e textuais com aguda ironia e gosto pelo comum da vida”, detalha a curadora. A mostra reúne trabalhos de toda a trajetória do artista, seja do início na década de 1970, ou mesmo de fotografias realizadas em 2013.

Serviço

Paulo Bruscky – Foto/Linguagens

Abertura 28 de novembro de 2013, às 20h

Visitação de 29 de novembro a 18 de janeiro de 2014.

Terças as sextas, das 10 às 13h e das 14 às 19h.

Sábados das 10 às 14h

Galeria Amparo 60

Av. Domingos Ferreira, 92 A, Boa Viagem

Informações: 3033-6060

Jovens, que representam o futuro, estão alienados com o presente

Publicado em 23.09.2013, às 12h09

Jovens, muitas vezes, se mostram alienados com relação ao futuro

 

Por Sílvia Gusmão

Um paradoxo se evidencia: os jovens sempre foram associados àqueles que “serão o futuro do nosso País”, contudo, atualmente muitos deles se mostram alienados aos imperativos de viver o presente. Embora saibamos que a adolescência é um período de mudanças e descobertas, vivenciadas de modo intenso e imediatista, percebe-se hoje uma desmedida na maneira como se apresentam essas características. 

Efeito do padrão de relação familiar próprio da sociedade contemporânea, em que são criados num ambiente em que não aprenderam a lidar com frustração nem limites, os jovens de hoje se veem paralisados diante das demandas de um mundo globalizado e competitivo. Há uma dificuldade patente em se pensar o amanhã e lidar com as incertezas que encontrarão no meio do caminho.

Alguns exemplos. Entre os jovens da classe média e alta, surge a “geração canguru”, constituída pelos que prorrogam a saída da casa dos pais, para usufruir conforto, comida e roupa lavada, até os 30 anos de idade em média. Em uma sociedade em que a felicidade está vinculada à posse de bens materiais, muitos jovens justificam a demora em alçar voo próprio sob o argumento de que a espera é necessária até poder adquirir um padrão de vida similar. Não desejam abrir mão do que desfrutam, embora percam a autonomia e a oportunidade de batalharem pela própria vida. Isso não ocorre sem consequências. A experiência demonstra que muitos se tornam ávidos por sucesso profissional rápido e bons salários conquistados sem maiores esforços. Desprovidos de condições psíquicas para tal, suportam pouco o enfrentamento de adversidades e desistem facilmente dos espaços que ocupam quando contrariados.

Outro exemplo é a denominada “geração nem nem”, pertencente, especialmente, à classe de baixa renda. Formada pelos adolescentes que não estudam, não trabalham, nem procuram emprego, no Recife já representa 26,6% da população, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São 145 mil jovens entre 16 e 24 anos que estão fora do mercado de trabalho e com poucas perspectivas de futuro. 

Na contramão disso, a conquista de um lugar no mercado altamente dinâmico e impulsionado pela economia do conhecimento torna-se mais árdua, na medida em que as exigências para o profissional estão cada vez maiores. Nesse cenário, a qualificação e a proatividade tornam-se fatores imprescindíveis à competividade. Segundo dados da Pesquisa Anual Sobre Escassez de Talentos 2013 do ManpowerGroup, 68% dos empresários brasileiros queixam-se de escassez de mão de obra capacitada. O que significa que há desemprego, mas sobram vagas.

Esse problema preocupa e deve mobilizar todos – governo e sociedade – para essa questão, especialmente em um País onde o índice de desemprego entre jovens de 18 a 24 anos é em torno de 13%, segundo o IBGE, e deverá estar no seu melhor momento demográfico em 2022. Ou seja, quando alcançará a maior proporção de pessoas em idade ativa (entre 15 e 64 anos) em relação ao total da população.

