blogfernandocunha

O QUE É BOM, TEM QUE DIVULGAR E APOIAR…..PARABÉNS GALERA

O IMPOSSÍVEL É UM LUGAR QUE NÃO EXISTE…….SUCESSO…..EU APOIO.

 

Galera vem ai o ROCK AND ROLL – ENSAIO LIVRE.
Uma iniciativa apresentada pela Banda Qual Foi, em diálogo com vários artistas/bandas da cena alternativa musical egipciense e parceria com a Prefeitura Municipal, Secretaria de Cultura e Instituto Sociocultural Arte Mambembe de São José do Egito – PE
Dia 22 de abril as 17:30h
BANDAS:
Sex On The Gruta (de Delmiro gouveia, Alagoas – Surf Músic)
Remistério (de Paulo Afonso, Bahia – pós punk/Rock Alternativo)
Valkyria (de Buique, Pernambuco – Metal industrial/Metal gótico)
Procedência Pernambucana (de Itapetim, Pernambuco – Clássicos do Rock)
Qual Foi (de São José do Egito, Pernambuco – Rock/Blues/Reggae)
Sistema de Protesto (de Arcoverde, Pernambuco – Punk Rock/Hard Core)
Irmandade Punk (de Arcoverde, Pernambuco – Punk Rock/Hard Core)
Estaremos arrecadando do público 1 kg de alimento para doação ao Instituto Sociocultural Arte Mambembe.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto

 

 

FONTE: FACE DE AMADEU SOUZA – 21/03/2017

FERNANDO CUNHA

Carlos Drummond e seu poema MULHER – Parabéns a todas as mulheres!

 

MULHER

Para entender uma mulher
é preciso mais que deitar-se com ela…
Há de se ter mais sonhos e cartas na mesa
que se possa prever nossa vã pretensão…

Para possuir uma mulher
é preciso mais do que fazê-la sentir-se em êxtase
numa cama, em uma seda, com toda viril possibilidade… Há de se conseguir
fazê-la sorrir antes do próximo encontro

Para conhecer uma mulher, mais que em seu orgasmo, tem de ser mais que
amante perfeito…
Há de se ter o jeito certo ao sair, e
fazer da saudade e das lembranças, todo sorriso…

– O potente, o amante, o homem viril, são homens bons… bons homens de
abraços e passos firmes…
bons homens pra se contar histórias… Há, porém, o homem certo, de todo
instante: O de depois!

Para conquistar uma mulher,
mais que ser este amante, há de se querer o amanhã,
e depois do amor um silêncio de cumplicidade…
e mostrar que o que se quis é menor do que o que não se deve perder.

É esperar amanhecer, e nem lembrar do relógio ou café… Há que ser mulher,
por um triz e, então, ser feliz!

Para amar uma mulher, mais que entendê-la,
mais que conhecê-la, mais que possuí-la,
é preciso honrar a obra de Deus, e merecer um sorriso escondido, e também
ser possuído e, ainda assim, também ser viril…

Para amar uma mulher, mais que tentar conquistá-la,
há de ser conquistado… todo tomado e, com um pouco de sorte, também ser
amado!”

Carlos Drummond de Andrade

Fontes: em 07/03/2012 – http://paralerepensar.com.br/drummond.htm,http://www.releituras.com/drummond_bio.asp

Fernando Cunha – 08/03/2017

Estamos em ano eleitoral? não, e sim….mais 2018, tá quente…Veja algumas perólas desta antecipação:

O eco de 2018 – No discurso que proferiu na convenção da candidata do PTB à prefeita de Ipojuca, Célia Sales, o senador Armando Monteiro Neto praticamente assumiu sua candidatura a governador em 2018, ressaltando que a vitória da trabalhista, na eleição suplementar de abril, representava o início da mudança que os pernambucanos podem promover no pleito do próximo ano. “Ipojuca é a arrancada para a grande transformação que o Estado terá em 2018”, profetizou. Para um bom entendedor, o senador já está em plena campanha para enfrentar Paulo.