Fonte: JC on line

Fernando Cunha, SJE 17/11/13

MERCADO EM CRISE

Europa vende até ilhas para pagar dívidas

Hoje, tudo está à venda na Europa, inclusive o cobiçado passaporte estrelado

Publicado em 17/11/2013, às 11h39

O governo de Malta tomou decisão inédita na semana passada: está vendendo passaporte e cidadania europeia. Preço: 650 mil. Do centro de Barcelona, dos prédios elegantes de Paris ao sul de Portugal, passando por Grécia, Espanha, Itália e Irlanda, governos europeus estão colocando tudo à venda, num esforço para atrair investidores. A meta é reduzir dívidas recorde. De casas a estradas, de portos a estádios, de montanhas e ilhas a empresas de infraestrutura, de tanques de guerra usados a correios. Hoje, tudo está à venda na Europa, inclusive o cobiçado passaporte estrelado.
 
Cinco anos depois de uma crise que abalou o continente, Bruxelas se deu conta de que superar a recessão não será trabalho fácil e que precisa encontrar investidores pelo mundo para ajudar o bloco a sair da crise. Nas capitais europeias e mesmo nas pequenas cidades, ninguém mais esconde: a Europa está em liquidação e a hora é a de vender. 
 
Um dos casos mais polêmicos é o de Malta que, em troca da cidadania europeia e da autorização para trabalhar em qualquer país do bloco, exige que o interessado faça um investimento. Caso esse investidor tenha família, cada membro pagaria também pelo passaporte. Mas as taxas seriam menores: 25 mil. A oposição na ilha rapidamente prometeu derrubar a lei. Mas pode ter problemas diante da proliferação de "vendas" como as de Malta. Em Chipre, um investidor ganha cidadania europeia ao aplicar US$ 3,2 milhões, enquanto no Reino Unido um visto de residência sai por US$ 1,6 milhão. Na Espanha, o governo quer dar o visto a qualquer um que compre uma casa por pelo menos US$ 215 mil. 
 
Numa Europa que conhece sua pior crise em 70 anos, a ordem dada pela Comissão Europeia, FMI e Banco Central Europeu (a Troica) aos governos não foi apenas a de reduzir gastos ou vender passaportes. Mas principalmente de se desfazer de ativos, acabar com estatais e vender tudo o que poderia ser de atribuição do setor privado.
 
Esses mensaleiros bem que podiam se mudar para a Europa!
 
 
Fonte: JC on line
 
Fernando Cunha, SJE 17/11/2013

DENÚNCIA

Senador pedirá convocação de assessores de Mantega

O chefe de gabinete de Mantega, Marcelo Fiche, e seu substituto, Humberto Alencar, são alvos de investigações do Ministério da Fazenda e da Polícia Federal

Publicado em 16/11/2013, às 17h07

 

O vice-líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), afirmou neste sábado (16) que vai pedir a convocação de dois assessores do ministro da Fazenda, Guido Mantega, envolvidos numa acusação de recebimento de propina. O chefe de gabinete de Mantega, Marcelo Fiche, e seu substituto, Humberto Alencar, tornaram-se alvos de uma investigação interna do Ministério e outra da Polícia Federal após a reportagem da revista Época deste final de semana apontar que eles teriam recebido R$ 60 mil de uma empresa mineira que ganhou um contrato de prestação de serviços de assessoria de imprensa à pasta.

Alvaro Dias disse que a intenção é apresentar no início da semana um pedido para convocá-los a prestar esclarecimentos na Comissão de Fiscalização e Controle ou na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Ele defendeu o imediato afastamento dos assessores de Mantega no período em que durar as investigações oficiais. Os dois, que negaram as acusações, permanecem no cargo.

"Sem nenhuma dúvida (eles deveriam ser afastados preventivamente). Esse é um procedimento preliminar em qualquer governo sério e isento", afirmou. Segundo o tucano, é preciso afastá-los para que as investigações ocorram de maneira célere e sem interferência política. Se comprovados os ilícitos, disse ele, os dois não retornam e vão responder na Justiça. Do contrário, eles voltam com "todas as honras".