Elias ensaia revoada do PSDB – O grupo do ex-prefeito de Jaboatão, Elias Gomes, deu uma demonstração pública de que está arrumando as malas para debandar do PSDB. O recado foi interpretado pelo gesto do deputado Betinho Gomes, filho e herdeiro político, ao subir no palanque da candidata do PTB à prefeita na eleição suplementar de Ipojuca em abril, Célia Sales, domingo passado, a convenção que homologou o seu nome e de sua vice Patrícia de Leno (PTN).

 

Se o governador Paulo Câmara e o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, chefes da capitania hereditária do PSB em Pernambuco, negaram um mínimo de espaço a Fernando Bezerra pensando que o fragilizaria politicamente, apostaram muito mal. O senador é cobra criada. Se conseguir sair ileso das acusações na Lava Jato, num espaço de tempo que ainda não se sabe, certamente se constituirá, em voo solo ou em aliança com a chamada nova oposição, personagem relevante na sucessão estadual de 2018.

O DISSIDENTE– Dos deputados da bancada do PSB pernambucano na Câmara Federal apenas João Fernando Coutinho não votou em Tadeu Alencar para líder na Casa. A pedido do senador Fernando Bezerra Filho, a quem é ligado hoje, Coutinho votou em Teresa Cristina (MS), que venceu por uma diferença de oito votos.

Ameaça de greve– Em ato marcado para o início da tarde de hoje, a tropa da Polícia Militar decide se entra em greve no Carnaval em protesto contra a proposta de reajuste salarial, já em discussão pelo plenário da Assembleia Legislativa e que, mesmo aprovada, não terá o respaldo da categoria. Há um clima de radicalização entre os militares diante da posição ortodoxa do Governo de não avançar um só centavo que foi proposto. O Governo diz que fez o maior acordo salarial da história, destacando as dificuldades pela baita crise, mas os policiais acham que não ganham nada substancial.

O responsável por isso seria o secretário da Casa Civil, Antônio Figueira, na foto ao lado. Ao invés de abrir portas e promover a boa política de aproximação e vizinhança, Figueira estaria fechando as portas para muitos prefeitos, o que é um grande equívoco. O secretário da Casa Civil vem da área privada, é medico, gestor licenciado do Imip e na gestão do ex-governador Eduardo Campos ocupou a Secretaria de Saúde.

Qualquer semelhança, é mera especulação.

Fernando Cunha – 08/02/2017 às 22hs

 

15/01/2017 10h48 – Atualizado em 15/01/2017 10h48

'Hecatombe de Garanhuns': chacina política com 18 mortos faz 100 anos

Assassinatos aconteceram no dia 15 de janeiro de 1917, em Pernambuco.
Tragédia foi motivada pela morte do prefeito eleito na época, Júlio Brasileiro.

Joalline Nascimento e Lafaete VazDo G1 Caruaru

Hecatombe de Garanhuns ocorreu na cadeia pública e vitimou 18 pessoas (Foto: Acervo pessoal/Cláudio Gonçalves)

Dezoito pessoas mortas em uma cadeia pública. Este foi o resultado da tragédia que ficou conhecida como "Hecatombe de Garanhuns". Neste domingo (15), a chacina que vitimou políticos e comerciantes do município do Agreste de Pernambuco completa 100 anos. Ao G1, o coordenador da Comissão do Memorial Centenário da Hecatombe de Garanhuns, o professor Cláudio Gonçalves, afirma que o episódio foi uma das maiores tragédias políticas da história local.

Tudo começou em julho de 1916, quando houve eleição para prefeito de Garanhuns. O tenente-coronel Júlio Brasileiro e José da Rocha Carvalho disputavam a gestão municipal. "Júlio era deputado e Dr. Rocha era apoiado pelos antigos políticos que dominavam o município, que eram os Jardins. Essa eleição foi bastante tumultuada, com ameaças de surra de cipó de boi, listas negras ameaçando os adversários políticos, cruzes negras nas portas destes adversários", detalha o professor Cláudio.

O episódio de Hecatombe ficou marcado pela série de assassinatos, que teriam sido motivados pelo resultado da eleição de 7 de janeiro de 1917. Durante a campanha política, surgiu a figura do capitão Sales Vila Nova, que apoiava Rocha Carvalho. Como opositor político, o capitão matou a tiros o então prefeito eleito, Júlio Brasileiro – que não chegou a tomar posse, pois foi assassinado no dia 14 de janeiro daquele ano, no Recife.

As outras pessoas – aliadas de Rocha Carvalho – foram assassinadas dentro da Cadeia Pública de Garanhuns, após os correligionários de Júlio armarem uma emboscada para vingar a morte do prefeito eleito. Os documentos mostram que cerca de 18 pessoas foram mortas na unidade prisional.

Júlio Brasileiro, prefeito eleito de Garanhuns em 1917 (Foto: Acervo pessoal/Cláudio Gonçalves)Júlio Brasileiro, prefeito eleito de Garanhuns em
1917 (Foto: Acervo pessoal/Cláudio Gonçalves)

Motivação da morte de Julio
De acordo com o coordenador da Comissão do Memorial da Hecatombe, o capitão Sales Vila Nova descobriu que Júlio não poderia ser candidato à Prefeitura de Garanhuns, já que ele era deputado e não havia terminado o mandato.

"Tudo isso levou o governo do estado, por meio do governador Manuel Borba, a anular a eleição. Ele era aliado de Júlio e marcou uma nova eleição para 7 de janeiro de 1917. A oposição não participou desse processo eleitoral, já que Dr. Rocha renuncia, assim como o vice, Dr. Borba Júnior", explica Cláudio Gonçalves.

Ao G1, o professor contou que antes de ocorrer essa eleição, durante o período de campanha, Júlio Brasileiro se encontrou com o capitão Sales Vila Nova no Centro de Garanhuns, onde havia a feira. Na ocasião, o tenente-coronel candidato à prefeitura ameaçou agredir Sales com cipó de boi. Este revidou a ameaça, dizendo que se fosse agredido, mataria Júlio.

Capitão Sales Vila Nova, assassino do prefeito eleito de Garanhuns (Foto: Acervo pessoal/Cláudio Gonçalves)Capitão Sales Vila Nova, assassino do prefeito
eleito de Garanhuns (Foto: Acervo pessoal/Cláudio
Gonçalves)

"Na eleição, Júlio concorreu sozinho e foi eleito prefeito de Garanhuns. No dia seguinte, ele foi para a recepção do general Dantas Barreto, que estava visitando Recife. Passados seis dias, em 13 de janeiro, Sales foi cercado por seis homens mascarados – que eram os sobrinhos e irmãos de Julio, e um secretário da prefeitura. Ele levou a surra de cipó de boi e ficou todo retalhado. Até hoje, acredita-se que Júlio foi o mandante", revela Cláudio.

No dia 14 de janeiro, o capitão Sales viajou para o Recife, encontrou Júlio e atirou nele. Segundo conta Cláudio Gonçalves, o prefeito eleito de Garanhuns estava no terraço de um restaurante quando foi atingido por dois disparos. Ele chegou a perseguir o capitão, mas foi ferido com outros dois tiros e morreu no local. No mesmo dia, Sales Vila Nova foi detido pela morte do tenente-coronel.

Aviso da morte de Júlio Brasileiro
No dia seguinte ao assassinato, o caso que ocorreu no Recife chegou em Garanhuns. A viúva, Ana Duperron Brasileiro, recebeu um telegrama que informava sobre a morte do marido dela. Depois disso, os aliados de Júlio começaram a chegar na casa onde ele morava.