O vice-líder do PSDB classificou os indícios de irregularidades de "fortes". A reportagem apontou que Anne Paiva, que trabalhava como secretária da Partners em Brasília, forneceu à revista cópias de conversas suas com Vivaldo Ramos, diretor financeiro da empresa. Nos contatos, Ramos pede que Anne saque valores entre R$ 15 mil e R$ 20 mil depositados em sua conta e entregue a Fiche e Alencar em seus gabinetes, na sede do ministério, na capital.

Para o tucano, só após os esclarecimentos dos assessores e se eles forem insuficientes é que se deve avaliar a convocação do ministro da Fazenda.

Fonte: JC on line

Fernando Cunha, 17/11/13 SJE

RREGULARIDADE

Polícia Federal fecha empresa pernambucana que lesou cerca de 5 mil pessoas

De acordo com a PF, a instituição não era vinculada à Susep, autarquia governamental que regula a atuação das seguradoras

Publicado em 17/11/2013, às 11h15

A Polícia Federal suspendeu as atividades da Associação dos Servidores Públicos Unidos do Brasil, a Asplub, por crimes financeiros contra cerca de 5 mil pessoas em Pernambuco e em outros Estados. De acordo com a PF, a instituição não era vinculada à Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia governamental que regula a atuação das seguradoras. Logo, a Asplub era classificada como uma instituição financeira clandestina.

Na última quinta-feira (14), a polícia executou o mandado de busca e apreensão no prédio da empresa, que fica em Boa Viagem, onde encontrou fortes evidências de que a associação está explorando seguros de vida sem autorização legal. 

Durante o cumprimento do mandado, a PF e os fiscais da Susep identificaram milhares de propostas de adesão à Associação, que, segundo informações colhidas na Susep, estaria simulando proposta de seguro de vida autorização. Estima-se, pelas buscas realizadas, que a associação possua 5 mil associados ativos que contrataram esse seguro de vida, intitulado “Auxílio Financeiro” em caso de morte ou invalidez permanente.

Na investigação, foi identificada outra entidade denominada Caixa de Assistência dos Servidores Públicos Unidos do Brasil (Casplub), que também explora esse tipo de atividade. Além disso, constatou-se que as entidades realizam empréstimos consignados para servidores públicos e estão respondendo a uma grande quantidade de ações judiciais e reclamações em órgãos de defesa do consumidor. 

A PF detectou a existência de várias entidades vinculadas por todo Norte-Nordeste e já se sabe que elas estão iniciando operações no Sudeste. Na ocasião, os representantes da empresa foram notificados de que a Asplub, por ordem judicial, não poderá mais oferecer ao público esse “Auxílio Financeiro”.

A investigação prosseguirá com análise do material apreendido (contratos de adesão, processos judicias de pessoas lesadas, contabilidade financeira e arquivos contidos em computadores) e dos depoimentos de todos os responsáveis pela empresa e demais envolvidos. Todas as informações serão enviadas à Susep, para abertura de processo contra a Casplub, que ainda não havia sido investigada. Administrativamente, os responsáveis podem se submeter a multas equivalentes ao valor total da importância assegurada. 

POLÍCIA FEDERAL EXPLICA O CASO – A atividade de seguro de vida demanda uma rigorosa fiscalização pela Susep, que tem a missão de garantir que as instituições financeiras seguradoras tenham condições de cumprir os contratos dessa natureza a longo prazo. 

No caso, o risco da ação das associações para o público decorre da total falta de submissão delas aos normativos do mercado financeiro, o que compromete a idoneidade das associações e põe em risco a economia dos familiares dos associados, pois não há nenhuma garantia de que os contratantes e seus parentes receberão as indenizações no caso do evento morte.

Fonte: Jc on line

Fernando Cunha, SJE, 17/11/13

Estive hoje pela tarde, visitando as instalações do grande show de hoje 16/11/2013 – OS NONATOS, e fiquei surpreso com a estrutura montada por Alcides Som, tudo muito organizado,limpo,com banheiros,espaço,o som de primeira,palco montado, e uma organização com muitas pessoas trabalhando para levar a São José do Egito, um momento de emoção e alegria. E o Pereba estará por lá.

 

Foto

 

Abraços e sucesso.  Fernando Cunha, made in SJE 16/11/13

 

Joaozinho é um líder,ex-verador,ex-presidente da Câmara de Limoeiro e atualmente assessor especial do Governador de Pernambuco Eduardo Campos, tem ética,profissionalismo,coragem e sobretudo visão de futuro.

 

Joãozinho de Limoeiro

Junte-se. Mude. Idéias para um País melhor.

Fernando Cunha, SJE, 16/11/2013

Veja como um Prefeito com visão de futuro muda uma cidade:

 

Marinaldo Rosendo

Marinaldo Rosendo

Marinaldo Rosendo de Albuquerque nasceu em Timbaúba, no dia 01 de novembro de 1965. Filho de Manoel Rosendo Filho e Maria José Albuquerque Rosendo, estudou nos tradicionais colégios Timbaubense, Jader de Andrade e Cenecista.

Aos 15 anos, começou a trabalhar com o seu pai na distribuidora Antarctica da região de Timbaúba. Casou-se aos 23 anos com a também timbaubense Ana Alice Barbosa Rosendo, com quem teve quatro filhas.

Sempre trabalhando com honestidade, dignidade, perseverança e muita fé, Marinaldo apostou no crescimento empresarial após a crise vivenciada pela distribuidora onde trabalhava no ano de 1994, que resultou na retirada da bandeira da Antartica pela Ambev.

Com muita dificuldade, mas também com muita fé, força de vontade e trabalho, Marinaldo conseguiu assinar, em outubro de 1997, seu primeiro contrato com a Schincariol, onde foi concedida a distribuição da área de Timbaúba e região. Nascia então o Grupo Marinaldo Rosendo.

Após o bom trabalho desenvolvido em Timbaúba, veio o merecido reconhecimento do Grupo Schincariol. O grupo ampliou sua área de atuação, chegando a 25 contratos de distribuição nos estados de Pernambuco, Bahia, Pará, Rio de Janeiro e São Paulo. Vale ressaltar que em todas as distribuidoras do Grupo Marinaldo Rosendo espalhadas pelo Brasil, o empresário faz questão de levar timbaubenses para trabalhar nessas unidades, fortalecendo assim mais emprego e renda para o povo de Timbaúba.

Ao entrar para ser distribuidor do Grupo Schincariol, este tinha apenas 1% de participação de mercado. Em poucos anos, esse número cresceu bastante, chegando ao pico de 16% no ano de 2003. Atualmente, a Schincariol é líder de mercado no Norte e Nordeste, com mais de 35% de participação, sendo o Grupo Marinaldo Rosendo o maior distribuidor do Brasil.

Mude. Junte-se e podemos fazer mais e melhor!
 

Fernando Cunha, SJE, 16/11/2013

G1CAMINHOS DO BRASIL: CARAVANA G1

 

 

por Glauco Araújo

Repórter se mete a bancar o 'sommelier de cajuína'

Marcas de cajuínas provadas pela equipe do blog que refaz o trajeto do filme

 

 

 

 

A cajuína é uma bebida bastante popular no Nordeste, mais especificamente no Piauí. No país, cerca de 400 produtores fazem milhões de litros do suco de caju.

Os especialistas chegam a dizer que a cajuína está para o Piauí como o champanhe está para a França. Tanto é assim que hoje se busca a denominação de origem da bebida no rótulo envasado.

MAPA Balsas Maranhão CaravanaNão é refrigerante, não recebe adição de açúcar, não é diluída, não é fermentada e nem alcoólica. Tem pelo menos cinco vezes mais vitamina C que o suco de laranja. Por algum tempo chegou a ser chamada de vinho seco de caju.

A bebida é tão comum no Nordeste brasileiro que até ganhou nome de uma música escrita por Caetano Veloso.

Para descobrir os sabores da cajuína, resolvi fazer uma brincadeira e provar todas as cajuínas que encontrei desde Picos (PI) até Balsas (MA). Foram sete rótulos diferentes e cada uma de paladar bem diferente. A maioria produzida no Piauí e outras feitas no Ceará. Além do suco, experimentei o único refrigerante de caju que encontrei. Também fiz um comentário à parte.