Tomada pelo ódio, a viúva de Júlio disse: 'Não derramarei nenhuma lágrima, se as outras não derramarem. E só vestirei luto depois que as outras vestirem'. A partir disso, foi iniciada uma trama para vingar a morte do tenente-coronel"
Cláudio Gonçalves

"O irmão de Júlio não aceitou que a morte dele [Júlio Brasileiro] tinha sido vingança de Sales, mas achou que foi a mando dos Jardins [e dos seguidores de Rocha Carvalho], que queriam tomar a chefia política de Garanhuns", disse o coordenador da Comissão do Memorial Centenário da Hecatombe.

Segundo Cláudio Gonçalves, "tomada pelo ódio, a viúva de Júlio disse: 'Não derramarei nenhuma lágrima, se as outras não derramarem. E só vestirei luto depois que as outras vestirem'. A partir disso, foi iniciada uma trama para vingar a morte do tenente-coronel".

'Hecatombe de Garanhuns'
Os familiares de Júlio Brasileiro decidiram vingar a morte dele. O sobrinho da vítima, Álvaro Viana, mandou um telegrama para o irmão, Alfredo Viana, convocando ele e outros homens para irem até Garanhuns.

Com a chegada de Alfredo no município do Agreste pernambucano, cerca de 100 homens fortemente armados se reuníram na cidade. Eles começaram a invadir as casas dos adversários de Júlio Brasileiro. "Invadiram a casa de Borba Júnior, que era candidato a vice-prefeito de Rocha Carvalho. O delegado Meira Lima chegou a tempo e impediu a morte de Borba, dizendo que ele deveria ir para a cadeia pública", contou Cláudio ao G1.

A trama da vingança do assassinato de Júlio reuniu familiares, o juiz Abreu e Lima e o delegado Meira Lima. A ideia era levar todos os adversários do prefeito morto para a cadeia. Eles foram convencidos de ir até o local para se proteger, conforme destacou o professor Cláudio Gonçalves.

Sete políticos foram assassinados na cadeia pública na Hecatombe de Garanhuns (Foto: Acervo pessoal/Cláudio Gonçalves)Sete políticos foram assassinados na cadeia pública na Hecatombe de Garanhuns (Foto: Acervo pessoal/Cláudio Gonçalves)

Vários grupos cercaram o local e começaram a atirar. "Argemiro Miranda [um dos correligionários de Rocha Carvalho] conseguiu uma arma, enviada pela esposa de Francisco Veloso [outro opositor de Júlio], e revidou os tiros. Ele tentou escapar, mas morreu na porta da cadeia, que estava cercada", destaca Cláudio.

Na ocasião, morreram 18 pessoas. Entre elas, sete políticos e um jovem que havia ido visitar o tio na cadeia. O nome "Hecatombe de Garanhuns" surgiu porque uma senhora – após perceber que haveria uma chacina – enviou um telegrama para o comandante da polícia, no Recife, com a frase "Enviar forças urgente, haverá uma hecatombe". 

Hecatombe que é um termo grego que significa sacrifício de 100 bois ou massacre de um grande número de pessoas. "Os jornais locais começavam a falar do 'sucesso de Garanhuns', que era [o mesmo que] chacina. Mas, após o telegrama [do pedido de ajuda] ser publicado, começaram a chamar e episódio de hecatombe", explica o professor.

Julgamento da chacina e novo prefeito
O julgamento da Hecatombe de Garanhuns teve início no dia 27 de setembro de 1918. A última sessão para a sentença ocorreu em 19 de novembro de 1918. O capitão Eutíquio da Silva Brasileiro – irmão de Júlio – foi condenado a 30 anos de prisão; Álvaro Brasileiro Viana – primo do prefeito assassinado – foi absolvido unanimemente; Alfredo Brasileiro Viana – também primo de Júlio, foi condenado a 30 anos de prisão; o delegado Meira Lima foi condenado a perder o emprego.

Tragédia foi noticiada em em jornais locais de Pernambuco (Foto: Acervo pessoal/Cláudio Gonçalves)Tragédia foi noticiada em em jornais locais de PE
(Foto: Acervo pessoal/Cláudio Gonçalves)

Quem assumiu a prefeitura de Garanhuns naquele ano foi Joaquim Alves Barreto Coelho, que era Presidente do Conselheiro Municipal. O vice de Júlio Brasileiro, o capitão Thomaz Maia, não assumiu porque foi preso acusado de fornecer querosene para incendiar as casas comerciais das vítimas após a Hecatombe.

Livro sobre testemunha da tragédia
O maestro francês Fernand Jouteux se mudou para o Brasil em busca de inspiração, como afirma o escritor Ígor Cardoso, autor do livro "Fernand Jouteux – O maestro de chapéu de couro”. O músico morou durante 35 anos em Garanhuns e se baseou no livro "Os Sertões", de Euclides da Cunha, para escrever uma das suas maiores obras. 

"A grande obra da vida dele foi uma ópera chamada “O Sertão”, composta na fazenda “Belle Alliance” e inspirada na nossa cultura, em Canudos e em Antônio Conselheiro. Acabou se radicando na cidade por ser perto do Sertão", conta Ígor.

Fernand era um grande amigo do cônego Benigno Lira, um dos personagens centrais da hecatombe. Lira era erudito, poeta e gostava de música clássica e também chegou a colocar letra em uma de suas partituras. Além de vir de uma importante família de Alagoas e Pernambuco, dona de usineiras.

Relatório da hecatombe foi apresentado ao Supremo Tribunal de Justiça (Foto: Acervo pessoal/Cláudio Gonçalves)Relatório da hecatombe foi apresentado ao Supremo
Tribunal de Justiça (Foto: Acervo pessoal/Cláudio
Gonçalves)

"Ele [Lira] tem participação em todos os eventos. Apoiou a estratégia da viúva e ao mesmo tempo convenceu os políticos a se recolherem na cadeia", revela.

O maestro tentou ser fazendeiro, mas logo depois do desastre da hecatombe, o pai dele morreu na França, e ele voltou ao país de origem. Também não conseguiu o apoio que queria para montar a ópera.

"Ele chega a compor uma valsa, a 'Bela Aliança', onde cita nominalmente as amarguras que tem passado e fala sobre a hecatombe, o grande motivo de ter desistido de ser fazendeiro e de viver em Garanhuns. Fernand volta para a França, passa um tempo e não fica feliz. Retorna para o Brasil, vai morar novamente em Garanhuns e encontra um cenário diferente", completa o escritor.

O livro "Fernand Jouteux – O maestro de chapéu de couro” foi lançado no dia 25 de julho de 2015, no Instituto Histórico Geográfico e Cultural de Garanhuns (IHGCG), durante o Festival de Inverno.

Livro foi lançado durante o Festival de Inverno de Garanhuns (Foto: Divulgação/Marta Patriota)Livro foi lançado durante o Festival de Inverno de Garanhuns (Foto: Divulgação/Marta Patriota)

Fonte: G1 – 15/01/2017

 

Fernando Cunha – 15/01/2017, Paulista – PE

 

Existe uma prática em política, que devemos fazer uma crítica no governo que ganha a eleição em média 90 dias após assumir…é o tempo necessário para o novo governo se organizar,verificar as contas, imprimir sua marca de gestão, dizer a quê veio, honrar os votos que recebeu….e um bom termômetro hoje chama-se facebook, por ser uma mídia bastante usada por todos, tanto pessoas, como fakes……vejamos o que o matuto já fez e começou bem…

1- Organizou a Festa de Reis, que diga-se de passagem,em pouco tempo, e fez dela um excelente cartão de visista; chegou, chegando, para o povo e região(todos orgulhosos claro); organizada no pátio de eventos,que foi mal aproveitado no governo sem luz(tinha um bom equipamento, deixado de lado, por picuinhas políticas).