Uma dica para beber as cajuínas e o refrigerante de caju: peça para servir bem gelados.

Sem rigor científico, levando em conta apenas o paladar da bebida para um paulista como eu, que nunca tinha provado a bebida, estipulei nota de 0 a 5 para cada cajuína, onde 5 é a nota máxima. Veja abaixo a avalição do sommelier improvisado de cajuína:

Coroatá – forte, encorpada, doce e com um leve amargor no final. Aroma intenso e adocicado. Cor do líquido é dourado claro. Nota 3.

Gosto da fruta – suave, mas um pouco ácida. Não é muito adocicada. Aroma gostoso. Cor do líquido vai do bronze para o dourado. Nota 2.

Capital do Caju – suave no começo, mas depois de certo tempo na boca começa a ficar com um pouco de amargor. Aroma mais forte. Não é muito doce. Cor do líquido dourada. Nota 2.

Aeroporto – suave na boca e levemente doce. Aroma bem característico do caju. Cor do líquido dourado. Nota 3.

Lili Doces – suave e agradável na boca, pouco adocicada. Aroma bem característico do caju. Cor do líquido puxada para o bronze claro. Nota 4.

Da Rosário – sabor caramelado, agradável na boca com uma leve acidez. Aroma bem característico do caju e de caramelo. Cor do líquido é bronze escuro. Nota 3.

São Francisco – Sabor suave e levemente doce, agradável na boca e bem refrescante. Aroma bem característico do caju. Cor do líquido dourado claro. Nota 4.

*São Geraldo – não é cajuína. Esta bebida se difere das outras por ser refrigerante, é gaseificado. É bem aceito na região por aqueles que não gostam apenas do suco do caju. É agradável, um pouco adocicado demais, mas é bem refrescante.

Ah, eu gostei da cajuína e beberei sempre que voltar ao Nordeste. Este post era para ter a análise nada científica também de Luciano Cury, o cinegrafista que me acompanha na expedição do G1 pelos Caminhos do Brasil. Ele chegou a provar duas das sete cajuínas que experimentei e o refrigerante também. Mas ele disse que “cajuína não é para mim”. O refrigerante ele gostou e achou refrescante.

 

José Dirceu e José Genoino reagiram no mesmo tom ao mandado de prisão expedido nesta sexta-feira pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa: em nota, os dois disseram ser inocentes e que se sentem como “preso político”. Dirceu foi mais longe. “Serei preso político de uma democracia sob pressão das elites”, disse ele, em nota.

“Minha condenação foi e é uma tentativa de julgar nossa luta e nossa história, da esquerda e do PT, nossos governos e nosso projeto político”, acrescentou.

As duas notas e mais a divulgada pelo presidente do PT, Rui Falcão nesta tarde, dão a mensagem aos militantes. Dirceu pediu “serenidade e firmeza”, enquanto Falcão conclamou os petistas a se mobilizarem para não permitir “tentativas de criminalização do PT”.

Este vai ser o discurso daqui em diante – uma repetição do que foi até aqui. A acusação de que foi um julgamento político, com “inovações” do Judiciário, e sem sustentação das acusações. Nas conversas reservadas, no entanto, todos sabem que este é um episódio que vai marcar o partido para sempre. Uma frase dita pela presidente Dilma quando começou o julgamento, ainda em 2012, tem sido repetida: “É como o parto, uma dor que tem de ser sentida”.

Hoje, dia de prisões que nunca serão esquecidas pelo PT, militantes estão nas redes sociais prestando solidariedade aos correligionários. Mas, entre eles, um desabafo: “Já que tinha de ser, melhor ser agora do que no ano que vem”.

Eles avaliam que as imagens de petistas chegando à sede da Polícia Federal, como já pode ser vista, se esgotarão ao longo dos próximos meses. E não terão lugar na campanha do ano que vem.

Fonte: G1, Colunista Cristiana Lôbo;imagens ilustrativas by Fernando Cunha, SJE 15/11/13