2- Quando teve a ideia de colocar o camarote da acessibilidade, fez outro golaço..porquê? permitiu que pessoas que gostam da festa e não podiam ver de perto, realizando seus sonhos..e vale lembrar que não bastar criar estruturas de cargos com nomes lindos e não pensar soluções de mobilidade!

3 – Não rivalizou com a outra bela festa, a do Louro, que a cada ano melhora em atrações de qualidade.

4 – Na entrevista na rádio, o secretário soube reconhecer erros e acertos e parabenizar o trabalho em equipe.

5 – O mutirão do lixo foi providencial nos primeiros dias…falta disciplinar os animais na rua

6 – A capacidade de cobrar das autoridades recursos federais,estaduais(tem que ser cricri)

7 – Viagem a Brasília atrás das promessas

8 – Apoio a festa em Curralinho…isso se chama descentralização cultural

9 – Ampliação e apoio aos artistas da terra inserindo na programação da festa

10 – Internet grátis….simples né

11 – Conseguiu fazer o presidente da câmara sem esforço e com apoio da oposição…e ainda trouxe o doido

12 – Torneio de Tênis…..mutirão da saúde…..só notícia boa.

Fernando Cunha – 13/11/2017

Queira ou não queiram os juízes, o matuto deu um show!

A campanha foi realmente bonita, bem cuidada, e teve muita energia, errou muito pouco ou quase nada.

Evandro em seus dois mandatos como Prefeito, deu uma alavancada em obras por toda a cidade.

O curioso nesta campanha, foi que Evandro ganhou usando o mote da Reconstrução de Romério do PT.

Romério do PT ganhou em 2012 com o slogan ” Reconstruir São José”, mas no decorrer do mandato, a cidade ficou abandonada;não teve a capacidade para ser diferente,terminando o mandato de forma melancólica, sem avanços.

Já o matuto acertou em tudo, e agora tem um grande desafio pela frente, onde terá que Reconstruir, literalmente São José!

O cenário de 2017 já é um grande desafio, mas conhecendo 10% do matuto, o homem é um trator.

Vejamos alguns desafios/sugestões,que ele tem pela frente:

Gerar empregos temporários, permanente,urgente para dinamizar a combalida economia do município.

Botar a equipe para pensar em soluções e alternativas.

Colocar a cultura pra moer, pois perdemos para outras cidades a pajunça, e com opções multiculturais

O turismo pode ser uma alternativa, mas precisa cuidar mais do patrimônio e os equipamentos culturais.

A caprinocultura, avicultura é outra alternativa.

Melhorar a infraestrutura das casinhas,pois é isolada da cidade, incentivando o empreendedorismo.

Ter mais atenção a Cidade-distrito de Riacho do Meio, criando condições de crescimento, melhoria da água,saneamento,lixo.

A saúde com a UPA vai melhorar e a futura faculdade também criará outro mercado.

Voltar a exposição de animais, Feap,incentivar a vaqueijada, cavalgada, e sua cadeia de valor e  produtos.

Incentivar o artesanato

A questão ambiental precisa ser repensada, a reciclagem, é um caminho a ser trilhado.

A criação de eixos rodoviários para tirar as cargas e caminhões da cidade, e criando novos espaços.

Utilizar o conceito de “smart cities”, cidades inteligentes; 

A bike egito é uma alternativa de qualidade de vida, vamos voltar com força galera, menos elite, mais povão.

 

Fernando Cunha; Cidadão Egipiciense, com formação em Matemática, Pós-graduado em Marketing Estratégico, MBA em Gestão e Planejamento Ambiental, Curso de Qualidade, pelo Disney Institute.

Carlos Chagas

De tempos imemoriais vem a observação de que muitas vezes o dia seguinte consegue ficar pior do que a véspera. Com todo o respeito, é o caso dos procuradores da operação lava-jato, que ameaçam suspender as investigações contra a corrupção e os corruptos, abandonando o trabalho a que se dedicam faz tempo.

Entende-se a exasperação dos doutores, até agora responsáveis pela mais importante ação de combate à roubalheira desenfreada. A Câmara dos Deputados demoliu projeto de inspiração dos procuradores, dez postulados que dariam mais eficiência à caça aos bandidos de colarinho branco. Em nota oficial, eles classificaram a votação da madrugada de quarta-feira, pelos deputados, de “golpe mais forte desferido contra a lava-jato em toda a sua História”. Caso o Senado também se manifeste assim, e se o presidente Michel Temer sancionar a aberração, os procuradores renunciariam coletivamente à missão desempenhada.

Quer dizer, os envolvidos nos crimes contra o patrimônio público celebrariam. Ficariam felizes por evitar as punições. Demonstrariam que roubar vale à pena. Que o crime compensa.

Trata-se de um erro fundamental, capaz de implodir o Ministério Público. De desmoralizar a nobre função de defesa da sociedade.

Os procuradores certamente deixaram-se influenciar pela emoção. Viram seu esforço fracassado por conta da ação de deputados empenhados em escapar da cassação de seus mandatos. Mais uma página de vergonha escrita pela quadrilha dos que já deveriam estar na cadeia.

Caso o Senado e, depois, o presidente da República, pratiquem o mesmo escândalo, a única saída para os procuradores seria redobrar seus esforços nas investigações e nas denúncias, aguardando as iniciativas da Justiça. O objetivo final é a punição dos meliantes, afastados e se possível, presos. Não há fator que justifique a omissão. Renunciar, nunca.

Fernando Cunha – 03/12/2016.

Todos sabemos que teremos dificuldade em 2017, e o que os Prefeitos vão fazer para que o seu município consiga sobreviver a esta grave crise, é um desafio e tanto, pois a economia está em decomposição, o desemprego alto, inflação idem, juros idem, o crédito está apertado e as taxas altas, e de quebra o EUA elege um louco, o que torna essa viagem ainda mais interessante; mas somos brasileiros e estamos acostumados a cair e levantar….

 Faça uma análise destas frases abaixo, extraídas do Blog de Inaldo Sampaio:

 

Só seis – O deputado e prefeito eleito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), confessou a amigos estar ciente de que encontrará a “casa desarrumada”, mas precisa de apenas 6 meses para pô-la em ordem.(BLOG INALDO SAMPAIO – 15/11/2016.

Arrumação > Alguns prefeitos eleitos pelo PSB já reconhecem que vão levar pelo menos 2 anos para “arrumar a casa”. Adilson Filho, eleito prefeito de Moreno em 2012, em quatro não conseguiu.(08/11/2016).

Fernando Cunha – 15/11/2016

Amigos, em Pernambuco temos 08 projetos neste ciclo 2017-2019, nos seguintes municípios: Escada, Serra Talhada, Arcoverde, Ipojuca, Caruaru, Pesqueira, Palmares, Paulista, Garanhuns, Salgueiro, Igarassu, Petrolândia, Belo Jardim.

 

Amigo de Valor

O QUE É

O Amigo de Valor é um dos maiores programas de mobilização social do Brasil. Baseado no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o programa contribui, desde 2002, para o fortalecimento dos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente.

PÚBLICO-ALVO

Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e demais órgãos que fazem parte do sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente (Assistência Social, Educação, Ministério Público, Judiciário e outros).

OBJETIVOS

·         Contribuir para a melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes que tiveram seus direitos violados ou ameaçados.

·         Viabilizar o protagonismo e o exercício da cidadania de clientes, funcionários e estagiários do Santander.

·         Disseminar o Estatuto da Criança e do Adolescente na sociedade e inspirar outras iniciativas.

·         Fortalecer os Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente.

COMO FUNCIONA

·         Todo ano, realizamos uma campanha para estimular e facilitar que nossos funcionários, estagiários, clientes e fornecedores utilizem o incentivo fiscal previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente para direcionar recursos financeiros aos Fundos de Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente de municípios parceiros.

·         O andamento dos projetos é monitorado pela equipe técnica do Programa e o apoio é renovado, com base nos resultados.

COMO PARTICIPAR

1.     Todo ano, você precisa fazer a sua Declaração de Imposto de Renda, não é? Mas você sabia que pode destinar até 6% do seu IR devido para os municípios apoiados pelo Amigo de Valor, beneficiando milhares de crianças e adolescentes?

2.     Qualquer um pode contribuir, mas para que o valor seja abatido do seu IR devido, é preciso fazer a declaração pelo modelo completo.

3.     Veja como é fácil abater a sua contribuição do IR devido. Você receberá um recibo da doação e deverá anexá-lo à sua declaração, do mesmo jeito que você faz com suas despesas médicas, por exemplo. Imagine que o seu IR devido seja de R$ 1.000,00 e a sua contribuição de 6%. Você antecipa R$ 60,00 por meio do Programa e, na declaração do ano seguinte, pode deduzir esse mesmo valor do seu IR devido.

4.     Se você fizer a sua declaração pelo modelo simplificado ou for isento, é possível fazer uma doação não-dedutível a partir de cinco reais.

5.     Empresas tributadas pelo lucro real também podem participar. Neste caso, é possível destinar até 1% do Imposto de Renda devido.

De 7/11 a 9/12 você pode ser protagonista dessa mudança. Selecione os municípios que deseja apoiar e preencha o formulário de adesão. Depois, é só enviar o termo de adesão assinado por email aos cuidados de seu gerente de relacionamento ou entregar pessoalmente para ele ou qualquer atendente do Santander. O recibo da adesão será enviado via email para o seu endereço de cadastro para que faça o abatimento da contribuição.

RESULTADOS EM 2015

·         42 municípios sendo apoiados atualmente (ciclo 2014-2016).

·         Mais de R$ 88 milhões direcionados a 199 municípios brasileiros desde 2002. Em 2015, o valor arrecadado foi de R$ 8,4 milhões.

·         Mais de 44 mil crianças e adolescentes beneficiados diretamente desde o início do programa.

META PARA 2016

Finalizar o acompanhamento dos projetos apoiados no ciclo 2014-2016 e apoiar os 33 novos projetos parceiros do ciclo 2017-2019.

Crédito da imagem de destaque: Pisco Del Gaiso

Fonte – https://sustentabilidade.santander.com.br/pt/Praticas-de-Gestao/Paginas/amigo-de-valor.aspx

 

 

 

 

 

vereadores-de-oposicao-a-partir-de-2017-um-deles-pode-ser-o-proximo-presidente-da-camara-sje-arte-02

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vereadores-de-situacao-a-partir-de-2017

Algumas considerações  sobre as eleições da câmara municipal de Sje; O placar não  está favorável ao governo de Evandro Valadares, é numérico lógico! mas quem disse que a política obedece está regra? O vereador mais votado é Beto de Marreco, e pela tese seria ele? o mesmo é um bom nome, foi combativo, fez oposição ao governo do pt, mostrou garra. O companheiro David, também vejo como um excelente nome, pelo bom trânsito, boa gente, e conciliador. O atual Presidente Doido de Zé Vicente já cumpriu sua missão. E porquê não uma mulher presidente? Ana Maria foi uma boa surpresa. Como tudo depende de uma boa conversa e articulação, podemos ter um voto da futura oposição para quebrar esse roteiro. Cá entre nós, ninguém resiste aos encantos do poder. 

fonte das fotos/arte – blog saojosedoegito.net

Fernando Cunha – 16/10/2016